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Sons e Ruídos

Leno Tavares Cabral, Rafael Rabelo de Azevedo

Instituto de Estudos Superiores da Amazônia Endereço: Avenida Gov. José Malcher, 1148 – Nazaré – Belém-PA

Renan Rodrigues da Silva

Instituto de Estudos Superiores da Amazônia Endereço: Avenida Gov. José Malcher, 1148 – Nazaré – Belém-PA

Resumo Neste artigo vamos falar sobre os “ruídos”. De maneira geral, e bem simples, falaremos a definição teórica

sala de aulas

do que é o “som”, o mal que faz a pessoa que e expostas altas intensidades de ruídos e como os alunos são prejudicado com a poluição sonora nas dentro das

Defini-se como som, qualquer variação de pressão do ar capaz de sensibilizar o ouvido humano, excitando os nervos auditivos e causando-nos a sensação que conhecemos por audição.

É importante esclarecer que a poluição sonora não é, ao contrário do que pode parecer numa primeira análise, um mero problema de desconforto acústico. O ruído passou a constituir atualmente um dos principais problemas ambientais dos grandes centros urbanos e, eminentemente, uma preocupação com a saúde pública.

A. Preparação do artigo ESTUDO ANALITICO

A partir da fórmula e dos cálculos matemáticos conseguimos observar e entender de forma mais clara como ocorre o fenômeno auditivo, as suas prováveis conseqüências devido ao seu “Mal” uso e algumas curiosidades.

De modo geral o processo físico se dá de acordo uma serie de fenômenos, ou seja,de inicio devemos analisar a intensidade física que é representada pela letra “I”, pois é a partir dela que envolvemos no processo a potência e a área de propaga do som, em seguida o nível sonoro (Ns) entra em questão, pois é apartir dele que vamos poder mostrar se o som está fazendo ou não Mal para a saúde.

Para exemplificar e tornar mais compreensível o entendimento do processo analise escala abaixo. Limiar de

Audibilidadesom ao nível limiar por
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0 DB120 DB
20 HZ20000 HZ

O nível sonoro tem como unidade o BEL(B) que por sua vez temos (de) decibel como seu múltiplo, onde 1B= 10 DB

madeira, etc.)

Antes de falar das causas de exposição ha altas intensidades sonoras e como os “barulhos” prejudicam os alunos nas salas de aula, temos que entender o conceito de som. Som é uma energia que se propaga em ondas, sendo mecânica, precisam de um meio para ser propagar, fazemno através de pequenas oscilações das partículas que o constituem. Seja o meio o ar, líquido ou um sólido. E para que som seja fabricado e necessário uma pressão de um meio elástico qualquer (ar, metais, isolantes, pedaços de

Bem agora que sabemos o conceito básico do som podemos ir para o foco principal do artigo, os ruídos. O ruído é o que mais colabora para a existência da poluição sonora. Em grandes centros urbanos esses ruidos podem chegar a ser insurpotavel, por causa indústrias, canteiros de obras, meios de transporte, áreas de recreação, etc.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) considera que um som deve ficar em até 50 db (decibéis – unidade de medida do som) para não causar prejuízos ao ser humano. A partir de 50 db, os efeitos negativos começam. Alguns problemas podem ocorrer a curto prazo, outros levam anos para serem notados.

Sabemos que nas grandes metrópoles o som extrapola esse limite de 50 db, as conseqüência são insônia, depressão, perda de audição, agressividade, perda de atenção e concentração, perda de memória, dores de cabeça, aumento de pressão arterial, cansaço, gastriti e úlcera, queda de redimento escola e no trabalho e surdez (em casos de exposição à níveis altíssimos de ruído). Para evitar os efeitos nocivos da poluição sonora é importante: evitar locais com muito barulho; escutar música num volume de baixo para médio; não ficar sem protetor auricular em locais de trabalho com muito ruído; escutar walk man ou mp3 player num volume baixo, não gritar em locais fechados, evitar locais com aglomeração de pessoas conversando, ficar longe das caixas acústicas nos shows de rock e fechar as janelas do veículo em locais de trânsito barulhento. ESTUDO ANALITICO

A partir da fórmula e dos cálculos matemáticos conseguimos observar e entender de forma mais clara como ocorre o fenômeno auditivo, as suas prováveis conseqüências devido ao seu “Mal” uso e algumas curiosidades.

