Apostila de MídiaProf. Esp. Rodolfo Nakamura

Revisão março/2004

1.Índice

1. Índice 1

2. Parte 1 - Conceitos Iniciais 2

2.1. Mídia 2

Veículo 3

2.2. Audiência 3

2.3. Cobertura de Público-Alvo 4

2.4. Cobertura Geográfica 4

2.5. GRP – Gross Rating Points 4

2.6. Impactos 5

2.7. Freqüência 5

2.8. Avaliação de Custos 5

2.9. Considerações sobre aspectos estudados 6

3. Análise e Seleção dos Meios 7

3.1. Mídia Impressa 7

3.1.1. Jornal 8

3.1.2. Revistas 8

3.2. Mídia Eletrônica 9

3.2.1. Rádio 9

3.2.2. Televisão 11

3.2.3. Painel Eletrônico 11

3.2.4. Cinema 12

3.2.5. Internet 13

3.3. Mídia Extensiva/Mídia Externa 16

3.3.1. Outdoor 16

3.3.2. Luminosos 17

3.3.3. Painel Rodoviário 17

3.3.4. Painéis Urbanos – BackLight, FrontLight, Triedro 18

3.3.5. Empena 19

3.3.6. Busdoor 19

3.3.7. Placa de identificação de Ruas 20

3.3.8. Painéis do Metrô 20

3.3.9. Blimps, Balões 21

3.3.10. Midia Externa - Mobiliário Urbano 22

3.4. Mídia Diretiva 24

3.4.1. Listas Telefônicas 24

3.4.2. Guias de Compras, Catálogos e Anuários 24

3.5. Outras Alternativas 24

3.5.1. Mala Direta 24

3.5.2. Merchandising 25

4. Bibliografia 25

2.Parte 1 - Conceitos Iniciais

2.1.Mídia

É a grafia aportuguesada da palavra media conforme a pronúncia em inglês. Media é o plural de medium, palavra latina que significa “meio”. Em comunicação, serve para designar todos os meios de comunicação.

Mas a palavra “Midia” ainda pode ter outros significados:

  • Pode representar a atividade ou o setor de uma agência de publicidade relacionados com a veiculação das mensagens de interesse do anunciante.

  • Técnica de propaganda que se baseia no estudo e na observação atenta dos veículos disponíveis, para que se possa planejar e orientar a utilização mais apropriada desses veículos. Cabe a ela verificar a freqüência, a audiência, área de alcance, circulação, tiragem, duração, localização, preços, e tipos de veículos, para que seja possível planejar a melhor forma de divulgação da mensagem, rentabilizando o investimento do anunciante.

Além de realizar as proposições estratégicas e táticas de uma campanha, o setor também é responsável por negociar, requisitar, autorizar e até mesmo controlar a compra de espaços publicitários.

  • Pode representar o profissional que trabalha com essa técnica. (O mídia, o homem de mídia (mediaman).

Normalmente, a mídia, enquanto meio de comunicação, é classificada em 3 grandes grupos:

  • Mídia Impressa: jornais, revistas, outdoor boletins, folhetos, mala-direta, etc.

  • Mídia Eletrônica: rádio, tv, cinema e internet.

  • Mídia Extensiva, ou Exterior, Aqui destacamos os Outdoors, Busdoor, Indoors, Placas, Painéis, Cartazes e Mobiliário Urbano.

  • New Media: envolve principalmente as novidades tecnológicas, que ainda não se enquadraram em outras categorias. A Internet, por exemplo, foi, inicialmente considerada New Media.

  • No Media: outras opções não consideradas mídia por não utilizarem veículos de comunicação propriamente dito. Atualmente, podemos citar as ações de Ponto de Venda (PDV), Embora não sejam mídia, é curioso como o próprio nome traz em si o conceito que o inclui nesta categoria.

Pelo fato de poucos compreenderem, em um primeiro momento a função do mídia, associando-o diretamente a cálculos e planilhas, é muito comum haver um certo distanciamento dos profissionais da área de marketing e comunicação. Como enfatiza Edson Benedetti (RIBEIRO et.all, 1989), "a palavra mídia, quando pronunciada para pessoas que não convivem com marketing e comunicação, normalmente causa perplexidade (...) para os profissionais de marketing e comunicação não causa perplexidade, mas distanciamento. Para estes, quase sempre a palavra, o profissional e a atividade de mídia significam coisa que não dá para entender."

No entanto, ao conhecer um pouco mais de mídia, percebemos sua função altamente estratégica. É "um ato fundamentalmente de planejamento que requer inteligência, talento, sensibilidade e criatividade para a sua formulação".

Além de integrar-se totalmente com a área de marketing, envolve-se também na criação de peças. De um lado é o marketing que vai levantar as oportunidades e dificuldades do mercado, as fraquezas e os pontos fortes do produto e do anunciante. De outro lado, é a criação que vai desenvolver a forma e o modo de comunicação que resolva parte ou todo o problema. Mas é a mídia quem vai determinar como essa mensagem vai chegar ao público-alvo.

Além de analisar e planejar a veiculação das mensagens, é o departamento de mídia o responsável pela compra de espaços publicitários. Também é o responsável mais direto pela otimização da verba a ser investida. Os temidos cálculos, planilhas e análises são apenas ferramentas que fazem parte da formulação da estratégia.

Segundo Benedetti, "a atividade de mídia situa-se no ponto terminao da entrega da mensagem ao consumidor-alvo de uma marca. Toda sua estruturação tem de ser absolutamente rigorosa com o Planejamento de Marketing e Comunicação.

Veículo

Segundo SANT’ANNA (2001), “Veículo é todo meio, forma ou recurso capaz de levar ao conhecimento do grupo consumidor a mensagem publicitária.” Já SAMPAIO (2001), dá 4 definições diferentes para o termo:

Rafael Sampaio (1999), por sua vez, nos dá, através de sua obra, 4 definições do termo “veículo”, as quais reproduziremos abaixo, para posteriormente, resumirmos e acharmos nossa definição final:

“1- Nome Genérico de qualquer empresa de comunicação, como editoras, emissoras, exibidoras, etc

2- Empresa individual de cada meio de comunicação, como o canal ou a rede de TV ou rádio, a editora de jornais e revistas, etc

3- Título de Jornal ou Revista, emissora de Rádio ou TV e qualquer outro instrumento de comunicação física, que leva as mensagens dos anunciantes aos consumidores.

4- Área da propaganda que agrupa os veículos de comunicação.”

Os veículos podem, ainda, ser dividido em grupos:

  • Veículos Visuais: São para serem lidos ou vistos: outdoor, jornal, revista, displays, vitrines, catálogos, etc

  • Veículos Auditivos: São para serem ouvidos: Rádio, Telefone

  • Veículos Audiovisuais: São para serem vistos e ouvidos: TV, Cinema

  • Veículos Funcionais: Aqueles destinados para desempenharem funções específicas: Amostras, Brindes, Concursos e Eventos

  • Veículos Interativos: São aqueles que além de serem vistos, podem ser ouvidos e podem interagir com o público-alvo a que se destina: Internet e TV Digital

2.2.Audiência

Conjunto das pessoas que, em dado momento, são receptores de uma mensagem transmitida por determinado meio de comunicação. Total de pessoas que assistem a um programa de tv ou a parte dele), que ouvem uma emissão de rádio, que lêem um jornal ou revista ou ainda que lêem um outdoor, etc.

