Diagnostico da sub-bacia do mutuca - nova lima

Diagnostico da sub-bacia do mutuca - nova lima

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INSTITUTO UNA DE TECNOLOGIA - UNA TEC

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

PROJETO APLICADO AS CIÊNCIAS AMBIENTAIS

DIAGNÓSTICO DO CÓRREGO DA MUTUCA

Agnes SantosAlexandra FerreiraDanielle Torres Gustavo GarciaMarcos SilvaNaiara Rodrigues Rodrigo SimõesVaneide PereiraVanessa Carvalho

Turma: 1ºA

Belo Horizonte/MG

1º Semestre – 2009

INSTITUTO UNA DE TECNOLOGIA - UNA TEC

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

PROJETO APLICADO AS CIÊNCIAS AMBIENTAIS

DIAGNÓSTICO DO CÓRREGO DA MUTUCA

Trabalho interdisciplinar apresentado a Disciplina Projeto Aplicado como requisito parcial para obtenção de certificado no primeiro módulo do curso Superior em Tecnologia de Gestão Ambiental.

Orientador: Carolina Scott

Componentes: Agnes Santos, Alexandra Ferreira, Daniele Torres, Gustavo Henrique Garcia, Marcos Vinicius Silva, Naiara Rodrigues, Rodrigo Simões, Vaneide Pereira, Vanessa Carvalho

Belo Horizonte/MG

1º Semestre – 2009

SUMÁRIO

RESUMO

LISTAS PAGINA

1 INTRODUÇÃO 3

    1. Pergunta Problema 3

    2. Objetivo Geral 3

    3. Objetivos específicos 3

  1. REFERENCIAL TEÓRICO 4

2.1 Bacia Hidrográfica 4

2.2 Mata Ciliar 5

2.3 Mata Atlântica e Cerrado 5

2.4 Clima 6

2.5 Relevo e Geologia 6

  1. METODOLOGIA 8

  2. RESULTADOS 9

  3. CONCLUSÃO 14

  4. RESUMO DE PALAVRAS CHAVES 16

  5. BIBLIOGRAFIA 17

  6. ANEXOS 18

1 INTRODUÇÃO

O presente estudo tem como objeto de pesquisa a Sub-bacia do Córrego da Mutuca localizada no município de Nova Lima região metropolitana de Belo Horizonte, no Vale do Mutuca dentro dos limites da APA SUL.

Esta bacia encontra-se em uma região de grande crescimento populacional resultante de processos migratórios diversos, além do crescimento natural da população; onde estão instalados alguns condomínios residenciais e onde também temos o Manancial do Córrego da Mutuca, Área de Preservação Ambiental inserida no Parque Estadual do Rola-Moça.

O Córrego da Mutuca é o principal contribuinte da barragem da Estação de Tratamento de Água do Sistema do Morro Redondo.

    1. Pergunta Problema

Quais elementos bióticos e abióticos visíveis que compõem a bacia do Córrego da Mutuca?

1.2 Objetivo Geral

O objetivo deste estudo é fazer um diagnostico simples e do Córrego da Mutuca que faz parte da bacia do Rio das Velhas procurando atingir os objetivos específicos.

    1. Objetivos Específicos

Para que o diagnóstico nos dê subsídios para responder a pergunta problema, faremos um levantamento detalhados de campo e pesquisa buscando as seguintes informações:

- Levantar qual tipo de cobertura vegetal da região onde o córrego se encontra e analisar visualmente nível de preservação da mata ciliar;

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- Verificar visualmente a flora e fauna no local e que animais podem ser encontrados neste córrego;

- Identificar qual relevo e tipo de clima desta região e se possível identificar algum tipo de rocha ou material geológico no local;

  1. REFERENCIAL TEÓRICO

Para elaborar o diagnostico da bacia hidrográfica do Córrego da Mutuca, se faz necessário buscar referencial teórico para nortear o levantamento das características físicas e bióticas deste bioma. Faremos uso de conceitos para identificarmos quais os pontos que devemos observar na visita de campo para que estejam descritos e identificados corretamente no relatório de diagnóstico da Bacia.

2.1 Bacia Hidrográfica

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Bacia hidrográfica ou bacia de contribuição de uma seção de um curso d’água é a área geográfica coletora de água de chuva que escoando pela superfície do solo, atinge a seção considerada. (PINTO et al . 1976, p.182), é uma declividade do terreno que colhe toda chuva que é escoada pela superfície e delimitada por divisores de água que são caracterizados como sendo uma linha imaginária que separa duas bacias hidrográficas, ligando as maiores altitudes do relevo, ou seja, é formado pela linha divisória de cumeada ou linha de crista que desenha o terreno (FITZ, 2005, p.132). A área ocupada por um rio principal e todos os seus tributários, cujos limites constituem as vertentes, que por sua vez, limitam outras bacias Fitz (Apud OLIVEIRA, 1993).