De modo geral o processo físico se dá de acordo uma serie de fenômenos, ou seja,de inicio devemos analisar a intensidade física que é representada pela letra “I”, pois é a partir dela que envolvemos no processo a potência e a área de propaga do som, em seguida o nível sonoro (Ns) entra em questão, pois é apartir dele que vamos poder mostrar se o som está fazendo ou não Mal para a saúde.

Para exemplificar e tornar mais compreensível o entendimento do processo analise escala abaixo. Limiar de

Audibilidadesom ao nível limiar por
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0 DB120 DB
20 HZ20000 HZ

O nível sonoro tem como unidade o BEL(B) que por sua vez temos (de) decibel como seu múltiplo, onde 1B= 10 DB ESTUDO ANALITICO

A partir da fórmula e dos cálculos matemáticos conseguimos observar e entender de forma mais clara como ocorre o fenômeno auditivo, as suas prováveis conseqüências devido ao seu “Mal” uso e algumas curiosidades.

De modo geral o processo físico se dá de acordo uma serie de fenômenos, ou seja, de inicio devemos analisar a intensidade física que é representada pela letra “I”, pois é a partir dela que envolvemos no processo a potência, a área de propaga do som e em seguida o nível sonoro (Ns).

Outro assunto que devemos nos conscientiza e a questão dos ruídos dentro da sala de aula. Quando as escolas ficam nos grandes centros e são mal projetadas com certeza os ruído de ônibus, caminhões e buzinas vão dominar a sala de aula, e isso prejudica bastante os professores e alunos. Alunos e professores na Gávea passam por isso eles se queixam constate mente por esses motivos. Quando não é o transito são os próprios alunos que se auto prejudicam com celulares e “fofocas” na hora das aulas.

Trata-se de fato comprovado pela ciência médica os malefícios que o barulho causam à saúde. Os ruídos excessivos provocam perturbação da saúde mental. Além do que, poluição sonora ofende o meio ambiente e, conseqüentemente afeta o interesse difuso e coletivo, à medida em que os níveis excessivos de sons e ruídos causam deterioração na qualidade de vida, na relação entre as pessoas, sobretudo quando acima dos limites suportáveis pelo ouvido humano ou prejudiciais ao repouso noturno e ao sossego público, em especial nos grandes centros urbanos.

Os especialistas da área da saúde auditiva informam que ficar surdo é só uma das conseqüências. Os ruídos são responsáveis por inúmeros outros problemas como a redução da capacidade de comunicação e de memorização, perda ou diminuição da audição e do sono, envelhecimento prematuro, distúrbios neurológicos, cardíacos, circulatórios e gástricos. Muitas de suas conseqüências perniciosas são produzidas inclusive, de modo sorrateiro, sem que a própria vítima se dê conta.

O resultado mais traiçoeiro ocorre em níveis moderados de ruído, porque lentamente vão causando estresse, distúrbios físicos, mentais e psicológicos, insônia e problemas auditivos. Além disso sintomas secundários aparecem: aumento da pressão arterial, paralisação do estômago e intestino, má irrigação da pele e até mesmo impotência sexual.

Estas nocividades estão em função da durabilidade, da repetição e, em especial, da intensidade auferida, em decibéis.