A audiência ainda pode ser subdividida em:

  • Audiência acumulada – Soma das pessoas atingidas por uma mensagem repetida várias vezes em um veículo, ou em uma série de edições de um programa de rádio, tv, ou de um jornal, revista etc. Ela pode ser dividida em Audiência Acumulada Bruta, que considera a superposição de pessoas (por exemplo: uma pessoa que assiste 3 vezes a um mesmo anúncio, ou seja, 3 inserções de anúncios de uma campanha, é computada com o valor de 3 pessoas) , ou Audiência Acumulada Líquida, que considera apenas o total de pessoas diferentes que foram atingidas pela campanha.

  • Audiência cativa – Audiência habitual de um determinado veículo de comunicação (emissora de rádio ou tv, de uma publicação periódica como jornal e revista, etc.).

  • Audiência duplicada – Conjunto de pessoas que recebem uma mensagem por meio de 2 ou mais veículos. Esse fenômeno é chamado Superposição ou duplicação.

  • Audiência líquida – Total de pessoas que recebem pelo menos uma vez uma mensagem transmitida por um ou por vários veículos. Também conhecida como Audiência Simples.

  • Audiência média – Número médio de pessoas que recebem uma mensagem transmitida em mais de um veículo, ou várias vezes em um mesmo veículo. (Resultado da soma das audiências registradas nas várias emissões, divididas pelo número de emissões dos veículos).

  • Audiência Primária – Parte da audiência que se liga diretamente à recepção da mensagem ou ao consumo do veículo de comunicação. Ou seja, audiência que faz parte do público-alvo da campanha. É também conhecida como audiência efetiva. As pessoas não –incluídas nesta categoria são classificadas como audiência secundária.

Em publicações periódicas, como jornal e revista, considera-se a circulação do periódico. Em outras palavras, a tiragem – a quantidade impressa. Em caso de programas de rádio e televisão, utiliza-se um audímetro, que é um pequeno dispositivo eletrônica que registra, de tempos em tempos (minuto a minuto, na maioria das vezes), as emissoras sintonizadas.

O Ibope, para cálculo de audiência domiciliar, utiliza no Brasil um equipamento conhecido como peoplemeter. Trata-se de um dispositivo que envia, por conexão telefônica ou ondas de rádio, informações a cada 5 minutos para a central do IBOPE, registrando se a TV está ligada e em que canal.. O equipamento permite, por exemplo, o levantamento da audiência em tempo real, possibilitando que emissoras de TV monitorem atrações em tempo real, alterando a programação de forma a agradar ao telespectador e obter mais pontos de audiência.

2.3.Cobertura de Público-Alvo

(Inglês: reach) Número de pessoas ou famílias que constituem o total de pessoas atingidas por uma veiculação. Segundo Veronezzi (2002), a principal diferença entre “audiência” e “cobertura” reside no fato de a primeira é o conjunto de pessoas atingidas por uma mensagem, simultaneamente, tenha essa mensagem qualquer duração, por exemplo 30 segundos (tempo padrão de um comercial de TV ou rádio) ou 45 minutos (tempo de duração de uma aula). Imagine que uma sala de aula com 40 alunos foi exposta a uma mensagem publicitária. A quantidade de pessoas que, simultaneamente foram impactadas pelo anúncio é a audiência. Assim, se haviam apenas 30 alunos no momento em que a propaganda foi veiculada, a audiência é de 30 alunos. Já a cobertura é calculada em razão dos 40 alunos diferentes que assistiram à programação em um determinado dia, por causa da movimentação de pessoas na sala de aula. Quanto maior o período estudado, o índice tende a se aproximar de 100%.

O índice de cobertura, calculado a partir de pesquisa de amostragem, permite levantar a quantidade de pessoas que foram expostas ao comercial ao menos uma vez. Há pessoas que são expostas ao mesmo comercial várias vezes, mas isso não é o importante para o cálculo de cobertura de público-alvo, ma sim a quantidade de pessoas que fazem parte do target e a quantidade de pessoas que viram o comercial ao menos uma vez.

2.4.Cobertura Geográfica

A cobertura geográfica está diretamente relacionada com as localidades onde a propaganda é veiculada.

Pode ser expressa também em áreas Nielsen, terminologia utilizada por instituição de mesmo nome,

2.5.GRP – Gross Rating Points

Designa a Audiência Acumulada Bruta, ou seja, a soma, em porcentagens, dos pontos brutos de audiência. Uma unidade GRP é igual a 1% de audiência. Para calcular a audiência bruta de um anúncio apresentado 3 vezes, sabendo-se que esse anúncio obtém, em média, 45% de audiência, chegamos a 135 GRP (3 x 45). Neste mesmo exemplo, observamos que a soma dos pontos de audiência, para calcular o GRP, pode ser superior a 100%.

S

GRP = Audiência x nº Inserções

erve para medir o esforço da campanha e é muito utilizado para confrontar diferentes planejamentos de mídia, oferecendo um parâmetro para comparações de 2 ou mais campanhas publicitárias.

Se expressos em números absolutos de pessoas atingidas por um anúncio, ao invés da porcentagem relativo à audiência, estamos calculando o impacto.

TARP/TRP – Target Rating Points

Trata-se de um conceito semelhante ao do GRP, porém estudado sobre o impacto da veiculação diretamente no público-alvo. Isso é possível porque as empresas de pesquisa, assim como as emissoras fornecem os dados separados com alguma segmentação de público-alvo, permitindo o estudo específico para um determinado `target.

2.6.Impactos

Total acumulado, em números absolutos (não-percentuais), das pessoas atingidas por um veículo, uma página de jornal, um programa de tv etc. ao longo de um determinado período. Exemplos:

  • um anúncio de TV, apresentado 3 vezes e assistido, a cada vez, por 500 mil pessoas, resulta em 1.500.000 impactos (3 x 500 mil).

  • uma publicação periódica, como um jornal, considera-se a média de leitores por exemplar e a tiragem (total de exemplares impressos de uma só vez de uma publicação, incluindo jornais e revistas). Assim, se um periódico tem a tiragem de 150.000 edições e a média de 3 leitores por exemplar, o total de impactos seria 450.000.

Os impactos equivalem, em números absolutos, ao que os GRPs representam em porcentagens

.

2.7.Freqüência

Periodicidade, intensidade ou número de inserções de um anúncio em um determinado período. Também representa o número de vezes que cada indivíduo ou grupo familiar é exposto a uma mensagem publicitária, durante um determinado período de tempo.

N

Fm = GRP Cobertura

ormalmente, para os estudos de mídia, calcula-se a freqüência média, dividindo-se o total de GRP pelo índice de Cobertura. O resultado é o número de vezes que, em média, o indivíduo foi exposto ao anúncio no período de campanha

2.8.Avaliação de Custos

Dois parâmetros são mais utilizados para a avaliação de custos: o chamado CPM (Custo por Mil) e o Custo por GRP.

O

CPM = (preço ou verba) x 1000

Total pessoas

custo por GRP é calculado de acordo com a seguinte fórmula:

Ele é utilizado como parämetro, principalmente nas seguintes situações:

  • Seleção de programas e veículos para montagens de programações;

  • Mostrar o quanto programações estão “caras” ou “baratas”.

  • Avaliações de rentabilidade de propostas de patrocínios.

