Uso Eficiênte de Fertilizantes e Corretivos

Uso Eficiênte de Fertilizantes e Corretivos

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BOLETIM TÉCNICO N° 4

3ª edição Revisada e atualizada

Alfredo Scheid Lopes Luiz Roberto Guimarães Guilherme

Setembro de 2000 ANDA ASSOCIAÇÃO NACIONAL PARA DIFUSÃO DE ADUBOS SÃO PAULO – SP

Lopes, A.S. & Guilherme, L.R.G.

aspectos agronômicos - A.S. Lopes e L.R.G. Guilherme

L864u Uso eficiente de fertilizantes e corretivos agrícolas: - 3a edição revisada e atualizada – São Paulo, ANDA, 2000.

72p. (ANDA, Boletim Técnico, 4)

1. Fertilizantes – Uso. 2. Corretivos – Uso.

I. Título. I Lopes, A.S. II. Guilherme, L.R.G. IV. Associação Nacional para Difusão de Adu- bos, V. Título. VI. Série

CDU –631.8

A utilização racional dos insumos agrícolas, em busca do aumento da produtividade, vem adquirindo importância crescente nas atividades ligadas à agropecuária brasileira. Entretanto, para que esses objetivos sejam atingidos, torna-se necessário um conhecimento cada vez mais abrangente dos diversos fatores que afetam o uso eficiente desses insumos.

No que diz respeito aos fertilizantes e corretivos agrícolas, esses fatores envolvem tanto aspectos relacionados às características do produto, quanto aqueles gados ao sistema solo-plantaatmosfera. Os primeiros são abordados de maneira mais específica nos Boletins Técnicos nos 3 e 6, editados pela ANDA sob os títulos “Os Adubos e a Eficiência das Adubações” e “Corretivos da Acidez dos Solos: Características e Interpretações Técnicas”.

No presente boletim, procura-se abordar o uso eficiente de fertilizantes e corretivos agrícolas com maior ênfase para os aspectos agronômicos, ou seja, aqueles mais diretamente ligados ao sistema solo-planta-atmosfera.

Sem a pretensão de esgotar o assunto, são apresentados e discutidos alguns pontos relevantes, com o intuito de promover um melhor aproveitamento, pelas plantas, dos macronutrientes primários e secundários, e micronutrientes a serem adicionados aos solos pelos fertilizantes e/ou corretivos agrícolas.

Espera-se, com esta publicação, contribuir para que a filosofia da Produtividade

Máxima Econômica (PME) venha a ser adotada por um número cada vez mais expressivo de agricultores.

ANDA Associação Nacional para Difusão de Adubos São Paulo, novembro de 2000

SUMÁRIO
I – INTRODUÇÃO1
I – ASPECTOS BÁSICOS2
LIZANTES E CORRETIVOS AGRÍCOLAS4
1. Fatores diretos4
1.1.Qualidade dos fertilizantes e corretivos agrícolas4
1.2.Solo4
1.3.Recomendação equilibrada, qualitativa e quantitativa9
1.4.Época de aplicação10
1.5.Forma de aplicação ou localização1
1.6.Uniformidade de distribuição13
2. Fatores indiretos15
2.1. Umidade do solo15
2.2.Planta15
2.3.Conservação do solo18
2.4.Minimização de perdas18
2.5.Outros fatores24
FERTILIZANTES E CORRETIVOS AGRÍCOLAS24
1. Fertilizantes nitrogenados24
2. Fertilizantes fosfatados29
3. Fertilizantes potássicos36
4. Enxo fre40
5. Cálcio e magnésio42
6. Micronutri entes45
V – CONSIDERAÇÕES FINAIS52

6 I – FATORES QUE AFETAM O USO EFICIENTE DE FERTIIV – SUGESTÕES DE MANEJO PARA USO EFICIENTE DE VI -BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ..................................................... 5

A agricultura brasileira atravessa uma fase na qual, mais do que em qualquer época, torna-se justificável todo e qualquer esforço para a verticalização da produção, objetivando atingir ganhos em produtividade que permitam tornar o processo produtivo mais rentável, a fim de que os agricultores continuem em suas atividades.

Neste contexto, entre outros fatores, as praticas da calagem e adubação assumem lugar destaque, sendo responsáveis por cerca de 50% dos ganhos de produtividade das culturas, necessitando, assim, serem feitas do modo mais eficiente possível. Para que esse objetivo seja atingido, cabe ao agricultor a aplicação de conceitos básicos que envolvem a eficiência dos fertilizantes e corretivos agrícolas e o comportamento desses no sistema solo – planta – atmosfera, com o intuito de maximizar os retornos sobre os investimentos pelo uso desses insumos.

