Controle de pragas em sistema de armazenagem de grãos

Controle de pragas em sistema de armazenagem de grãos

(Parte 2 de 3)

Influência do teor de água ( % b. u.) do trigo sobre a infestação de Sitophilus oryzaeem diferentes temperaturas, após 5 meses.

População inicial de insetos –100 carunchosTemperatura ° C

Respiração de trigo limpo e infestado, com diferentes teores de água, à temperatura de 25 °C ( massa de trigo = 100 g)

Sitophilus grnariusSitophilus oryzaelimpo% b. u.

Miligramas de CO 2 produzido durante 24 horasUmidade dos grãos

Fonte: Shepard(s. d. )

EXEMPLO: A = B = 10 insetos A = número de machos B = número de fêmeas Número de gerações = 6 Fêmea com postura normal = 50 ovos Admitir a média de 20 ovos / fêmea

Resultado Final: progênie = 2.2.220 novos insetos

QUARENTENA -manter os insetos longe dos limites ecológicos;

SANIDADE -adota-se medidas higiênicas que envolvam: 1. colheita na época certa; 2. desinfecção dos veículos de transporte; 3. desinfecção dos equipamentos de colheita; 4. limpeza e higienização dos grãos edos armazéns; 5. não misturas produtos de safras diferentes; 6. inspeções freqüentes.

MECÂNICOS E FÍSICOS 1. umidade e temperatura da massa; 2. impacto ou movimentos; 3. armazenamento hermético; 4. transilagens; 5. envoltórios resistentes; 6. pós abrasivos; 7. radiação; 9. variedades resistentes

TRATAMENTOS QUÍMICOS -considerações.

1.1 -CUSTO . INSETICIDA; . MÃO-DE-OBRA: PREPARAÇÃOE APLICAÇÃO; . EQUIPAMENTOS E APARELHOS ESPECIAIS.

1.2 -RESÍDUOS . MÃO-DE-OBRA E EQUIPAMENTOS PARA AVALIAÇÃO E EXTERMÍNIO . TRATAMENTO DO EXCESSO DE RESÍDUOS E EMBALAGENS

1) MÉTODO CURATIVO expurgo

. produto sólido -comprimidos ou pastilhas . produtos gasosos

2) MÉTODOS PREVENTIVOS . polvilhamento . pulverização . nebulização. 3) FORMULAÇÕES . pó seco e pó molhável; . concentrado emulcionável; . aplicação em ultra baixo volume; . aplicação em "spray"; . aplicação em nebulização

1) LÍQUIDOS . tetracloreto de carbono . dibrometo de etileno . dicloreto de etileno . brometo de metila

2) SÓLIDOS . fosfeto de alumínio . foefeto de magnésio . cianeto de cálcio

3) CONFORME A PENETRAÇÃO . por ingestão; . por contato; . por fumigação.

4) CONFORME A NATUREZA QUÍMICA 4.1) DE ORÍGEM VEGETAL -píretros. nicotina e rotenonas 4.2) DE ORIGEM MINERAL -sílica gel, óxido de magnésio, óxido de alumínio argilas.

5) SINTÉTICOS . clorados . fosforados . carbamatos

6) MÉTODOS DE APLICAÇÃO . em mistura com os grãos; . aplicação superficial; . aplicações pontuais por sondas; . penetração por sondas; . distribuição forçada.

7) CUIDADOS NA APLICAÇÃO . evitar a respiração de moléculas tóxicas . utilizar equipamentos de proteção individual; . aplicar o inseticida á favor dos ventos; . não comer e não fumar; . lavar-se com água fria e sabão;

. procurar um médico em casos de intoxicação

1. CONCEITO

2. DETERIORAÇÃO DOS GRÃOS PELA AÇÃO DA MICROFLORA

2.1 REDUÇÃO DO PODER GERMINATIVO 2.2 DEGRADAÇÃO DO MATERIAL GRAXO 2.3 AQUECIMENTO DA MASSA 2.4 MIGRAÇÃO DE UMIDADE

3. PRODUÇÃO DE TOXINAS

4. FATORES QUE AFETAM A ATIVIDADE DA MICROFLORA 4.1 UMIDADE DO PRODUTO 4.2 TEMPERATURA DO PRODUTO 4.3 TAXA DE OXIGÊNIO PRESENTE NA MASSA DE GRÃOS 4.4 CARACTERÍSTICAS DO TEGUMENTO DOS GRÃOS 4.5 CONDIÇÕES FÍSICAS DO TEGUMENTOP DOS GRÃOS 4.6 INDICE DE IMPUREZAS DO PRODUTO

5. CONTROLE DA MICROFLORA DOS GRÃOS ARMAZENADOS 5.1 CUIDADOS DURANTE A COLHEITA 5.2 LIMPEZA DO PRODUTO 5.2 SECAGEM DOS GRÃOS 5.3 HIGIENE DAS INSTALAÇÕES

Umidade relativa mínima para o desenvolvimento de fungos encontrados em grãos armazenados, sob condições ótimas de temperatura (26 -36 °C)

80 -90Penicillium

85Aspergillus flavus

80Aspergillus candidus

73Aspergillus glaucus

70Aspergillus restrictus

68Aspergillus halophilicus Umidade relativa –%Espécies

Fonte: Storageof Cereal Grains

Influencia do teor de umidade sobre o desenvolvimento de Aspergillus spe percentagem de grãos de trigo deteriorado após 14 meses de armazenamento em ambiente com temperatura variando entre 20 e 25 °C grama de grãos -milharesdeteriorados -% Umidade dos grãos -% b.u.

Colônia de fungos porMassa de grãos

Fonte: Christensen(1974)

1) Rattus norvégicus

. ORIGEM: supostamente originário da Ásia (China)

. PROLIFERAÇÃO: surgiu na Europa no início do século 18 e no final deste século na América do Norte;

. CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS: pesa aproximadamente 350 g, tem coloração acinzentada, estabelece uma área de atuação entre 10 e 15 m ao redor da toca; faz sua toca em encostas; pode nadar à procura de alimentos durante 72 horas a uma velocidade de 1,4 km / h

2) Rattus rattus

. ORIGEM: Sudeste da Ásia. É a espécie hospedeira da pulga que transmite a peste bubônica . PROLIFERAÇÃO: chegou às Américas em navios de descobridores

. CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS: pesa aproximadamente 250 g e é chamado de rato de telhado. Tem as almofadas plantares cheiasde calosidades e o rabo maior que o corpo, o que lhes permite escalar superfícies. Podem subir em canos com diâmetro entre 4 e 10 cm. Correm muito e saltam verticalmente até 1,5 m e podem cair de 20 m de altura sem se machucarem. Podem escalar superfícies distantes de 7,5 cm entre si.

3) Mus musculus

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