Custo de 1% de GRP

É uma forma antiga de se comparar programações de TV. É considerado praticamente como um quebra-galho, utilizado em substituição ao método de CPM. Trata-se de dividir-se o custo da veiculação pelo GRP.

Custo de Mídia Impressa

Para jornal e revista, o cálculo de CPM pode se basear na circulação do veículo, considerando o número médio de leitores por exemplar.

2.9.Considerações sobre aspectos estudados

Todos os setores de uma agência de publicidade e propaganda têm sua importância. No entanto, o departamento de mídia trabalha diretamente com a viabilização è administração financeira (investimentos em mídia) a serem realizados pelo anunciante.

Por isso, é muito importante o conhecimento de técnicas de análise de mídia a fim de justificar as decisões sobre um ou outro veículo.

Alguns itens são essenciais para a avaliação do planejamento de mídia. Trata-se do impacto, eficiência, e a relação custo-benefício.

Um dos critérios básicos é o levantamento de audiência, ou a quantidade de pessoas que serão atingidas pela mensagem. Deve-se levar em conta, neste caso, quais e quantas são aquelas que fazem parte do objetivo da campanha, ou seja, que fazem parte do target

Outro critério diretamente relacionado ao aspecto financeiro é o custo. Muitas vezes, para avalizar a escolha de uma determinada programação, observamos o custo de se atingir cada expectador. Assim, uma das técnicas a serem empregadas é o Custo por Mil.

A relação entre a audiência e o custo são indicativos de um plano de mídia. No entanto, como comparar dois planejamentos com audiëncias e custos de veiculação diferentes? É nesta hora que podemos lançar mão do estudo de GRP. Muitas vezes, para adequar os custos da campanha à verba disponíbilizada pelo anunciante, utilizamos o GRP como parâmetro para comparações.

Fixamos uma meta de GRP, que trata basicamente de estudar o impacto de uma campanha. Fazemos uma nova programação, escolhendo veículos e programas de diferentes custos e audiências.

Ao alcançarmos o mesmo GRP, é possível que a segunda campanha tenha o impacto semelhante à primeira. A decisão, portanto, poderá ser baseada em outro critério, como os custos de veiculação.

3.Análise e Seleção dos Meios

3.1.Mídia Impressa

  • Periódicos facilitam a programação de anúncios e veiculação. Normalmente existe um prazo máximo para entrega de materiais, data e hora, conhecida como "fechamento".

  • Meio de grande impacto;

  • Possibilitam anúncios seqüenciais (em várias páginas) e diversos formatos;

  • Podem ser explicativos ou apenas formar a imagem institucional com poucos elementos; várias possibilidades de comunicação com o público;

  • Caráter informativo e de prestação de serviços;

  • Como toda mídia de massa, têm muita credibilidade;

  • Público formador de opinião, na maioria das vezes;

  • Perecível: após um período (geralmente curto), os jornais ou revistas são descartados porque se tornaram velhos;

  • A leitura encontra-se em diferentes situações e locais;

  • Possibilidade de Segmentação demográfica (sexo, idade, classe social etc.), geográfica (local, regional ou nacional, por exemplo) e por assunto (economia, esportes, notícias, etc.).

  • A comunicação com o público pode ocorrer também no corpo editorial, fazendo parte das matérias. Esse trabalho pode ser iniciado através da Assessoria de Imprensa.

  • Possibilidade de encartes (cupons, cadernos de ofertas, promoções, distribuição de amostras).

  • Possibilidade de verificação da quantidade de material veiculado, pela tiragem da edição. (Instituições como o IVC - Instituto Verificador de Circulação - fazem a auditagem das edições, aumentando a credibilidade).

COMO SE COMPRA
  • Negociação entre a agência e o veículo ou diretamente entre o anunciante e o veículo;

  • Agência de publicidade é comissionada em 20%.

  • Tabela de preços varia em função da tiragem da revista, tamanho do anúncio, cobertura, público-alvo e demanda (normalmente há um percentual máximo de página de anúncios, estabelecidos pela editora, o que restringe o espaço a ser comercializado. Assim, quanto maior a procura por este meio, mais caro tende a se tornar o espaço publicitário).

  • Diferença de preços de acordo com a seção onde está sendo anunciada.

ELEMENTOS DA MENSAGEM
  • Pode-se utilizar dos diversos recursos gráficos: texto (título / corpo da mensagem) e imagem (foto ou ilustração);

  • Cores (há uma tendência de todos os jornais serem impressos totalmente em cores);

  • Formato do anúncio.

  • Dica: procure ser rápido e direto na mensagem. O público não tem muito tempo para ler seu anúncio. Normalmente vão passando pelas páginas e param quando algo lhes chama a atenção. Há uma certa Interatividade com o meio, o público não é passivo.

PRODUÇÃO
  • Redação de Textos

  • Produção de imagens (fotos ou ilustrações)

  • Montagem - Editoração Eletrônica

  • Fotolito - Os anúncios atualmente são entregues em fotolito ou arquivo digital, acompanhados de uma prova impressa.

3.1.1.Jornal

  • Duração da mensagem é praticamente 1 dia (jornal diário) ou alguns dias (semanal);

  • Formato geralmente maior possibilita diferentes possibilidades. Anúncios de página inteira podem conter diferentes mensagens e elementos (anúncio de imóveis: apresentação do local, mapa de localização, características do imóvel etc.). Há espaço a ser explorado para maiores explicações;

  • Anúncios de página inteira geram grande impacto;

  • Diferentes possibilidades de anúncios: Editorial, Classificados, Cadernos Especiais, Publicidade Legal (Atas, Editais, Concorrências, Avisos Públicos e Declarações - perda de documentos, notas de falecimento etc.). A maioria dos jornais oferece formatos diferenciados de anúncio, incluindo módulos especiais e patrocínio de sessões.

  • Muito utilizado para comunicados com o público (exemplo: carta de explicações da Diretoria da empresa sobre um fato relevante/problema ocorrido em seu ambiente).

  • Segmentação geográfica: normalmente os jornais têm circulação restrita ou concentrada em uma região (pode ser um bairro ou uma cidade). Embora os grandes jornais possam ser encontrados em todo o País, a tendência é que um grupo local seja mais forte na região.

  • Segmentação demográfica: diferentes jornais para diferentes públicos (jornais de distribuição gratuita - ex. Metro News; populares - ex. Agora São Paulo, Notícias Populares; mais elitizados - ex. Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Gazeta Mercantil).

  • Segmentação por assunto: publicações especializadas (ex.: Valor Econômico, Lance, Gazeta Esportiva, Gazeta Mercantil) ou dentro da mesma edição, conforme cada editoria (caderno de esportes, economia, cidades, automóveis, entretenimento etc.)

  • Ágil e flexível: se um fato ocorrer hoje, pode ser facilmente veiculado amanhã no jornal. Seções ganham destaque no decorrer da semana (concentração de informações de lazer nas edições próximas ao final da semana por exemplo).

3.1.2.Revistas

  • Duração da mensagem é um pouco maior do que nos jornais: a maioria das revistas são de circulação mensal.

  • Setor bastante segmentado, com a disseminação de revistas especializadas (segmentação por assunto), com diferentes enfoques.

  • Segmentação demográfica e geográfica possível, conforme abrangência do meio;

  • Diferenciação nos preços de acordo com a posição do anúncio: página determinada ou indeterminada (página par ou ímpar: há maior impacto se o anúncio estiver na página ímpar); última capa é a página mais cara para anúncios, seguida da segunda e terceira capa.