O que se observa, entretanto, é que muitas vezes esses conceitos básicos, talvez por falta de conhecimento ou pela sua simplicidade, não são aplicados pelos agricultores, levando, muitas vezes, a níveis extremamente baixos de eficiência dos fertilizantes e corretivos agrícolas aplicados.

O objetivo deste trabalho é enfocar os aspectos básicos do uso eficiente de fertilizantes e corretivos agrícolas – aqueles direta ou indiretamente envolvidos no processo – com detalhamento do manejo para o melhor aproveitamento dos nutrientes contidos nesses insumos, bem como para a maximização dos seus benefícios no sistema solo – planta – atmosfera.

1 Eng. Agr. MSc, PhD, Professor Emérito do DCS-UFLA, Caixa Postal 37, CEP 37200-0 –

Lavras-MG. Consultor Técnico da ANDA, São Paulo-SP, E-mail: ascheidl@ufla.br 2 Eng. Agr. MSc,PhD, Professor Adjunto do DCS-UFLA, Lavras-MG. E-mail: guilherm@ufla.br

Os fertilizantes e corretivos agrícolas são os insumos mais importantes, em

I – ASPECTOS BÁSICOS termos percentuais, para aumentar a produtividade das culturas. Entretanto,para promover retornos adequados sobre os investimentos, eles devem ser aplicados corretamente, de modo a atingir alta eficiência.

O conceito de uso eficiente de fertilizantes, o qual, em linhas gerais, vale também para os corretivos agrícolas, mais difundido entre os técnicos é aquele que reflete o aumento de produção por unidade de nutriente aplicado. Baixa eficiência de fertilizantes significa baixa produtividade e baixos lucros. Este conceito é ilustrado na Figura 1 (FAO-FAI, s.d.). O agricultor ineficiente aplica 2 sacos de fertilizantes e obtém um aumento de produção de somente 3 sacos. Se ele soubesse como aplicar a mesma quantidade de modo correto ele poderia obter, por exemplo, 4 sacos de aumento na produção e, conseqüentemente, maiores lucros.

O conceito de uso eficiente de fertilizantes e corretivos agrícolas, num sentido mais amplo, envolve, entretanto, respostas às seguintes perguntas: O que aplicar? Quanto aplicar? Em que forma química? Como aplicar? Qual o retorno econômico? Respostas a estas perguntas exigem do técnico conhecimentos envolvendo nutrição mineral de plantas, química do solo, fertilidade do solo, tecnologia de adubos, morfologia de plantas, física do solo, gênese, morfologia e classificação de solos, mecânica agrícola e econômica agrícola (Yamada, 1989).

O ecletismo das disciplinas ligadas ao objetivo maior de aumentar a eficiência das práticas de adubação, calagem e gessagem justifica a necessidade, por parte do técnico que orienta o agricultor, do conhecimento integrado obtido nestas áreas e é um exemplo do redirecionamento necessário na formação destes profissionais.

O que é uso eficiente de fertilizantes? É a medida do ganho em produção por unidade de nutriente aplicado.

Fonte: FAO/FAI (s.d.)

Figura 1 – Representação simplificada do conceito de uso eficiente de fertilizantes

É necessário salientar, entretanto, que o uso eficiente desses insumos exige uma diagnose correta de possíveis problemas de fertilidade do solo e nutrição de plantas antes da ação da adubação ou correção do solo, de “per si”. Nesse contexto, a utilizaçao das seguintes “ferramentas” de diagnose é o primeiro passo para determinar o uso inteligente dos fertilizantes e corretivos agrícolas.

1. Análise de solos – a análise de solos é uma das principais “ferramentas” de dignose para se determinar qual o fertilizante ou corretivo a aplicar e em que doses. Ela deve ser a mais detalhada possível incluindo, além das análises e cálculos de rotina (pH, P, K, Ca, Mg, Al, t = CTC efetiva, m = % de saturação por Al), também análises de

S-SO42-, Cu, Zn, Fe, Mn, B, H+Al, SB = Soma de bases trocaveis, T = CTC a pH

7,0, V = % de saturação por bases da CTC a pH 7,0 e matéria orgânica. Com esses dados é possível calcular, também, uma série de relações importantes (Ca/T, Mg/T,

