Conhecendo a Eletricidade

Conhecendo a Eletricidade

(Parte 1 de 7)

Depois do fogo, a maior descoberta do homem. Gerá-la, demonstração de poder. Controlá-la, o maior desafio.

Darlan Milesi Pimenta Pinheiro

Missão do Eletricista:

"Este tem como missão: Instalar circuitos e equipamentos elétricos em edificações, conforme planejamento, projetos e documentos técnicos específicos, de acordo com as Normas Técnicas e Legislação Brasileira em vigor em condições de qualidade e segurança.”

Este Profissional é capacitado para realizar instalações, reparos e manutenções prediais, residenciais e comerciais geral.

Ivan dos Santos

Emendas de condutores Grandezas Elétricas Fundamentais Circuito Elétrico Associação de Resistores Lei de OHM Potência Elétrica Planta Baixa Traçado do Percurso da Instalação Elétrica Sistema de Sobrepor Instalação de Lâmpada Incandescente Eletrodutos Instalação de Lâmpadas comandadas por interruptor de duas seções Interruptor paralelo e Intermediário Magnetismo Eletromagnetismo Iluminação - Lâmpadas Fluorescentes Iluminação - Lâmpadas Vapor de Mercúrio e Mista - Relê Fotoelétrico Interruptor Temporizado - Minuteria Sistema de Aterramento Motor Monofásico Motobomba Monofásica Motor trifásico Bomba Centrífuga Chave Magnética Dispositivos de proteção Projeto de uma Instalação Elétrica

Este material didático (apostila) foi desenvolvido com o objetivo de ser um material de consulta para o aluno. Aqui o aluno irá obter as últimas atualizações referentes à área de eletricidade. Em paralelo a esta, o aluno deverá pesquisar/consultar outros materiais como livros técnicos, apostilas, slides, transparências e palestras técnicas.

Este material é um resumo de vários assuntos referentes a área de eletricidade, de modo que se completa com o auxílio do "caderno de exercícios" e "caderno de diagramas de circuitos elétricos (exercícios complementares)". Como se vê, temos um material bastante rico. Mais, só se completa com o seu esforço, dedicação e a orientação eficaz do seu instrutor em sala de aula e na oficina.

Fig-1 06

A emenda é então coberta com fita isolante.

As emendas em caixa de ligação, também conhecidas como rabo de rato, são feitas enrolando-se a extremidade de um fio no outro. (Fig-02)

A emenda é então apertada com um alicate (fig-03).

Por fim, solda-se e isola-se a emenda.

As emendas com fios grossos, ou seja de seção superior a 4mm2 são feitas ligando-se as pontas dos condutores com fios finos de cobre (fig.04).

A emenda é então soldada e isolada como mostra a figura ao lado (fig.05).

Fig-2

Fig-3 Fig-4

Fig-5

As emendas de cabos são feitas seguindo a sequência mostrada nas ilustrações a seguir (fig.06).

Fig-6

A emenda de cabos em derivação é feita como mostra a figura a seguir (fíg.07).

CONECTORES ESPECIAIS Fig-7

As emendas de condutores podem ser feitas por meio de conectores especiais (fig.8 )

Fig-8

Esses conectores também são usados para emendar condutores de grande diâmetro (cabos). A pressão exercida pelos.parafusos garante resistência mecânica e bom contato eletrico, dispensando a solda.

Bornes são terminais de conexão que unem fios ou cabos por meio de parafusos. A ligação dos condutores a bornes de aparelhos ou dispositivos também deve assegurar resistência mecânica adequada e contato eletrico perfeito e permanente.

Esse tipo de ligação pode ser feito por meio de olhai colocado de tal modo que, ao se apertar o parafuso, ele não se abra( fig.12).

A base conectora ( ou borneira ) é um conjunto de bornes colocados em uma única peça (fig13).

Fig-13

Ela é empregada em quadros de distribuição e de comando e em máquinas onde os condutores de entrada e saída são agrupados. Para facilitar as ligações e a identificação de defeitos, os condutores devem ser identificados por meio de números de acordo com o diagrama eléírico.

As bases conectoras podem ser de plástico ou de porcelana ( também chamadas de dados). Dentro dessas bases alojam-se os contatos e os parafusos de latão. Elas são dimensionadas de modo a interligar condutores de até 25 mm2 de seção.

As bases de plástico são facilmente seccionáveis.

As bases de porcelana podem ser unipolares (um pólo), bipolares (dois pólos) ou tripolares (três pólos) (fig.14).

Fig-14 09

Os bornes individuais, normalmente para montagem em perfilados (NBR-5370 ) são usados em instalações elétricos industriais ou telefónicas.

Além dos bornes para instalação normal, esse tipo de base conectora pode ter uma tomada para testes (fig.15).

e 67% de estanhoSua temperatura de fusão é de 170°C.

A solda fraca é uma liga de chumbo na proporção de 3% de chumbo

É encontrada comercialmente sob a forma de barras com aproximadamente 35 cm de comprimento ou de fios enrolados em carretéis (fig.16).

Para permitir um escorrimento mais fácil do metal da solda sobre os pontos a serem soldados, os fios de solda possuem um núcleo de resina, como breu, por exemplo.

Fig-15

Fig-16 10

A solda fraca é aplicada com auxílio do soldador elétrico.

A potência do ferro de solda depende da "massa" do que vai ser soldado. A soldagem entre superfícies metálicas grandes exige ferros de soldar de maior potência porque estes produzem maior quantidade de calor.

Para que a soldagem seja bem feita, os elementos que precisam ser soldados devem estar limpos e recobertos com desoxidante na forma de pastas de soldar não-ácidas.

A ponta do soldador deve estar bem estanhada e com a temperatura adequada. Se o soldador estiver muito quente, o estanho se vaporizará, impedindo a soldagem.

Durante o processo de soldagem, a emenda deverá ficar firme e imóvel e o estanho deve "escorrer" sobre ela.

O ferro de soldar, por sua vez, deverá ficar por baixo da emenda a fim de aquecê-la e permitir a solda.

Terminada a soldagem, a emenda não deve ser movida até que adquira uma cor prateada opaca. Em seguida, ela deve ser limpa com pano ou estopa umedecida em álcool

Quando se necessita cobrir emendas de condutores ou refazer o isolamento original de um condutor, ou seja, aquele que já vem com o fio, utiliza-se a fita isolante

(Parte 1 de 7)

Comentários