  • Flexívibilidade limitada: os anúncios podem ser mudados no decorrer da campanha, porém devem obedecer a rigorosos prazos de fechamento.

3.2.Mídia Eletrônica

Principais características:

  • Meio de grande impacto;

  • Possibilitam anúncios seqüenciais (historinhas podem ter seqüência ao longo do tempo. Ex.: Qualy, 1999-2000, em que o menino tenta arranjar uma namorada para o pai ao longo de vários comerciais; Skol, 2000 - Homem e cachorro solitários tentam arranjar companhia).

  • Podem ser explicativos ou apenas formar a imagem institucional com poucos elementos; várias possibilidades de comunicação com o público;

  • Caráter informativo e de prestação de serviços;

  • Como toda mídia de massa, têm muita credibilidade;

  • Público formador de opinião, na maioria das vezes;

  • Instantâneo: a mensagem tem a duração do anúncio;

  • Passividade: pouca possibilidade de interação do espectador com a mídia;

  • Possibilidade de Segmentação demográfica (sexo, idade, classe social etc.), geográfica (local, regional ou nacional, por exemplo) e por assunto (economia, esportes, notícias, etc.).

  • No caso de programas jornalísticos, a comunicação com o público pode ocorrer também no corpo editorial, fazendo parte das matérias. Esse trabalho pode ser iniciado através da Assessoria de Imprensa.

  • Possibilidade de merchandising: produtos são mencionados ou expostos ao longo da programação;

  • Diferentes formas de anúncio: inserção de comercial, patrocínio de programas ou parte da programação, merchandising.

  • Índices de audiência ajudam na escolha do meio e no impacto da mensagem (Institutos prestam serviço especializado com pesquisas de audiência - IBOPE, por exemplo).

  • Geralmente apresenta alto custo, porém alto índice de cobertura (grande número de pessoas atingidas pela mensagem);

COMO SE COMPRA
  • Negociação entre a agência e o veículo ou diretamente entre o anunciante e o veículo;

  • Agência de publicidade é comissionada em 20%.

  • Tabela de preços varia em função do tamanho do anúncio, cobertura, público-alvo e demanda.

  • Diferença de preços de acordo com o programa em que está sendo anunciada.

PRODUÇÃO
  • Redação de Textos

  • TV: Produção de imagens (fotos ou ilustrações), captação (filmes), animação gráfica (vinhetas e desenhos animados).

  • Montagem - Estúdio de Som ou Ilha de Edição (TV)

  • São entregues em mídia magnética (fitas de vídeo U-Matic, Beta ou similar) ou digital (DVD, CD e DAT).

3.2.1.Rádio

  • Meio de alto impacto;

  • AM / FM são as principais formas de difusão.

  • Programação das AMs

  • AM - frequencia em KHz.

  • voltada ao jornalismo, programas populares, prestação de serviço e esportes.

  • Audiência localizada.

  • apresentadores são superconhecidos pelo público - Eli Correa, Paulo Barbosa.

  • FMs

  • - Melhor qualidade (emissão a 100% de qualidade e recepção a 98% estéro).

  • - Frequencia em MHz

  • - Alcance regional e localizado

  • - programas musicais e jornalismo expresso

  • - Exceções: CBN, Agência Dinheiro Vivo

  • - Promoções frequentes, internas ou externas.

  • - Locutores são conhecidos apenas pelo público cativo, embora nomes como Emílio Zurita tenham ganhado projeção nacional.

  • - Programação varia, para bem jovem ou voltado para pessoas mais velhas.

  • Espectador tem atenção dividida, pois quase sempre está em outra atividade enquanto ouve o rádio;

  • Necessidade de continuidade para assimilação;

  • Apelo popular;

  • Grande quantidade de receptores de rádio;

  • Entretenimento;

  • Uso de efeitos sonoros, trilha musical

  • Formatos mais utilizados: spot (concentração da mensagem na palavra), jingle (concentração da mensagem em música cantada) ou trilha musical, geralmente com a duração de 15, 30, 45 ou 60 segundos - tempos mais usuais;

  • Patrocínio da programação, inserção de comerciais;

  • Maleabilidade: pode-se trocar, inserir ou cancelar a programação de anúncios rapidamente;

  • Instantâneo: a mensagem chega em tempo real ao ouvinte;

  • Ação local. As rádios têm cobertura limitada pela tecnologia de transmissão. Atualmente a formação de redes possibilita a transmissão da programação a diversas retransmissoras que enxertam conteúdo local (semelhante à TV aberta. Ex.: rede JovemPan, Transamérica e Antena 1).

  • Segmentação Demográfica: Rádios destinadas a diferentes públicos ("brega", romântico, jovem, sofisticado/clássico);

  • Segmentação por Assunto: Rádios especializadas em notícias, esportes, estilo musical etc.

  • Não é adequado a apresentação técnica ou complicada. Mensagem deve ser clara e de fácil compreensão; evitar explicações longas.

  • Muito usado para despertar interesse das pessoas;

  • Mais barato que TV. Negociação mais flexível.

TIPOS DE INSERÇÕES
  • CHAMADA OU BREAK - Texto lido ao vivo pelo locutor, que visa a informação e a publicidade.

  • ABERTURA - Início de um programa. Há uma trilha musical, locução de abertura e a chamado do que será o programa. Pode haver patrocínio, anunciando a atração.

  • FECHAMENTO OU ENCERRAMENTO - Final de um programa, a exemplo da abertura.

  • SPOT - Produção sonora fundamentada na palavra falada. Pode possuir música de fundo (BG ou Back Ground). A trilha sonora, quando cantada, é um jingle.

  • JINGLE - Produção sonora fundamentada na palavra cantada. A locução final é um spot.

  • TESTEMUNHAL - também centralizada na palavra, é um comercial ao vivo. Geralmente utiliza-se de formadoras de opinião, artistas ou personalidades marcants da sociedade.

  • Spot e Jingle: via de regra, classificam-se cada uma das peças pela supremacia de um ou de outro. Se a produção sonora for uma música, deve-se pagar os direitos autorais, atividade controlada pelo ECAD.

  • TEASER - Produção sonora de 10 ou 15 segundos, cuja função é criar expectativa sobre um produto, serviço ou promoção desconhecida. O objetivo é gerar curiosidade.

  • TEXTO FOGUETE - Produção sonora de 10 a 15 segundos cuja função é passar uma informação num curto espaço de tempo.

  • VINHETA - Produção sonora de 15 segundos. Contém somente o nome do produto, slogan ou somente o nome. Está sempre vinculada ao programa do fabricante do produto ou ao produto.

3.2.2.Televisão

  • Meio de alto impacto;

  • Necessidade de continuidade para assimilação;

  • Elementos podem ser somados: texto, imagem estática, imagem em movimento, efeitos sonoros, trilhas, fala etc.

  • Segmentação geográfica: mesmo em TVs abertas, uma parte da programação de anúncios é local;

  • Segmentação demográfica: dentro da programação, existem coberturas locais (ex.: telejornais), por idade (programas infantis, femininos)

  • Segmentação por assunto: programação especializadas (jornalísticos; técnicos - Globo Rural, PEGN; setorizados; variedades, entrevistas, entretenimento).

