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Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva

Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Paulo Bernardo Silva

Presidente Eduardo Pereira Nunes

Diretor-Executivo Sérgio da Costa Côrtes

Diretoria de Pesquisas Wasmália Socorro Barata Bivar

Diretoria de Geociências Luís Paulo Souto Fortes

Diretoria de Informática Luiz Fernando Pinto Mariano

Centro de Documentação e Disseminação de Informações David Wu Tai

Escola Nacional de Ciências Estatísticas Sérgio da Costa Côrtes (interino)

Diretoria de Geociências

Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais Celso José Monteiro Filho

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística - IBGE

Diretoria de Geociências Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais

Manuais Técnicos em Geociências número 4

Manual Técnico de Pedologia 2ª edição

Rio de Janeiro 2007

Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística - IBGE Av. Franklin Roosevelt, 166 - Centro - 20021-120 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil

ISSN 0103-9598 Manuais técnicos em geociências

Divulga os procedimentos metodológicos utilizados nos estudos e pesquisas de geociências.

ISBN 85-240-3723-7 (CD-ROM) ISBN 978-85-240-3722-9 (meio impresso)

Elaboração do arquivo PDF Roberto Cavararo

Produção da multimídia

Marisa Sigolo Mendonça Márcia do Rosário Brauns

Capa

Ubiratã O. dos Santos/Marcos Balster Fiore - Coordenação de Marketing/Centro de Documentação e Disseminação de Informação - CDDI

Sumário

Apresentação Introdução Manual técnico de pedologia

Pequeno histórico da pedologia no Brasil Caracterização geral do solo Conceito de solo Taxonomia de solos Descrição morfológica de perfi s de solos

Nomenclatura de horizontes e camadas de solos Defi nição de horizontes e camadas Defi nição de símbolos e sufi xos de horizontes e camadas Comparação da simbologia que qualifi ca horizontes e camadas principais

Características morfológicas Transição Profundidade e espessura dos horizontes e camadas Cor Granulometria e textura

_________________________________________________________Manual técnico de pedologia - 2a edição

Estrutura Consistência

Outras características morfológicas (ocorrência ocasional)

Cerosidade Superfícies de compressão Superfícies de fricção - Slickensides Superfícies foscas Cimentação Coesão Efl orescências Nódulos e concreções minerais Conteúdo de carbonatos e manganês

Outros aspectos a serem observados na descrição dos solos

Atividade biológica Classes de reação do solo Profundidade Raízes Porosidade

Registro das descrições gerais e morfológicas Critérios para distinção de classes de solos

Atributos diagnósticos

Álico Atividade da fração argila Caráter ácrico Caráter alítico Caráter alofânico Caráter alumínico Caráter aniônico Caráter argilúvico Caráter carbonático Caráter coeso Caráter com carbonato Caráter concrecionário Caráter crômico Caráter ebânico Caráter epiáquico Caráter êutrico Caráter fl úvico Caráter litoplíntico Caráter plânico Caráter plíntico

Sumário _

Caráter rúbrico Caráter salino Caráter sálico Caráter sódico Caráter solódico Caráter vértico Cauliníticos, oxídicos e gibbsíticos Contato lítico Contato lítico fragmentário Cor e teor de óxidos de ferro (hipoférrico, mesoférrico, férrico e perférrico) Descontinuidade litológica Epiálico, epidistrófi co e epieutrófi co Esmectíticos, vermiculíticos e mistos Gradiente textural (argílico) Grau de decomposição do material orgânico Material mineral Material orgânico Material sulfídrico Micáceo, anfi bolítico, feldspático e silicoso Mudança textural abrupta Plintita Petroplintita Relação Ki Relação textural Saturação por bases (eutrofi a e distrofi a)

Outros atributos

Autogranulação self-mulching Gilgai Minerais alteráveis Relação silte/argila Constituição esquelética

Horizontes diagnósticos superfi ciais

Horizonte A antrópico Horizonte A chernozêmico Horizonte A fraco Horizonte A húmico Horizonte A moderado Horizonte A proeminente Horizonte hístico

Horizontes diagnósticos subsuperfi ciais

Horizonte B espódico Horizonte B incipiente Horizonte B latossólico Horizonte B nítico

_________________________________________________________Manual técnico de pedologia - 2a edição

Horizonte B plânico Horizonte B textural Horizonte concrecionário Horizonte glei Horizonte litoplíntico Horizonte plíntico Horizonte vértico