Os principais elementos componentes das bacias hidrográficas são os “divisores de água” – cristas das elevações que separam a drenagem de uma e outra bacia, “fundos de vale” – áreas

adjacentes a rios ou córregos e que geralmente sofrem inundações, “sub-bacias” – bacias

menores, geralmente de alguma afluente do rio principal, “nascentes” – local onde a água subterrânea brota para a superfície formando um corpo d’água, “áreas de descarga” – locais onde a água escapa para a superfície do terreno, vazão, “recarga” – local onde a água penetra no solo recarregando o lençol freático, e “perfis hidrogeoquímicos” ou “hidroquímicos” – características da água subterrânea no espaço litológico. (FARIA, 2008, p. 188)

“A nascente faz parte de uma bacia hidrográfica que compreende uma área geográfica natural delimitada pelos pontos mais altos do relevo - divisores de água – dentro da qual, a água proveniente das chuvas é drenada superficialmente por um curso de água principal atá a saída da bacia ou foz” (SOUZA, 2002, P.178)

A Bacia Hidrográfica, portanto depende de fatores climáticos, geográficos, químicos e biológicos para sua sustentação, fatores estes que seguem nos tópicos a seguir:

2.2 Mata Ciliar

A vegetação que se localiza na margem dos rios e lagos exerce função de proteção, filtragem e amortecimento dos impactos provenientes dos ambientes que circundam o ecossistema aquático Primack (Apud JORGENSEN & LOFLFLER, 1995).

A mata ciliar tem essa função de proteger o curso d’água, controlar a erosão, assoreamento, inundações, desertificação, conservar o solo, melhorar a qualidade da água, ajudar a manter uma diversidade biológica no local, podendo servir como corredor ecológico (áreas onde dois ecossistemas se comunicam permitido que as diferentes espécies convivam e interajam)

2.3 Mata Atlântica e Cerrado

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O cerrado é o segundo maior bioma brasileiro quanto à vegetação caracteriza-se pela presença de pequenos arbustos e árvores retorcidas, com casca grossa e folhas recobertas por pêlos, já a mata atlântica apresenta árvores com folhas largas e perenes, grande diversidade de espécies vegetais como o Ipê, cedro, palmiteiro e Jequitibá.

2.4 Clima

Segundo FERREIRA, Aurélio (2004) clima é o conjunto de condições metereológicas (temperatura, ventos etc.) típicas do estado médio da atmosfera num ponto da superfície terrestre. Refere-se às características da atmosfera já inferidas de observações contínuas durante um longo período. (Ayoade, 1983).

O clima é influenciado também pelas características físicas e biológicas do meio. Os fatores climáticos correspondem àquelas características geográficas estáticas diversificadas da paisagem, como latitude, altitude, relevo, vegetação, continentalidade/ maritimidade e atividades humanas. (Mendonça, 2007, p. 41)

Os elementos climáticos são definidos pelos atributos físicos que representam as propriedades da atmosfera geográfica de um dado local. Os mais comumente utilizados para caracterizar a atmosfera geográfica são a temperatura, a umidade e a pressão, que, influenciados pela diversidade geográfica, manifestam-se por meio de precipitação, vento, nebulosidade, ondas de calor e frio, entre outros. (Mendonça, 2007, p. 41)

“A Climatologia constitui o estudo científico do clima. Ela trata dos padrões de comportamento da atmosfera em suas interações com as atividades humanas e com a superfície do Planeta durante um longo período de tempo.” (Mendonça, 2007, p. 15).

2.5 Relevo e Geologia

Pode-se definir como relevo o conjunto das diferenças de nível da superfície terrestre (FERREIRA, 2007, p.695) com formações geológicas como, por exemplo, Montanhas, Planícies, Serras, Penhascos, Vales etc.

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Geologia é a ciência natural que, através das ciências exatas e básicas (Matemática, Física e Química) e de todas as suas ferramentas, investiga o meio natural do planeta, interagindo inclusive com a Biologia em vários aspectos. Geologia e Biologia são as ciências naturais que permitem conhecer o nosso habitat e, por conseqüência, agir de modo responsável nas atividades humanas de ocupar, utilizar e controlar os materiais e os fenômenos naturais. (TOLEDO, 2004, p.3)

2.6 Cartografia

A Cartografia é a organização, apresentação, comunicação e utilização da geo-informação nas formas gráfica, digital ou tátil. Pode incluir todas as etapas desde a apresentação dos dados, até o final da criação de mapas e produtos relacionados com a informação espacial.

Segundo Nogueira (2008), mapa significa uma forma de levantamento de dados e de apresentá-las, ou ainda um instrumento facilitador para a compreensão da estrutura de um fenômeno qualquer, que pode ou não ser geográfico.

Dentre os diversos componentes de um mapa, um dos elementos fundamentais, para o seu bom entendimento e uso eficaz, é a escala. Pode-se definir escala como sendo a relação ou proporção existente entre as distancias lineares representadas em um mapa, e aquela existentes no terreno, ou seja, na superfície real. (Fitz, 2005, p.27)

A escolha da escala mais adequada deve seguir dois preceitos básicos que dizem respeito:

  • ao fim a que se aplica o produto obtido, ou seja, à necessidade ou não de precisão e detalhamento do trabalho efetuado; e

  • à disponibilidade de recursos para impressão, ou seja, basicamente com relação ao tamanho do papel a ser impresso. (Fitz, 2005, p.35)

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