  • TVs a cabo: com programação específica em cada canal, possuem público mais qualificado e maior poder de segmentação geográfica e demográfica;

  • Ágil e flexível: se um fato ocorrer hoje, pode ser facilmente veiculado na programação. Algumas vezes no mesmo dia!.

  • Objetividade: o tempo é escasso para a mensagem. Há necessidade de se focalizar a mensagem.

  • Possibilidade de demonstração do produto.

  • Formatos mais utilizados: 15, 30, 45 e 60 segundos;

Formatos de comercialização mais comuns:

  • VINHETAS – Pequenas inserções, geralmente com duração de 5” (segundos). Podem indicar patrocínio, podem encerrar um programa ou ainda chamar a próxima atração ou ainda servir como teaser.

  • TOP 5 – Trata-se da chamada pontuada de 5 segundos (ou qualquer outra variação), em que são inseridos fragmentos de imagem, acompanhado da frase “Atenção emissoras da rede afiliada para o top de 5 segundos”. Como esta ação é patrocinada, logo após é comum ser veiculado o comercial do patrocinador do TOP 5.

  • COMERCIAL – Filmes publicitários que podem ter a duração de 10”, 15”, 30”, 45” ou 60”. Acima de 60”, normalmente é dividido em frações de 15”.

  • Pode-se ainda optar pela veiculação do anúncio dentro da própria atração (programa que está sendo exibido), ou ainda uma ação interativa – merchandising de tv.

  • Outra alternativa é o patrocínio das atrações (eventos esportivos, seções de filmes, etc.), em que a marca do patrocinador aparece regularmente na tela da televisão. Normalmente, o pacote de patrocínio prevê ainda a vinhetas com menção ao oferecimento do patrocinador e veiculação de anúncios nos breaks comerciais.

3.2.3.Painel Eletrônico

  • conhecidos também pelo nome do exibido pioneiro (Eletromídia), reproduz imagens em movimento e em cores

  • programação pode ser feita por mensagem avulsa ou patrocínio de módulos como temperatura, hora certa, etc.

  • flexibilidade na contratação de inserções, permitindo agilidade na troca de mensagens;

  • Painéis full-color de alta definição, cores vivas causando grande impacto visual;

  • 33% da programação é dedicada à informações de utilidade pública e 66% à veiculação de mensagens publicitárias.

  • As mensagens de utilidade pública são destinadas à levar mensagens de interesse da cidadania, como informações sobre trânsito, saúde, meio ambiente, cultura e cidadania.

  • Vinhetas de 10 segundos (imagens em movimento) ou Banners de 5 segundos (imagens estáticas e sequenciais).

Comercialização
  • Cotas de 90 inserções de 10 segundos por faixa horária, uma inserção a cada 3 minutos.

  • 4 faixas horárias (7h00 às 11h30, 11h30 às 16h00, 16h00 às 20h30, 20h30 à 1h00)

  • Veiculação por quinzena.

3.2.4.Cinema

  • Meio que se caracteriza pela grande penetração junto ao público jovem, de classes A e B.

  • É um meio estritamente local, altamente seletikvo, porém com baixa cobertura por mensagem.

  • Oferece alta concentração à mensagem;

  • Tem alta seletividade do público jovem;

  • Baixo investimento em termos absolutos;

  • Segundo a legislação, a mensagem comercial é limitada a 3 minutos por sessão, devendo ser exibido à meia-luz.

  • Segundo dados da Marplan, em 1980, existiam no Brasil 2.897 salas exibidoras, das quais 1000 aptas à veiculação de publicidade, representando100 milhões de telespectadores por ano.

  • Baixa cobertura e longo período para se alcançar a cobertura máxima.

  • Necessidade de programação de grande número de salas exibidoras, implicando a necessidade de grande número de cópias;

  • Dificuldade de controle e fiscalização.

  • Segundo estudos Marplan, 35% da população adulta das capitais pesquisadas costumam ir ao cinema.

Comercialização
  • Cine-semanas: por este método, compra-se a inserção em todos os intervalos da sessão de cinema, em geral, 35 por semana, selecionando-se a sala conforme sua categoria e adequação ao produto.

  • Cine-rotativos: compra de pacotes de cinemas, agrupados por classes, sendo que cada cine é preparado com sistema de 1 in e 3 out, com programação míinima de 3 meses.

3.2.5.Internet

A Internet está oferece diversas possibilidades de utilização para fins de divulgação de produtos e serviços. Existem, na Web, 2 formas básicas de atuação: o patrocínio e o anúncio.

O patrocínio é particularmente interessante no caso de parcerias entre fornecedor e comércio. Neste caso, para que seu Website seja viabilizado, o comerciante busca o apoio de seus fornecedores.

Esse tipo de prática é comum no comércio tradicional, presente na elaboração de fachadas e sinalização, reformas ou aquisição de equipamentos para a loja.

Caso seu Site não seja comercial, mas tenha conteúdo informativo ou jornalístico especializado em um determinado tema, pode-se aproveitar esse gancho para oferecer anúncio a uma empresa que invista no projeto em troca de publicidade nas páginas.

A forma de comercialização costuma ser fechada por períodos de médio e longo prazos, sendo o mais comum o contrato anual. É necessário considerar todas as despesas relacionadas à manutenção e expansão do Website.

Já anúncios publicitários têm um vínculo menor, comparativamente com o patrocínio. Além dos contratos serem mais curtos, nem sempre os anúncios permeiam todas as páginas do Site. Eles podem ser segmentados, como ocorre em uma publicação impressa. Normalmente, a Home page do Website é a página de maior acesso e, portanto, tem custo maior.

A contratação do anúncio pode ser feita por período (normalmente mensal) ou por número de impressões, ou seja, quantas vezes a mensagem publicitária foi exibida. Em alguns casos, é proposta uma solução híbrida, vendendo-se por cotas de número de impressões e garantindo-se uma quantidade mínima dentro de um período. Se não for atingido o objetivo, o prazo de veiculação é estendido até que seja atingido o mínimo.

As cotas por número de impressões normalmente são calculadas na base de 1.000 aparições. No sistema misto, pode-se oferecer a veiculação por um mês com mínimo de 1.000.000 de exposições. Caso naquele período tenham sido alcançadas apenas 900.000 impressões, o prazo é estendido até que o número que estiver faltando seja completado.

3.2.5.1.Formas de Anúncio

Os anúncios podem ter formas variadas. Quando se trata de um patrocínio, pode ocorrer de o nome da empresa aparecer em destaque no texto editorial. Os formatos de propaganda também podem variar, sendo que, muitas vezes, a marca do patrocinador faz parte do próprio layout da página. Os formatos mais comuns, no entanto, são:

  • Hyperlink: ou simplesmente link, é a inclusão de um pequeno texto com uma ligação dinâmica à página do anunciante. É muito utilizado em guias de endereços e catálogos on-line.

  • Banner: geralmente de formato retangular, é inserido como uma figura no algo de uma página Web. Pode incluir animação e conter um link para a página com mais informações sobre o que está sendo anunciado.

  • In-Line: esse tipo de anúncio aparece em coluna lateral de uma página e costuma ocupar toda a sua extensão. Pode ser uma figura contendo um hyperlink ou ser um texto com hypertextos em destaque.