Outros horizontes diagnósticos subsuperfi ciais

Duripã Fragipã Horizonte cálcico Horizonte E álbico Horizonte petrocálcico Horizonte sulfúrico

Levantamentos de solos

Defi nição Objetivos Utilidades Unidades básicas de referência Unidades taxonômicas Unidades de mapeamento Fases de unidades de mapeamento Métodos de prospecção Densidade de observações Tipos de amostragem Freqüência de amostragem Bases de referência Escalas de mapas e cartas Escala do material básico e de publicação Área mínima mapeável Os níveis dos levantamentos de solos e suas implicações

Sumário _

Tipos de levantamentos e de mapas ou cartas de solos

Mapa esquemático Levantamento exploratório Levantamento de reconhecimento Levantamento semidetalhado Levantamento detalhado Levantamento ultradetalhado

Trabalhos executados para fi ns específi cos

Estudos expeditos Levantamento utilitário do meio físico

Roteiro de atividades de campo, escritório e laboratório para execução de levantamentos pedológicos

Elaboração do mapa/carta fi nal de solos Convenções adicionais

Relatório fi nal Critérios para elaboração de legenda de solos

Ordenação das classes de solos e dos tipos de terrenos

Simbologia sugerida para tipos de terrenos e outras ocorrências

Cores para mapas/cartas de solos

Tabela - Convenção de cores para mapas/cartas de solos (Sistemas PANTONE, CMYK e RGB)

Avaliações interpretativas de levantamentos de solos em uso no Brasil

Avaliação de terras no sistema de capacidade de uso Sistema de avaliação da aptidão agrícola das terras Classifi cação de terras para irrigação Avaliação da susceptibilidade à erosão das terras

Referências Apêndices

1 Critérios para distinção das fases de unidades de mapeamento Fases de vegetação primária

Fases de relevo

_________________________________________________________Manual técnico de pedologia - 2a edição

Fases de declividade Fases de drenagem

Fases de pedregosidade

Fases de rochosidade

Fases erodida e assoreada

Fase de substrato

2 Sistema Brasileiro de Classifi cação de Solos (SiBCS) A estrutura do sistema

Formas de grafi a das denominações empregadas no SiBCS

3 Informações úteis para execução de levantamentos de solos

Planejamento do trabalho – escolha da escala e sensores adequados

Seleção da posição (local) na paisagem onde examinar, descrever e coletar os perfi s de solos Seleção do melhor ponto para exame

Seqüência para exame morfológico (descrição e coleta) do perfi l A coleta de amostras

Considerações sobre o desenvolvimento dos trabalhos de campo

Informações adicionais que podem auxiliar os trabalhos de mapeamento

4 Material cartográfi co utilizado em levantamentos de solos Generalidades

Sistemas de projeções mais usuais e suas características Geoprocessamento

Material utilizado em levantamentos de solos

Classifi cação dos sensores remotos

Evolução e características dos sistemas sensores

Critérios para seleção de imagens

5 Principais determinações e métodos de análises utilizados em levantamentos de solos no Brasil Determinações físicas

Determinações químicas

Determinações especiais

Determinações em pasta saturada (extrato de saturação) Determinações de campo

Sumário _

6 Apresentação de resultados analíticos 7 Principais solos do Brasil 8 Dados auxiliares

Figuras

1 - Perfi l de ARGISSOLO VERMELHO-AMARELO Eutrófi co típico. Goiânia – GO

2 – Exemplos de tipos de transição

3 – Exemplo de tomada de profundidades e espessuras para solos com transição plana e ondulada

4 – Exemplo de tomada de profundidades e espessuras para solos com mais de um horizonte ou camada apresentando transição ondulada ou irregular

5 – Exemplo de tomada de profundidades e espessuras para solos com transição descontínua ou quebrada, entre horizontes ou camadas

6 – Exemplo de tomada de profundidades e espessuras para solos com ocorrência de lamelas

7 – Arranjamento de notações e padrões de cores em uma carta de cores para solos

8 – Exemplos de percentuais de mosqueados

9 – Triângulo textural: classes texturais da fração terra fi na

10 – Guia para grupamentos de classes de textura 1 – Exemplos de tipos de estrutura 12 – Critérios para determinação da plasticidade

