Introdução aos Métodos Instrumentais de Análises Químicas

Introdução aos Métodos Instrumentais de Análises Químicas

(Parte 1 de 6)

Centro de Ciências Exatas e da Natureza Centro de Ciências Exatas e da Natureza

Departamento de Qu Departamento de Quíí mica mica

Disciplina: Disciplina:

Qu Quíí mica Anal mica Analíí tica I tica I

Ministrante: Ministrante:

Prof. Prof.

Edvan Edvan

Cirino da Silva Cirino da Silva

João Pessoa João Pessoa -- PB PB

E-- mail: mail: edvan @quimica. ufpb. br edvan @quimica. ufpb. br

Introdu Introduçç ão aos M ão aos Méé todos todos

Instrumentais de An Instrumentais de Anáá lise Qu lise Quíí mica

Bibliografia Bibliografia

1. Apostila de Química AnalíticaInstru mental

2. D. A. Skooge J. J. Leary -“Princípiosde Análise

Instru mental ” – 5a Edição–ArtmedEditoraS.A. Porto

3. Otto Alcides Ohlweiler-“Fundamentos de Análise

Instrumental”-Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, Brasil, 1981.

4. M. L. S. S. Gonçalves -“Métodos Instrumentais para

Análises de Soluções -Análise Quantitativa”, Fundação CalousteGulbenkian, Lisboa, Portugal, 1990.

Bibliografia Bibliografia

Bibliografia Bibliografia

VALOR ATUAL:R$ 189,0 HOMEPAGE: http://www. artmed. co m. br/WEB- PRODUTOS/resultado_ busca. aspx

AMOSTRA ANAL AMOSTRA ANALÍÍ TICA TICA –– pequena por pequena porçç ão do material objeto da an ão do material objeto da anáá lise qu lise quíí mica mica que representa a compo que representa a compo si siçç ão m ão méé dia qualitativa e dia qualitativa e quantitativa da popula quantitativa da populaçç ão. ão.

ão
ão

AMOSTRAGEM AMOSTRAGEM –– conjunto de opera conjunto de operaçç ões para obter uma pequena por ões para obter uma pequena porçç

(a mostra) (a mostra) representativa da composi representativa da composiçç ão m ão méé dia do todo. dia do todo.

ANALITO ANALITO –– esp espéé cie qu cie quíí mica ( mica (cá lcio, por exemplo lcio, por exemplo ) presente na amostra (

) presente na amostra ( p. e. p. e. , leite leite ) cuja concentra

) cuja concentraçç ão se deseja determinar em uma an ão se deseja determinar em uma anáá lise. lise.

TICO (ou SINAL) TICO (ou SINAL)--

Resposta instrumental Resposta instrumental à propriedade do analito propriedade do analito

(absorbância, intensidade de emissão, etc.) (absorbância, intensidade de emissão, etc.)

MATRIZ MATRIZ –– engloba todos os constituintes de amostra. Logo, al engloba todos os constituintes de amostra. Logo, aléé m do analito a m do analito a matriz cont matriz contéé m os outros componentes chamados m os outros componentes chamados ““ conco mitantes conco mitantes””. .

SENSIBILIDADE SENSIBILIDADE –– capacidade de um instrumento em distinguir entre capacidade de um instrumento em distinguir entre pequenas diferen pequenas diferençç as na concentra as na concentraçç ão de um analito. ão de um analito.

LIMITE DE DETEC LIMITE DE DETECÇÇ ÃO ÃO –– é o menor n o menor níí vel de concentra vel de concentraçç ão ão (ou quantidade) (ou quantidade) de analito detect de analito detectáá vel por um instrumento. vel por um instrumento.

SELETIVIDADE SELETIVIDADE –– refere refere-- se ao quão um m se ao quão um méé todo anal todo analíí tico est tico estáá livre de livre de interferências de outras esp interferências de outras espéé cies presentes na matriz. cies presentes na matriz.

Ter minologias Ter minologias

An Anáá lise Qu lise Quíí mica mica

An Anáá lise Qu lise Quíí mica mica

Co mposi Co mposiçç ão qu ão quíí mica de amostras mica de amostras

Mé todo Qualitativo todo Qualitativo Mé todo Quantitativo todo Quantitativo

Identifica esp Identifica espéé cies qu cies quíí micas micas

Atômicas Atômicas

Moleculares Moleculares

An Anáá lise Elementar lise Elementar

Elucida Elucidaçç ão Estrutural ão Estrutural

Deter mina Deter minaçç ão do teor ão do teor do analito, etc. do analito, etc.

INTRODU INTRODUÇÇ ÃO ÃO–– Mé todos Anal todos Analíí ticos ticos

Mé todos Anal todos Analíí ticos ticos

Gravim Graviméé tricos tricos

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