K/T, Ca/K, Ca + Mg/K, etc). A determinação da textura do solo – teores de argila, silte e areia – é também muito importante. A análise de solo é considerada a base de um programa envolvendo o uso eficiente de fertilizantes e corretivos. 2. Análise foliar – a análise foliar tornou-se um importante instrumento de diagnose de problemas nutricionais nos últimos anos, não só em culturas perenes, mas também em culturas anuais. A comparação de dados de análise foliar de áreas com baixa média e alta produtividades constitui-se em um instrumento extremamente importante na avaliação do estado nutricional das culturas para o estabelecimento de doses e fontes diferenciadas de corretivos e fertilizantes. Vários laboratórios em operação no Brasil já fazem análise foliar como rotina de seus trabalhos. 3. Testes de tecidos – os testes rápidos, ou testes de tecidos, são bastante difundidos nos EUA e Europa, sendo ainda pouco utilizados no Brasil. A grande vantagem desse tipo de teste, mais comum para a avaliação do estado nutricional da planta quanto a nitrogênio, fósforo e potássio, é que ele é feito no campo e permite, se adequadamente conduzido, uma diagnose imediata de possíveis problemas. 4. Sintomas de deficiência de nutrientes – a identificação dos sintomas de deficiência de nutrientes nas plantas ajuda a diagnosticar possíveis problemas no campo. A técnica de identificar sinais indicativos de fome de nutrientes é indispensável para se obter uma produção mais lucrativa das culturas. É sempre recomendável que o técnico tenha à mão a descrição dos sintomas, inclusive com fotos coloridas, para as culturas mais importantes na sua respectiva área de atuação. 5. Fatores que afetam a disponibilidade de nutrientes – principalmente para a tomada de decisão sobre micronutrientes, cujos níveis para interpretação da análise de solos e análise foliar, para muitas culturas, não estão totalmente definidos, este ponto é de importância fundamental. Detalhes sobre esses fatores, para micronutrientes, podem ser encontrados nas páginas 28 a 32 do Boletim n° 8 da ANDA – Micronutrientes: Filosofias de Aplicação e Eficiência Agronômica (Lopes, 1999) . 6. Histórico da área – o conhecimento do histórico da área a ser cultivada é de extrema importância para maximizar a eficiência dos fertilizantes. A utilização desta “ferramenta”, aliada às demais já mencionadas, é um complemento indispensável, pois a tomada de decisão baseada em dados reais da área fornece mais segurança ao técnico que a utilização apenas de parâmetros analíticos. Pontos importantes a considerar sobre histórico da área incluem: doses de corretivos e fertilizantes já utilizadas; produções obtidas; práticas de preparo de solo; época de plantio; quantidade de chuva, etc.

I – FATORES QUE AFETAM O USO EFICIENTE DE FERTILIZANTES E

O uso eficiente de fertilizantes e corretivos agrícolas depende de uma série de fatores que, de forma direta ou indireta, afetam o processo, como um todo. Segundo Alcarde et al., 1998, esses fatores podem ser assim discriminados:

1 – Fatores diretos

1.1. Qualidade dos fertilizantes e corretivos agrícolas. Dadas as peculiaridade deste trabalho, não serão discutidas as características ligadas à qualidade dos fertilizantes e corretivos agrícolas, e que afetam a sua eficiência. Assim sendo, para os fertilizantes, algumas das características de natureza física (estado físico, granulometria, consistência, fluidez e densidade), de natureza química (número de nutrientes, forma química dos nutrientes e concentração de nutrientes e compostos nocivos aos vegetais) e de natureza físico-química (solubilidade, higroscopicidade, empedramento e índice salino), serão utilizadas, tão somente, quando se fizerem necessárias para explicar a eficiência da prática da adubação de “per si”. Detalhes dessas características podem ser encontrados no Boletim Técnico n° 3 da ANDA: Os Adubos e a Eficiência das Adubações (Alcarde et al., 1998). Da mesma forma, características dos corretivos agrícolas não detalhadas neste trabalho, poderão ser encontradas no Boletim Técnico n°6 da ANDA: Corretivos da Acidez dos Solos – Características e Interpretações Técnicas (Alcarde, 1992).

1.2. Solo. As características físicas, químicas, físico-químicas, assim como o teor de matéria orgânica afetam o uso eficiente de fertilizantes e corretivos agrícolas.

As características físicas (textura, estrutura e porosidade) são fatores determinantes para o armazenamento de água e nutrientes, mobilidade de íons na fase liquida e, principalmente, perdas de nutrientes contidos no solo ou adicionados via adubação e correção do solo, pelos processos de lixiviação ou arrastamento dos nutrientes e fertilizantes pela erosão.