13 – Unidades de área (U.A.) para as várias classes de tamanho de raízes

14 – Exemplos de mapas de solos de uma mesma área, elaborados em escalas diferentes

15 – Exemplos de mapas de solos elaborados em níveis diferenciados e utilizando sensores remotos diferentes

16 – Exemplo de preenchimento de etiquetas

17 – Formulário para apresentação de resultados analíticos

18 – Delimitação esquemática dos principais solos brasileiros

19 – Principais ocorrências dos Argissolos 20 – Principais ocorrências dos Cambissolos 21 – Principais ocorrências dos Chernossolos 2 – Principais ocorrências dos Espodossolos 23 – Principais ocorrências dos Gleissolos

_________________________________________________________Manual técnico de pedologia - 2a edição

24 – Principais ocorrências dos Latossolos 25 – Principais ocorrências dos Luvissolos 26 – Principais ocorrências dos Neossolos 27 – Principais ocorrências dos Nitossolos 28 – Principais ocorrências dos Planossolos 29 – Principais ocorrências dos Plintossolos 30 – Principais ocorrências dos Vertissolos 31 – Exemplos de percentual de área coberta

32 – Modelo de fi cha para descrição morfológica dos solos no campo

Fotos

1 – “Stone line” (pedras subarredondadas) em perfi l de

ARGISSOLO VERMELHO-AMARELO Eutrófi co típico. Anápolis – GO

2 – “Stone line” (pedras angulosas) em perfi l de

LATOSSOLO VERMELHO Distrófi co típico. Posse – GO

3 – Paleossolo recoberto por espessa camada de sedimentos. Petrópolis – RJ

4 – Capa do Sistema Brasileiro de Classifi cação de Solos – SiBCS

5 – Exemplo de tomada de cores 6 – Exemplo de tomada de cores

7 – Detalhe de coleta de amostra indeformada para análise da microestrutura

8 – Lâmina delgada de solo vista no microscópio ótico sob luz natural. Pode-se observar grãos do esqueleto (E), poros (V) e separações plásmicas (P)

9 – Exame da macroestrutura em campo 10 – Exemplos de estrutura grande prismática

1 – Exemplo de estrutura muito grande prismática (subtipo colunar)

12 – Exemplo de estrutura muito grande prismática (subtipo colunar)

13 – Exemplo de estrutura muito grande prismática

14 – Exemplos de estrutura grande em blocos angulares

15 – Exemplos de estrutura média em blocos subangulares e angulares

16 – Exemplos de estrutura muito grande em blocos subangulares

17 – Exemplos de estrutura muito pequena, pequena e média granular

18 – Exemplos de estrutura média e grande granular

Sumário _

19 – Aspecto de estruturas cuneiforme e paralelepipédica em perfi l de Vertissolo

20 – Determinação da consistência em amostra seca

21 – Preparação da amostra para avaliação da plasticidade

2 – Avaliação da plasticidade 23 – Avaliação da pegajosidade

24 – Observação da presença de cerosidade em amostra de solo

25 – Slickensides 26 – Slickensides

27 – Ocorrência de efl orescência na superfície do solo. Região Nordeste (Sertão de Alagoas)

28 – Concreções de CaCO3. Jaguarão – RS 29 – Concreções ferruginosas. Brasília – DF

30 – Caráter ebânico em perfi l de CHERNOSSOLO EBÂNICO. Ipiaú – BA

31 – Perfi l de Gleissolo com camadas estratifi cadas (caráter fl úvico)

32 – Contato lítico em perfi l de PLINTOSSOLO PÉTRICO Concrecionário léptico. Niquelândia – GO

3 – Contato lítico fragmentário em perfi l de

NEOSSOLO LITÓLICO Chernossólico fragmentário. Ciríaco - RS

34 – Detalhe de ocorrência de plintita 35 – Petroplintita (canga laterítica) 36 – Microrrelevo tipo gilgai

37 – Perfi l de LATOSSOLO AMARELO Distrófi co antrópico (Terra Preta do Índio). Parintins – AM

