Hidrologia florestal aplicada ao manejo de bacias hidrográficas

Hidrologia florestal aplicada ao manejo de bacias hidrográficas

(Parte 1 de 9)

Departamentode Ciências Florestais
Piracicaba–––––––– São Paulo
HIDROLOGIAFLORESTAL APLICADA AO
MANEJODE BACIAS HIDROGRÁFICAS
Walterde Paula Lima

Escola Superior de Agricultura ““““““““Luiz de Queiroz”””””””” Piracicaba, dezembro de 2008

HIDROLOGIA FLORESTAL APLICADA AO MANEJO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS Walter de Paula Lima

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SUMÁRIO APRESENTAÇÃO v

QUESTÕES3

CAPÍTULO I. O QUE É MANEJO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS 1 CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO À HIDROLOGIA FLORESTAL 5 2.1. A CIÊNCIA HIDROLOGIA 5 2.2. DESENVOLVIMENTO DA HIDROLOGIA FLORESTAL 9

2.3. TERMINOLOGIA, UNIDADES E TRANSFORMAÇÕES EM

HIDROLOGIA FLORESTAL 13

2.4.1. Medição de distâncias20

2.3.1. As Unidades 13 2.3.2. O Sistema Internacional de Unidades (SI) 13 2.3.3. Outras Unidades Utilizadas em Hidrologia Florestal 15 2.3.4. Unidades Usadas em Análise de Qualidade da Água 18 2.3.5. As Grandezas Físicas mais comum em Hidrologia Florestal 18 2.3.6. Outras Expressões e Constantes Úteis 19 2.4. MEDIÇÕES EM MAPAS TOPOGRÁFICOS 20 2.4.2. Medição da declividade 21 2.4.3. Medição de Área 21 2.5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 2 2.6. QUESTÕES 23

3.6QUESTÕES 43

CAPÍTULO I. CICLO HIDROLÓGICO E BALANÇO HÍDRICO 29 3.1. IMPORTÂNCIA DA ÁGUA 29 3.2. CARACTERÍSTICAS DA ÁGUA 31 3.3. O CICLO HIDROLÓGICO 36 3.4. BALANÇO HÍDRICO 37 3.4.1. Balanço Hídrico Global 37 3.4.2. Balanço Hídrico dos Continentes 38 3.4.3. Balanço Hídrico de Bacias Hidrográficas 40 3.5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 42 CAPÍTULO IV. ANÁLISE FÍSICA DA BACIA HIDROGRÁFICA 46 4.1. CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DE BACIAS HIDROGRÁFICAS 46 4.2. PARÂMETROS FÍSICOS DE BACIAS HIDROGRÁFICAS 49 4.2.1. Área 49 4.2.2. Densidade de Drenagem 52 4.2.3. Forma da Bacia 53

4.2.4. Declividade e Orientação 54 4.2.5. Altitude Média 56 4.2.6. Razão de Bifurcação 57 4.2.7. Lei do Comprimento dos Canais 59 4.3. O ECOSSISTEMA BACIA HIDROGRÁFICA 60 4.4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 61 4.5. QUESTÕES 62

CAPÍTULO V. PRECIPITAÇÃO 64 5.1. FORMAS DE PRECIPITAÇÃO 64 5.2. CAUSAS DA PRECIPITAÇÃO 65 5.3. MEDIÇÃO DA CHUVA 6 5.3.1. Fundamentos: 6 5.3.2. Análise Pontual 6

5.4. CÁLCULO DA PRECIPITAÇÃO MÉDIA PARA UMA

MICROBACIA. 72

5.5. ANÁLISE DE FREQUÊNCIA 7 5.6. INFLUÊNCIAS DA FLORESTA 78 5.7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 83 5.8. QUESTÕES 84

CAPÍTULO VI. INTERCEPTAÇÃO DA CHUVA PELA FLORESTA 87 6.1. INTRODUÇÃO 87 6.2. O PROCESSO INTERCEPTAÇÃO 8 6.3. INFLUÊNCIA DA FLORESTA 91 6.4. INTERCEPTAÇÃO E TRANSPIRAÇÃO 93 6.5. MEDIÇÃO DA INTERCEPTAÇÃO 94 6.6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 96 6.7. QUESTÕES 100

FLORESTADAS 102

7.4.1.1. Conceitos 110 7.4.1.2. Influências da floresta 115 7. 4.2. Movimento da Água no Solo 116 7.5. MEDIÇÃO DA ÁGUA DO SOLO 122

7.5.2. Métodos de Medição da Água do Solo 124

7.5.2.1 Conteúdo Gravimétrico de Água (U%) 124

7.5.2.2.3. Infiltração em Bacias Hidrográficas 128

7.5.2.3. Potencial Matricial da Água do Solo 130

7.6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 131

CAPÍTULO VIII. CONSUMO DE ÁGUA POR ESPÉCIES FLORESTAIS 138

8.2. BALANÇO DE ENERGIA 139

8.2.1. Balanço de Energia de uma Superfície 139

8.2.2. Balanço de Energia em Florestas 144

8.3. O PROCESSO EVAPORAÇÃO 149

8.6. EVAPOTRANSPIRAÇÃO COMO COMPONENTE DO BALANÇO HÍDRICO DE UMA MICROBACIA HIDROGRÁFICA.

8.7. MEDIÇÃO DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO 159

8.8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 166

FLORESTAIS 171

9.3. COMPONENTES DO DEFLÚVIO 173

9.4. FATORES QUE AFETAM O DEFLÚVIO 178

9.5. GERAÇÃO DO ESCOAMENTO DIRETO EM MICROBACIAS 179

9.6. MEDIÇÃO DO DEFLÚVIO 182

9.7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 188 iv

CAPÍTULO X. MANEJO FLORESTAL E QUALIDADE DA ÁGUA 191 10.1. INTRODUÇÃO 191

10.2. DETERMINAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA: O

PROBLEMA DA AMOSTRAGEM 194

10.3. REVISÃO DA QUÍMICA APLICADA À ANÁLISE DE

QUALIDADE DA ÁGUA 196

10.4. PARÂMETROS FÍSICOS DE QUALIDADE DA ÁGUA 204

10.5. OCORRÊNCIA E MEDIÇÃO DE N, P, K, Ca, Mg, Fe E Na

EM ÁGUAS NATURAIS 218

10.6. CICLAGEM DE NUTRIENTES EM BACIAS

HIDROGRÁFICAS FLORESTADAS 223

10.7. INCORPORANDO O CONTROLE DA QUALIDADE DA

ÁGUA NAS PRÁTICAS DE MANEJO FLORESTAL 226

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