  • Pop-Up: quando uma determinada página Web com esse tipo de anúncio é acessada, abre-se uma nova janela, normalmente em formato menor, sobre a página original. A vantagem é o destaque que este tipo de anúncio produz. A desvantagem é que carrega mais a memória do computador e costuma cobrir parte ou toda a Home page que o usuário acessou inicialmente.

  • HotSite: é um pequeno Website promocional criado especialmente para complementar a mensagem publicitária. Muitas vezes é aberto como um Pop-Up e tem navegação exclusiva, distinta da página em que estava o anúncio. Pode ser constituído de várias páginas (embora sempre em número reduzido) e conter hyperlinks para o Website do anunciante.

Padrão IAB

Com a finalidade de padronizar a publicidade on-line, facilitando o trabalho das agências digitais, o International Advertising Bureau (IAB) definiu e difundiu para o mercado alguns formatos padrões de banners Internet. Esses formatos foram rapidamente adotados por vários Websites, tornando-se standards. A grande vantagem é possibilitar que um mesmo material seja aproveitado em diferentes locais, sem a necessidade de produzir tudo novamente.

Medindo a Audiência

Todos os servidores de Internet são capazes de gerar logs (registros) de acesso de arquivos. A partir da análise desses registros, é possível determinar a audiência da publicidade on-line. Essa análise tem três esferas distintas:

  • Hits: o número de hits foi a primeira forma utilizada para divulgar a audiência do Site, porque o número apresentado neste tipo de contagem é bastante generoso. Mas o que é um hit? Um hit é toda requisição atendida pelo servidor. Assim, uma página Internet (HTML) que contenha um logotipo e duas fotos gera quatro hits (um da página e três de imagens). Portanto, falar em número de hits de um Website pode passar uma impressão falsa a respeito da audiência.

  • PageViews: é o número de “impressões”. Cada vez que todos os elementos de uma página Internet são carregados, conta-se uma “impressão”. Este tipo de contagem é mais trabalhoso do que o de número de hits, mas obviamente é uma informação mais segura e poderosa para o cliente, já que representa com mais precisão a exposição do anúncio ao público final.

  • Click-Through: é o número de vezes que os visitantes clicam em um hyperlink, acessando outra página. Quando vinculada a uma publicidade, é uma informação valiosa para o anunciante, já que representa o número de ações geradas pelo anúncio.

3.2.5.2.Email Marketing

Outra proposta de trabalho é realizar uma função de marketing direto utilizando-se a Internet.

No entanto, os cuidados a se tomar nesta estratégias são muitos. A começar pela proposta da maioria dos comerciantes de mailling-list (lista de nomes), que propõem a mágica de publicidade a milhões de pessoas a custo baixo.

A maioria dos usuários têm se tornado vítima do chamado “junk-mail” `(lixo) ou “spam”. Trata-se das mensagens de recebimento não autorizado, normalmente comparáveis à mala-direta convencional.

O maior problema está na mecânica adotada para o desenvolvimento deste negócio:

  1. Nem sempre a maneira de se obter a lista de contatos é lícita. Pode ocorrer de forma fraudulenta, aproveitando-se as vulnerabilidades de alguns sistemas de computadores da Internet (basicamente programas espiões e até vírus que rastream endereços de e-mail válidos).

  2. Alguns “empresários” vêem na comercialização de sua lista uma forma de aumentar seus rendimentos, passando para frente sua lista sem se dar conta de seu valor;

  3. As listas não costumam ser segmentadas, contendo milhões de endereços de e-mail de usuários do mundo todo. A checagem sobre e-mails válidos também é limitada.

  4. Os programas que transmitem o spam o fazem de maneira muito rápida, sobrecarregando os servidores internet, causando lentidão no processamento e no tráfego das informações. Em outras palavras, a internet como um todo fica mais lenta (estima-se que, atualmente 1/3 das mensagens de e-mail que trafegam pela internet sejam Spam).

  5. O custo para envio da mensagem é extremamente baixo, mas, em contrapartida, cada usuário que recebe a mensagem têm custos semelhantes para RECEBER a mensagem: sua caixa postal fica lotada de mensagens indesejadas, o que pode evitar o recebimento de uma mensagem importante, além do tempo de leitura da mensagem e do custo de conexão (telefone + provedor).

Para resolver esse impasse, surgiram algumas técnicas, como o chamado Marketing de Permissão. Trata-se de uma estratégia simples, em que o destinatário da mensagem deve decidir quando começar a receber e quando parar.

Dois termos são correntes neste caso:

  • Opt In: quando o usuário opta por receber a mensagem. Normalmente, esta “assinatura” de serviço, nos mesmos moldes de assinatura de revistas, está localizado em um Site Web.

  • Opt Out: no corpo das mensagens e no Site Web onde o usuário se cadastrou, deve-se deixar uma opção de cancelamento da assinatura, a qualquer hora e com toda facilidade, dando segurança ao usuário.

Também faz parte manter uma política de privacidade, garantindo que os dados do usuário serão restritos à finalidade de se manter comunicação por e-mail marketing, e que essas informações NÃO serão comercializadas ou utilizadas para outra finalidade.

Além da divulgação do site e do serviço em outros meios, pode-se contar com a divulgação p2p (person to person ou “boca a boca”), em campanhas para incentivar usuários atuais a trazer novos usuários.

Outra estratégias é limitar conteúdo do site a usuários cadastrados. Neste caso, para que seja feito um mailling-list de permissão, estabelece-se que o cadastramento tem um custo simbólico ou mesmo gratuito. Lembre-se sempre de dar a opção ao usuário de assinar ou não a lista (opt in).

3.3.Mídia Extensiva/Mídia Externa

Anteriormente, esse grupo era conhecido como “Mídia Exterior” ou ainda “Mídia Externa”, agrupando várias formas de veiculação de anúncios em cartazes, faixas, muros, painéis etc. No entanto, para que fosse retirada a característica de “mídia alternativa” desse segmento de mídia, além da expansão do setor abrangendo também áreas internas (tais como saguões de aeroportos, terminais rodoviários e ferroviários, supermercados, etc.), passou-se a designar esse grupo de “Mídia Extensiva”, uma alusão à extensão da campanha publicitária em mídias impressa e eletrônica.

3.3.1.Outdoor

O outdoor é tratado por muitos autores de forma diferentes. Embora seja uma mídia exterior, exposta ao tempo, muitos exibidores (empresas que disponibilizam as placas de outdoor) consideram o outdoor como um capítulo à parte.

Isso se deve ao trabalho da Central de Outdoor, entidade que representa vários exibidores e realizou um intenso trabalho de valorização deste veículo. Além disso, foi responsável pela padronização do formato, o que facilitou muito o trabalho das agências (anteriormente, cada exibidor utilizava uma medida para o outdoor, fazendo com que a agência tivesse que produzir diferentes artes-finais para a mesma campanha.

  • cartaz de rua 32 folhas

  • Mídia eminentemente local

  • Mídia que permite alta frequência de exposição

  • Grande impacto visual

  • permite continuidade da mensagem.

  • Grande impacto visual, excelente midia para o lançamento de produtos

  • Possibilita afixação da mensagem próximo ao ponto de venda

  • Mídia local, excelente para públicos locais.

  • Alto custo de produção, que tem caído em função da tecnologia digital aplicada aos processos gráficos;

  • Alto investimento no caso de campanhas regionais ou nacionais

  • Reduzida capacidade de seletividade de público.