38 – Perfi l de ARGISSOLO VERMELHO Eutrófi co chernossólico. Juscimeira – MT

39 – Perfi l de PLINTOSSOLO ARGILÚVICO Distrófi co típico. Poconé – MT

40 – Perfi l de CAMBISSOLO HÚMICO Distrófi co típico. Campinápolis – MT

41 – Perfi l de ARGISSOLO AMARELO Distrófi co abrúptico. São Mateus – ES

42 – Perfi l de GLEISSOLO MELÂNICO Tb Distrófi co típico. Nova Xavantina – MT

43 – Perfi l de ORGANOSSOLO FÓLICO Hístico lítico. Urubici – SC

4 – Perfi l de ESPODOSSOLO FERRIHUMILÚVICO Órtico típico. Porto Belo – SC

45 – Ortstein

_________________________________________________________Manual técnico de pedologia - 2a edição

46 – Horizonte plácico em perfi l de ARGISSOLO AMARELO. Goiana – PE

47 – Perfi l de CAMBISSOLO HÁPLICO Tb Eutrófi co chernossólico. Nazaré da Mata – PE

48 – Perfi l de LATOSSOLO VERMELHO-AMARELO Distrófi co típico. Juruena – MT

49 – Perfi l de NITOSSOLO VERMELHO Eutroférrico típico. Ceres – GO

50 – Perfi l de PLANOSSOLO NÁTRICO Órtico típico. Caruaru – PE

51 – Perfi l de ARGISSOLO VERMELHO-AMARELO Distrófi co típico. Cerquilho – SP

52 – Lamelas em perfi l de ARGISSOLO VERMELHO-AMARELO Eutrófi co arênico, abrúptico. São Pedro – SP

53 – Perfi l de LATOSSOLO AMARELO Distrófi co petroplíntico. Natividade – TO

54 – Horizonte glei em perfi l de GLEISSOLO HÁPLICO Tb Distrófi co plíntico. Brasília – DF

5 – Horizonte litoplíntico em perfi l de LATOSSOLO VERMELHO Distrófi co petroplíntico. Edéia – GO

56 – Perfi l de PLINTOSSOLO ARGILÚVICO Distrófi co típico. São Miguel do Araguaia – GO

57 – Duripã em perfi l de ESPODOSSOLO HUMILÚVICO Órtico dúrico, espessarênco. Goiana – PE

58 – Fragipã em perfi l de ARGISSOLO ACINZENTADO Distrófi co abrúptico fragipânico. Usina Coruripe. Coruripe – Al

59 – Perfi l de PLINTOSSOLO ARGILÚVICO Distrófi co típico. São Miguel do Araguaia – GO

60 – Aspecto da formação de crosta de jarosita em área drenada de GLEISSOLO TIOMÓRFICO. Aracruz – ES

61 – Afl oramento de Rocha. Urubici – SC 62 – Área de Empréstimo. Goiânia – GO 63 – Dunas. Florianópolis – SC 64 – Lixão. Canaã dos Carajás – PA 65 – Praia. Jeriquaquara – CE 6 – Área Urbanizada. Goiânia – GO 67 – Campo de Futebol. Goiânia – GO

68 – Floresta Equatorial Perenifólia / Floresta Ombrófi la Densa. Juruti – PA

69 – Floresta Equatorial Hidrófi la de Várzea / Floresta Ombrófi la Aberta Aluvial. Parintins – AM

70 – Campo Equatorial Higrófi lo de Várzea / Campinarana

Gramíneo-Lenhosa (1o plano). Campinarana Arborizada (2o plano). Cruzeiro do Sul – AC

Sumário _

71 – Floresta Tropical Perenifólia / Floresta Ombrófi la Densa. Aripuanã – MT

72 – Floresta Tropical Perenifólia / Floresta Ombrófi la Densa. Juína – MT

73 – Floresta Tropical Caducifólia / Floresta Estacional Decidual. São Fidélis – RJ

74 – Floresta Tropical Subperenifólia / Floresta Ombrófi la Densa (Mata Atlântica). Nova Friburgo – RJ

75 – Floresta Subtropical Perenifólia / Floresta Ombrófi la Densa (Mata Atlântica). Serra de Lages – SC

76 – Floresta Subtropical Subperenifólia / Floresta Ombrófi la Mista (Floresta de Araucária). Lebon Régis – SC

7 – Floresta Subtropical Subcaducifólia / Floresta Ombrófi - la Mista (Floresta de Araucária)

78 – Floresta não Hidrófi la de Restinga / Formações

Pioneiras de Infl uência Marinha. Região dos Lagos – RJ

79 – Restinga Arbustiva e Campo de Restinga / Formações

Pioneiras de Infl uência Marinha. Região dos Lagos – RJ

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