Plantas medicinais

Plantas medicinais

São plantas que possuem propriedades reconhecidas de cura, prevenção ou tratamento sintomático de doenças, validadas em estudos. (ARNOUS et al; 2005).

  • São plantas que possuem propriedades reconhecidas de cura, prevenção ou tratamento sintomático de doenças, validadas em estudos. (ARNOUS et al; 2005).

Histórico;

  • Histórico;

  • Importância;

  • Problemas primários;

  • Custos;

  • Expansão do comércio.

Conhecer algumas das plantas medicinais mais utilizadas popularmente pelas comunidades dos bairros Dehon e Morrotes, durante as visitas domiciliares realizadas na disciplina de Estágio II;

  • Conhecer algumas das plantas medicinais mais utilizadas popularmente pelas comunidades dos bairros Dehon e Morrotes, durante as visitas domiciliares realizadas na disciplina de Estágio II;

  • Pesquisar e transmitir para a comunidade riscos e benefícios, forma de preparo, coleta, armazenamento das

  • bplantas medicinais.

1. Assa-peixe

  • 1. Assa-peixe

  • 2. Arnica

  • 3. Babosa

  • 4. Boldo

  • 5. Cana cidreira

  • 6. Espinheira Santa

  • 7. Gengibre

Nome científico: Vernonia polyanthes Less

  • Nome científico: Vernonia polyanthes Less

  • Nome popular: Assa-peixe, chamarrita, assapeixe-branco, cambará-guaçu, cambará-açu, cambará-branco.

  • Parte utilizada: Folhas (broto).

  • Indicações: Antiinflamatório; Bronquite; Hipotensor; Estados gripais; Diuréticos.

  • Posologia: Infusão com 3 colheres de sopa de folha fresca.

Nome científico: Solidago chilensis Meyen.

  • Nome científico: Solidago chilensis Meyen.

  • Parte utilizada: Flor e rizoma.

  • Indicações: Antiinflamatória; gastroprotetor; antimicrobiano; cicatrizante.

  • Posologia: infusão com 1 colher de planta bem picada e fazer compressa.

Nome cientifico: Aloe vera (L.) Burm. F.

  • Nome cientifico: Aloe vera (L.) Burm. F.

  • Parte utilizada:  gel das folhas frescas. 

  • Indicações: Cicatrizante e reconstituinte em lesões térmicas (isquemia, queimaduras), radiativas (queimaduras, dermatites, telangectasia). Emoliente em psoríase, eczemas, dermatites seborréicas, furúnculos.

  • Posologia: uso tópico do gel 3 vezes ao dia.

Nome cientifico: Plectranthus barbatus Andr

  • Nome cientifico: Plectranthus barbatus Andr

  • Nomes Populares: Boldo, boldo-do-chile

  • Indicações: gastrite, dispesia, úlceras gástricas, litíase biliar, ressaca e cefaléia

  • Parte utilizada: Folhas.

  • Posologia: infusão com 3 a 4 folhas, tomar 1 xicara 2 ou 3x dia

Nome cientifico: Cymbopogon citratus Stapf.,

  • Nome cientifico: Cymbopogon citratus Stapf.,

  • Nomes populares: capim-limão, cana de cheiro, cana do brejo.

  • Parte utilizada: Folha.

  • Indicações: Calmante, Analgésica e Antiespasmódica.

  • Posologia: Infusão de 4 xicaras de folhas picadas, tomar a vontade.

Nome científico: Maytenus officinalis Mabb.

  • Nome científico: Maytenus officinalis Mabb.

  • Parte usada: folhas

  • Indicações: Úlceras gástricas e duodenais, gastrites. Digestão lenta. Constipação intestinal. Cicatrizante (em uso externo).

  • Contra indicações: a espinheira santa é uma planta abortiva, e durante a lactação diminui a secreção de leite.

  • Interações: A administração concomitante de espinheira-santa com bebidas alcoólicas não é recomendada.

  • Posologia: Infusão de 5g para cada xicara, tomar 3 x dia.

Nome cientifico: Zingiber officinale Roscoe

  • Nome cientifico: Zingiber officinale Roscoe

  • Indicações: Gripes, resfriados, bronquites. Irritação e inflamação da garganta, rouquidão. Digestão lenta, plenitude pós-prandial, gastrites e epigastralgias, flatulência, refluxo gastresofágico.

  • Parte Utilizada: Rizoma.

  • Posologia: Decocção, cozinhar por 10 minutos uma colher de chá de rizoma triturada em uma xicara de chá de água.