Comercialização
  • O Outdoor de rua é comercializado por quinzena, a primeira começando no dia 1 e a segunda no dia 16.

3.3.2.Luminosos

  • Normalmente afixados no topo de edifícios;

  • Devido às suas características, iluminação ou movimento, tem grande impacto visual.

  • Restrita e local

  • Grande área de exposição, podendo ser visualizado de longe, permitindo maior tempo de exposição;

  • Alta visibilidade para motoristas e pedestres, embora não permita seletividade de público;

  • Ideais para lembrança de marca e para continuidade (exposição em longo prazo);

  • Atraem todas as atenções para a sua marca.

Comercialização
  • Contratos por períodos de 12 a 24 meses.

3.3.3.Painel Rodoviário

  • Também conhecido como Placa de Estrada; o próprio nome já identifica se tratar de mídia às margens das rodovias. São painéis pintados, em folhas de flandres, estrutura e cavaletes de madeiras, voltados para as principais rodovias brasileiras.

  • Mensagens de rápida leitura, utilizado para reforço institucional da marca, divulgação de produtos, indicações ao longo da rodovia ou até mesmo mensagens educativas alusiavas ao trânsito.

  • São instalados nas proximidades ao longo da rodovia, respeitando as limitações impostas pela legislação (Denatran/Contran).

  • Normalmente de grande metragem, acima de 50m ², até, em média, 200m ²

  • Localizado à margem de rodovias

  • Grande impacto visual

  • Pode se tornar parte da paisagem, não provocando comunicação.

Comercialização
  • valor geralmente cotado em m2/mês, contrato mínimo de 12 ou 24 meses.

3.3.4.Painéis Urbanos – BackLight, FrontLight, Triedro

  • Painéis de rua, em formato variado.

  • No caso de BackLight, é feito de material translúcido (lona) que permite a iluminação de dentro para fora

  • No caso de FrontLight, a iluminação é externa e frontal.

  • A forma do painel pode variar, conforme o projeto (formas irregulares, recortes, aplicações).

  • Permite a instalação próximo ou no ponto de venda.

  • O impacto visual é proporcionado pelas grandes dimensões, formatos variados, excelente definição da imagem e iluminação noturna. Pela sua plástica, principalmente à noite, valoriza muito a mensagem.

  • Não permite a seletividade de público

  • Preço de veiculação relativamente alto.

  • Tem como principais características o grande impacto visual e grande frequencia de exposição.

  • Costuma ser utilizada em campanhas que exigem um esforço na fixação de marcas, imagem corporativa, conceitos e produtos.

  • Em casos esporádicos, ele é utilizado na indicação de um endereço próximo.

  • A freqüência com que os consumidores potenciais são expostos à mensagem deve-se ao fato destes consumidores adotarem quase sempre um mesmo itinerário para se deslocarem a um determinado endereço, sendo impactados pelo painel a cada exposição.

Triedro
  • Trata-se de um Frontlight composto por uma moldura onde se prendem várias lâminas triangulares giratórias, onde se cola um grande adesivo refilado, e que possibilita a veiculação de 3 mensagens num mesmo painel. Um mecanismo trata de girar as lâminas, substituindo a mensagem a cada 7 segundos, tempo suficiente para o espectador ver e compreender a imagem. É um veículo ideal para promoção de uma linha de produtos por exemplo.

Comercialização
  • contrato de 12 meses, embora seja possível a contratação em frações de trimestre e semestre.

3.3.5.Empena

  • Mídia eficientíssima e de grande impacto, utiliza as paredes cegas (sem janelas) de edifícios onde são aplicadas molduras

  • Anteriormente eram pintadas à mão, em um trabalho artístico, e sem iluminação. Atualmente utilizam-se estruturas de front-light de iluminação.

  • Disponível nas principais capitais e cidades brasileiras.

  • As empenas são sinônimo de alta visibilidade por seu tamanho diferenciado e por sua estratégica disposição em vias de grande movimento.

  • Iluminadas, impactam o público e fortalecem marcas e produtos.

Comercialização
  • contrato de 12 meses, embora seja possível a contratação em frações de trimestre e semestre.

3.3.6.Busdoor

  • Mídia que traz bons resultados em razão de ser móvel;

  • Possibilidade de adesivação total (envelopamento) e parcial dos ônibus, além da publicidade nas janelas traseiras;

  • Na Capital paulista (cidade de São Paulo), é permitido somente a veiculação de mensagens na lateral e no vidro traseiro.

  • Grande impacto visual pelo uso de cores em quadricromia e formato da mensagem;

  • pode atender veiculações de prazos curtos, o que é ideal para campanhas de ofertas, liquidações, lançamentos, etc.

  • Disponível na maioria das capitais e cidades brasileiras.Também conhecidos como Painéis circulantes em coletivos.

  • Medidas: 0,45m x 2,75m (lateral) e 0,50m x 1,00m (traseira)

  • Difícil seletividade de público

  • Dificuldade de manutenção e fiscalização da veiculação.

3.3.7.Placa de identificação de Ruas

  • O nome correto da peça é "poste de nomenclatura de logradouros públicos" . Em São Paulo é também conhecida como “Plamarc” que é o nome da empresa que ganhou a licitação na capital paulista.

  • Medida-padrão: 0,48m x 0,74m, com duas faces.

  • Pela característica de utilidade pública, adequa-se bem à campanhas institucionais

  • Ideais para guiar o consumidor até o estabelecimento, sinalizando o caminho

  • cobertura estritamente local

  • baixo custo unitário

  • longo prazo contratual, necessitando de manutenção preventiva regular

Comercialização
  • valor por placa;

  • contratos de 6, 12 ou 24 meses.

3.3.8.Painéis do Metrô

Os trens metropolitanos brasileiros atendem a milhões de usuários, diariamente, por conseqüência qualquer mídia agregada a esse sistema de transporte coletivo tende a ser altamente interessante. Existem inúmeras possibilidades de veiculação, desde painéis internos nos trens até adesivações externas das composições, painéis de área de embarques, paredes, de corredores, entre outros.

  • Painéis afixados nos corredores e plataformas das estações do metrô;

  • Medidas:

  • painéis de corredores: 1,40m x 1,42m

  • painéis de plataforma: 1,50 x 1,85m

  • painel de trem: 0,69 x 0,68m

  • alta frequência de exposição de produtos

  • alto custo unitário

  • problemas de visualização (corredor - onde o público passa com pressa; plataforma- obstrução pelos passageiros ou pelo próprio trem).

Comercialização
  • limite para contratação de painéis (mínimo de 10 e máximo de 50).

  • contrato 6 meses.

3.3.9.Blimps, Balões

  • Os balões infláveis normalmente são feitos de materiais pneumáticos e inflados com gás hélio, não-inflamável, não tóxico e de fácil dispersão na natureza.

  • Os blimps (balões de gás) de forma redonda, se notabilizaram a sinalizar locais de eventos. Costumam ser iluminados por dentro, aumentando o impacto visual, sobretudo à noite. Medem 3 m de diâmetro.

  • Muito utilizado em shows, feiras agropecuárias, campanhas políticas, lançamentos imobiliários, praias e eventos em geral.

  • Pode também ser inflado com ar comprimido, em dimensões menores (1m de diâmetro), sendo utilizado em shows (jogar ao público), feiras agropecuárias, decoração de lojas, shoppings e demarcação de eventos náuticos.