Para Rosane Jane Magrini, a poluição sonora passou a ser considerada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), uma das três prioridades ecológicas para a próxima década e diz, após aprofundado estudo, que acima de 70 decibéis o ruído pode causar dano à saúde. De modo que, para o ouvido humano funcionar perfeitamente até o fim da vida, a intensidade de som a que estão expostos os habitantes das metrópoles não poderia ultrapassar os 70 decibéis estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde.

O nível de ruído entre duas pessoas conversando normalmente se situa entre 30 (trinta) e 35 (trinta e cinco) decibéis.

A Organização Mundial da Saúde, segundo

Rosane Jane Magrini, relata que ao ouvido humano não chega a ser agradável um barulho de 70 decibéis e, acima de 85 decibéis ele começa a danificar o mecanismo que permite a audição. Na natureza, com exceção das trovoadas, das grandes cachoeiras e das explosões vulcânicas, poucos ruídos atingem 85 decibéis.

O ouvido é o único sentido que jamais descansa, sequer durante o sono. Com isso, os ruídos urbanos são motivos a que, durante o sono, o cérebro não descanse como as leis da natureza exigem. Desta forma, o problema dos ruídos excessivos não é apenas de gostar ou não, é, nos dias que correm, uma questão de saúde, a que o Direito não pode ficar indiferente.

Para exemplificar e tornar mais compreensível o entendimento do processo analise escala abaixo.

Audibilidadesom ao nível limiar por
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0 DB120 DB
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O nível sonoro tem como unidade o BEL(B) que por sua vez temos (db) decibel como seu múltiplo, onde 1B= 10 DB

Há de lembrar-se que o mundo do direito não está alheio aos atos lesivos provocados pelo ruído, na medida em que ele atinge a saúde do homem.

Apesar de todos saberem os efeitos da poluição sonora e, inobstante haver Leis Municipais, legislação específica e até outros projetos isolados, de nada adiantam, se a fiscalização dos órgãos competentes, notadamente das Prefeituras, continuarem praticamente inoperantes.

Para que se tenha um melhor entendimento a respeito de como devemos saber se estamos sendo prejudicados ou não pela poluição sonora foi feito um algoritmo que na na forma de fluxograma é apresentado a seguir:

Em decorrência das varias maneiras que estamos sendo prejudicados auditivamente citamos alguns exemplos de fontes de poluição sonora:

A diversidade das fontes causadoras de poluição sonora está se tornando objeto de preocupação do Poder Público e da coletividade.

Parece claro que tudo o que precisa aparecer ou se tornar objeto de conhecimento público o fará com a utilização de recursos de emissão de ruídos.

Para um melhor entendimento trabalhar-se-á de forma isolada as principais fontes de emissão de ruídos excessivos.

No tocante à realização de cultos religiosos surge uma questão interessante, pois em princípio, constitui um direito fundamental do indivíduo, previsto no artigo 5º, inciso VI, da Constituição da República Federativa do Brasil.

No entanto, em que pese aludida garantia, tal preceito não autoriza a poluição sonora. Com efeito, o dispositivo é claro ao assegurar o livre exercício dos cultos religiosos e garantir, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias. Pois bem, deve-se conciliar essa liberdade com a preservação do meio ambiente, objeto da Resolução CONAMA 001/90, que prescreve a observância dos padrões estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

A expressão "na forma da lei" significa, de acordo com a legislação em vigor, que a norma do CONAMA ajusta-se à competência que lhe foi dada pela Lei 6.938/81.

A Resolução 001/90 resolve:

I – A emissão de ruídos, em decorrência de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais ou recreativas, inclusive as de propaganda política, obedecerá, no interesse da saúde, do sossego público, aos padrões, critérios e diretrizes estabelecidos nesta Resolução.

Nem dentro dos templos, nem fora deles, podem os praticantes de um determinado credo prejudicar o direito ao sossego e à saúde dos que forem vizinhos ou estiverem nas proximidades das práticas litúrgicas.

A NBR 10.152 determina que o nível de ruído em igrejas e templos deve ser de, no máximo, 50 decibéis.

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