Nome cientifico: Rhamnus purshiana

  • Nome cientifico: Rhamnus purshiana

  • Indicações: corrigi a obstipação intestinal, através de uma ação laxativa e do aumento do tônus do cólon. Produz uma excitação intestinal leve, regulando o peristaltismo.

  • Parte Utilizada: Cascas do caule e dos ramos além das raízes.

Nome Cientifico: Mikania glomerata Spreng.

  • Nome Cientifico: Mikania glomerata Spreng.

  • Parte utilizada: folhas.

  • Indicações: antiasmática, antiespasmódica, antigripal, antiinflamatória, antimicrobiana, calmante e expectorante.

  • Posologia: Infusão com 4 a 6 folhas para uma xicara de água fervente. Tomar uma xicara 2 a 3x/dia.

Nome cientifico: Phyllanthus niruri L.

  • Nome cientifico: Phyllanthus niruri L.

  • Parte utilizada: Todas as partes da planta.

  • Indicações: Litíase renal e cólica nefrética. Hepatite B.

  • Contra indicações: gravidez e amamentação.

  • Posologia: Infusão de 30 a 40g de planta fresca. Tomar uma xicara 3x/dia.

Nome Cientifico: Zea mays L.

  • Nome Cientifico: Zea mays L.

  • Indicações: Cistite, uretrite, litíase renal e diurético.

  • Parte utilizada: estigmas secos.

Nome científico: Cassia occidentalis (L.) Indicações: Constipação por inércia intestinal. Hemorróida, fissura renal, purgativo.

  • Nome científico: Cassia occidentalis (L.) Indicações: Constipação por inércia intestinal. Hemorróida, fissura renal, purgativo.

  • Parte utilizada: Folíolo.

  • Posologia: Infusão de 1 a 2g de folhas por xicara/dia.

  • Contra-indicações: Gravidez, aleitamento, enterite, apendicite, cistite, obstrução intestinal e dores. Não é recomendado para crianças.

Nome científico: Bauhinia forficata Link

  • Nome científico: Bauhinia forficata Link

  • Nome popular: Pata-de-vaca, unha-de-vaca,

  • Indicações: Diabetes melito tipo II

  • Posologia: Planta seca: 2 a 5g/dia.

  • Interações medicamentosas: Potencializa insulina e medicamentos antidiabéticos.

Nome científico: Ginkgo biloba L.

  • Nome científico: Ginkgo biloba L.

  • Indicações do Ginkgo biloba: Para otimizar a memória.No tratamento de zumbidos e vertigens.

  • Parte utilizada: folhas.

  • Efeitos colaterais: o contato com a parte externa da semente e com a casca da árvore pode causar náuseas e dermatites de origem alérgica.

ARNICA

  • ARNICA

  • BABOSA

  • CONFREI

  • CALÊNDULA

“NATURAL”;

  • “NATURAL”;

  • O uso de uma planta não deve ser repetido continuadamente por mais de 30 dias;

  • Erros na identificação da espécie;

  • Uso de quantidade excessivas de determinadas plantas;

  • Preparo e do uso inadequado.

Cultivo;

  • Cultivo;

  • Coleta;

  • Armazenagem;

  • Preparo;

  • Quantidades;

  • Tempo.

O melhor é desenvolver uma horta de plantas medicinais e aí cultivar as plantas básicas de cada área, segundo a pesquisa de dados (etnobotânica) realizada previamente.

  • O melhor é desenvolver uma horta de plantas medicinais e aí cultivar as plantas básicas de cada área, segundo a pesquisa de dados (etnobotânica) realizada previamente.

  • Selecionar espécie;

  • Local;

  • Solo;

Não coletar plantas na beira de rios, córregos poluídos e nem na margem de estradas;

  • Não coletar plantas na beira de rios, córregos poluídos e nem na margem de estradas;

  • Quando coletar folhas não arrancar todas de um galho apenas, desprezando folhas furadas, mofadas, etc...

Flores e folhas, devem ser colocadas à sombra para secar em local ventilado, limpo e em camadas finas. Três a cinco dias são suficientes. Outro método é pendurar os galhos de flores e folhas em um varal, até que sequem.

  • Flores e folhas, devem ser colocadas à sombra para secar em local ventilado, limpo e em camadas finas. Três a cinco dias são suficientes. Outro método é pendurar os galhos de flores e folhas em um varal, até que sequem.

  • As cascas, devem ser lavadas com água corrente ligeiramente raspadas para retirar a superfície impregnada de poeira, lodo ou insetos e depois devem ser colocadas ao sol para secar.