  • Em formato Zeppelin, podem ser rádio-controlados. Costumam ter, neste caso, a dimensão aproximada de 3m de comprimento.

  • A grande flexibilidade do balão permite uma infinidade de utilizações, como realizar réplicas de embalagens, logotipos, personagens e até mesmo realização de portais infláveis.

  • A Goodyear possui 6 balões infláveis de grandes dimensões, em formato Zeppelin, capaz de transportar até 5 pessoas. Eles têm sido utilizados com freqüência no Brasil, passeando pelos céus de São Paulo e Rio de Janeiro, levando a marca Goodyear à curiosidade do público. Também esteve presente em eventos esportivos, em cooperação com redes transmissoras de televisão.

3.3.10.Midia Externa - Mobiliário Urbano

Trata-se de um conjunto de equipamentos localizados em áreas públicas de uma cidade destinados à prestação de serviços, à comodidade e ao conforto exterior dos habitantes, que são autofinanciados pela publicidade e que têm como preocupação a qualidade da vida social e o respeito ao meio ambiente.

Composto de diversas peças que compõem a paisagem urbana. Envolvem Paradas de ônibus, totens sinalizadores, cestas de lixo, quiosques de diferentes funções (informações turísticas, venda de produtos e serviços, alimentação etc.), sanitários públicos,

3.3.10.1.Relógio Eletrônico

Uma das mídias externas consideradas mais nobres pelo serviço que oferece. Os relógios de rua são instalados em pontos estratégicos, de alto fluxo e grande impactação junto à população, daí o interesse e valorização desta mídia. Disponível nas principais capitais e cidades brasileiras.

3.3.10.2.Monolito

Mídia exterior, especial, desenvolvida para a Prefeitura Municipal de Curitiba. São Painéis back lights (retro-iluminados), em formato de cubos, com duas faces de divulgação dos serviços de transporte coletivo e/ou informações turísticas e duas faces para a publicidade. Os monolitos são instalados nas entradas das estações tubos de ônibus urbanos, que funcionam na capital paranense como metrö de superfície.

3.3.10.3.Protetores

O protetor de Pedestre se encontra em locais privilegiados, de grande concetração de público, com fácil visualização. Já que se localiza na altura dos olhos de pedestres e motoristas, agregando proteção, educação ambiental e do trânsito.

Protetores de Árvore têm grande aceitação junto a anunciantes com produtos com afinidade a ecologia. São equipamentos que protegem as plantas de árvores semadas ao longo de avenidas, parques, praças e corredores das principais cidades brasileiras

3.3.10.4.Cabina Telefonica

Também uma mídia nova e bastante interessante e reconhecida pelo público usuário pelos benefícios que oferece. Normalmente é localizada em pontos estratégicos e em ruas e avenidas de grande fluxo e também em shoppings e aeroportos

3.3.10.5.Bancas de Jornal

As bancas de jornal podem ter formatos diferentes em locais variados, conforme a cidade onde está localizado. `Pode trazer mensagens publicitárias nas laterais ou no topo (cabeceira), normalmente com luminoso tipo backlight.

3.4.Mídia Diretiva

O grande diferencial da Mídia diretiva está relacionado com o momento de uso do material pelo consumidor. O apelo principal é que a informação (anúncio) estará em contato com o usuário na hora em que ele estará procurando pelo produto ou serviço, buscando os fornecedores que lhe parecerem mais conveniente.

É um segmento crescente, formado por diversas estratégias, partindo de Listas Classificadas, Revistas especializadas e Sites Internet.

3.4.1.Listas Telefônicas

  • As listas telefônicas são o exemplo mais clássico de Mídia Diretiva.

  • Reúne a prestação de serviço (listagem dos assinantes do serviço de telefonia) à anúncios informativos;

  • Os anúncios são cobrados conforme a área, têm, em sua maioria, caráter informativo.

  • Abrangência local, reunindo informações de uma determinada região (podem ser várias cidades reunidas ou, no caso de São Paulo, por exemplo, atender a uma determinada área da cidade – lista classificada Guia Mais);

  • Pode estar vinculada à uma companhia telefônica (Guia Mais) ou ser independente (Lista Classificada Oesp, Listel, Guia Páginas Amarelas – todas essas já foram, no passado, as listas oficiais vinculadas à companhia telefônica).

  • Nem sempre o tamanho do anúncio é relevante. Muitas vezes, um anúncio pequeno, ocupando 1 coluna de largura por 2 ou 3 centímetros pode ser mais eficaz do que um anúncio de página inteira.

  • Como prestação de serviços, pode trazer informações como telefones de distribuidores ou assistência técnica. Costumam trazer nome da empresa, telefone, endereço presencial e internet.

  • Podem ter suas versões on-line, em sites de busca de serviços, a exemplo do Guia Mais.

3.4.2.Guias de Compras, Catálogos e Anuários

  • Revistas Técnicas especializadas em setores industriais, trazem anúncios de fornecedores e novidades, lançamentos, notícias de interesse dos profissionais da área. No entanto, o grande foco está nos anúncios, destinados sobretudo aos compradores da indústria. Têm circulação regular, distribuidos periodicamente. Normalmente, a distribuição é gratuita, uma vez que os custos são pagos pelos anunciantes.Exemplos: NEI (Noticiário de Equipamentos Industriais), NPE (Noticiário de Produtos Eletrônicos), P&S (Produtos e Serviços), F&C (Fornecedores e Custos)

  • Os catálogos têm outra aparência, de qualidade superior, tiragem limitada e periodicidade mais longa (muitas vezes anual). São também setorizados, e às vezes sua aparência assemelha-se a publicações artísticas. Exemplo: Talento (guia de profissionais de comunicação); Catálogo Image Bank, Stock Photos e Keystone (guia de imagens fotográficas); Bríndice e FreeShop (catálogos de fornecedores de brindes)

  • Os anuários são agendas de endereço, normalmente vinculadas a entidades que representam uma determinada categoria ou setor. Trazem uma lista de empresas cadastradas, segmentadas por área de atuação e localização geográfica.

3.5.Outras Alternativas

3.5.1.Mala Direta

  • Processo normalmente envolve a compra de listas (mailling list), contituídos por público-alvos definidos

  • alta seletividade

  • menor dispersão de verba

  • cobertura limitada e dificuldades de fiscalização

  • entre os fornecedores de listas estão as editoras (lista de assinantes de revistas e jornais) e administradoras de cartão de crédito

  • possibilidade de personalização da mensagem, com impressão de nome e outros dados do destinatário

  • diferentes formatos e possibilidade de usar a criativdade na produção possibilita alto impacto visual

  • envio por correios ou courier (moto-entregas)

  • pode-se enviar catálogos, convites, mensagens publicitárias, kits, brindes, amostras etc.

  • Mailing é cobrado normalmente por centena ou milheiro de nomes.

  • retorno, em contatos ou vendas, está em torno de 2 a 5%.

3.5.2.Merchandising

  • Em propaganda, é a aparição dos produtos no vídeo, áudio, sites ou artigos impressos em situação normal de consumo, sem declaração ostensiva da marca.

  • Normalmente incluída no contexto da trama ou do programa onde será inserido.

  • Comunicação subliminar

  • Exemplo: Consumo de cigarros, bebidas ou uso de automóveis e roupas de determinada marca.

  • Os produtores dos programas oferecem oportunidades de merchandising às agências

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