  • Raízes, devem ser lavadas e colocadas para secar.

  • Sementes, devem ser colhidas de frutos maduros e sadios, limpos por peneiração ou lavagem e secas ao sol. São as partes vegetais que apresentam maior durabilidade.

É preciso CONHECER a planta e saber quais as partes que são utilizadas: raiz, entrecasca, folhas, planta inteira, frutos e sementes.

  • É preciso CONHECER a planta e saber quais as partes que são utilizadas: raiz, entrecasca, folhas, planta inteira, frutos e sementes.

Modo de preparo

  • Modo de preparo

  • Despejar água fervente sobre as ervas secas ou frescas, cobrir, deixar descansar por 10 minutos depois coar.

  • DECOCÇÃO

  • Modo de preparo

  • Deixar cozinhar por mais ou menos 10 minutos as partes das plantas secas ou frescas em água depois coar.

É importante saber quanto se deve tomar um preparo a base de plantas. Não se pode abusar da dosagem.

  • É importante saber quanto se deve tomar um preparo a base de plantas. Não se pode abusar da dosagem.

Saber onde coletar;

  • Saber onde coletar;

  • Como coletar;

  • Quando coletar

  • Como secar e conservar;

  • Que parte da planta utilizar;

Importância da educação da população em saber usar e preparar plantas medicinais;

  • Importância da educação da população em saber usar e preparar plantas medicinais;

  • Profissionais de saúde conhecedores de plantas e dos costumes da população;

  • Horta Comunitária;

  • “Farmácia Verde”.

OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi; AKISUE, Maria Kubota. Farmacognosia. São Paulo: Livr. Atheneu, 1996. 412p.;

  • OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi; AKISUE, Maria Kubota. Farmacognosia. São Paulo: Livr. Atheneu, 1996. 412p.;

  • Monografias - contendo informações etnofarmacológicas, dados químicos e dados de estudos pré-clínicos e clínicos, realizadas por pesquisadores credenciados pelo CNPq ou equivalente;

  • SIMÕES, Cláudia Maria Oliveira; SCHENKEL, Eloir Paulo; GOSMANN, Grace. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 3. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC; Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2001. 833 p.

  • LIMA, Darcy Roberto,. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia 1994. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994. 1116 p.

  • SAAD, Glaucia de Azevedo; LEDA, Paulo Henrique de Oliveira; SÁ, Ivone Manzali; SEIXLACK, Antonio Carlos de Carvalho. Fitoterapia Contemporânea: Tradição e ciência na prática clínica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

  • LORENZI, Harri; MATOS, F.J. Abreu. Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. 2 ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2008.

  • CAGRO Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/cagro/v31n1/v31n1a12.pdf Acesso em: 28 Ago de 2009.

  • EMBRAPA Disponível em: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/recursos/FLO_Etnob_Cerrado_MGID-0zWHltLEGY.pdf Acesso em: 28 Ago de 2009.

CIÊNCIA FARMÁCIA Disponível em: http://serv-bib.fcfar.unesp.br/seer/index.php/Cien_Farm/article/viewFile/354/339 - Acesso em: 28 Ago de 2009.

  • CIÊNCIA FARMÁCIA Disponível em: http://serv-bib.fcfar.unesp.br/seer/index.php/Cien_Farm/article/viewFile/354/339 - Acesso em: 28 Ago de 2009.

  • USP Disponível em: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ Acesso em: 28 Ago de 2009.

  • UFMS Disponível em: http://www.ufms.br/horta/plantas_medicinais.htm Acesso em: 28 Ago de 2009.

  • AGAPEHOLOS Disponível em: http://www.agapeholos.org/Biblio133.htm Acesso em: 28 Ago de 2009.

  • FARMÁCIA UFG Disponível em: http://www.farmacia.ufg.br/revista/_pdf/vol3_2/artigos/ref_v3_2-2006_p36-41.pdf Acesso em: 28 Ago de 2009.

  • UER Disponível em: http://www.uerr.edu.br/revistas/remgads/uploads/c881ba82-2317-4bc2.pdf Acesso em: 28 Ago de 2009.

  • MANDAMENTOS Disponível em: http://www.ccs.ufpb.br/pet-farmacia/dezmand.htm Acesso em: 28 Ago de 2009.

  • PLANTAS MEDICINAIS Disponível em: http://www.saude.rio.rj.gov.br/media/cuidados_plantas_medicinais Acesso em: 28 Ago de 2009.

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