Destas características físicas, a mais facilmente identificável é a textura, sendo necessário que o agricultor mande avaliá-la em laboratório se quiser fazer uso eficiente de fertilizantes e corretivos agrícolas. O conhecimento de, pelo menos, o teor de argila de uma gleba tem sérias implicações no manejo da adubação e correção do solo, citando-se, entre outros, os seguintes pontos: a necessidade de maior número de parcelamento das adubações nitrogenadas e/ou potássicas; b) determinação da dose de adubação fosfatada corretiva, quando aplicável; c) avaliação prática da maior ou menor capacidade de armazenagem de água no solo; d) determinação da dose de calcário em sistemas de recomendação em uso em alguns estados e/ou regiões; e) maior ou menor probabilidade de problemas de deficiência de micronutrientes; f) avaliação de doses de gesso agrícola na melhoria do ambiente radicular; etc.

As características da estrutura e porosidade do solo de uma gleba, embora mais difíceis de serem avaliadas, ajudam a determinar: a) maior ou menor predisposição a perdas decorrentes da erosão; b) problemas de impedimentos físicos ao desenvolvimento normal das raízes; c) potencial de lixiviação, em conjunto com o conhecimento da textura do solo da área, etc. A avaliação destes parâmetros pode ser feita através de exames locais do desenvolvimento de raízes, testes rápidos da capacidade de infiltração de água, resistência à penetração do trado e resistência do perfil do solo à penetração de uma faca ou de um espeto de churrasco, por exemplo. O que é fundamental é que o técnico que orienta o agricultor se familiarize e aplique as metodologias para avaliação da estrutura e porosidade do solo.

As características químicas estão relacionadas com a natureza dos minerais e a disponibilidade de nutrientes do solo (forma trocável ou solúvel), sendo fundamental o conhecimento destas, para a recomendação das doses de fertilizantes e corretivos agrícolas. O instrumento de diagnose mais utilizado para esta finalidade é a análise química do solo, que deve ser a mais completa possível, inclusive envolvendo a avaliação de enxofre e micronutrientes e não apenas uma análise simples de rotina. Muitos laboratórios em operação no Brasil estão capacitados à realização destas análises.

As características físico-químicas dizem respeito, principalmente, à capacidade de troca de cátions (CTC) e ao pH. A primeira reflete a capacidade de armazenamento de cátions pelo solo. Nesse contexto, é importante que o técnico se familiarize com o significado prático de parâmetros como CTC efetiva, CTC a pH 7,0, saturação por alu- mínio da CTC efetiva, saturação por bases da CTC a pH 7,0, soma de bases trocáveis, acidez potencial ou total, etc. Detalhes sobre estes parâmetros podem ser observados no

Boletim Técnico n° 2 da ANDA: Interpretação de Análise de Solos – Conceitos e Aplicações (Lopes & Guidolin, 1989) e no apêndice do Manual Internacional de Fertilidade do Solo (Lopes, 1998).

O uso inteligente destes parâmetros, juntamente com o conhecimento da textura e do teor de matéria orgânica, permitem as seguintes aplicações de ordem prática: a) recomendação de doses de calcário pelo método da saturação por bases; b) avaliação das cargas dependentes de pH e suas inter-relações com o potencial de lixiviação de bases; c) avaliação das relações de cátions trocáveis e CTC; d) recomendação do gesso agrícola na melhoria do ambiente radicular; e) necessidade de maior número de parcelamento das adubações nitrogenada e/ou potássica; f) recomendação de doses de adubação potássica corretiva, etc.

O pH, índice que indica o grau de acidez do solo, talvez seja um dos parâmetros mais importantes ligados ao uso eficiente de fertilizantes. A disponibilidade dos nutrientes contidos no solo, ou a ele adicionados através das adubações, é bastante variável em função ao pH do solo (Figura 2). A disponibilidade dos macronutrientes primários, secundários e do boro tende a aumentar, passando de baixa sob condições de acidez e atingindo valores máximos na faixa de pH em água de 6,0 a 7,0. O aumento na disponibilidade de cloro e molibdênio é praticamente linear até pH 8,0. Entretanto, a disponibilidade de ferro, cobre, manganês e zinco é maior sob condições ácidas, diminuindo com a elevação do pH. O ponto relevante nesta figura é que os efeitos do pH na disponibilidade de ferro, cobre, manganês e zinco são inversos àqueles para os macronutrientes primários e secundários, boro, molibdênio e cloro, o que enfatiza a necessidade de se buscar um meio termo de máxima eficiência geral. Em áreas sob plantio direto, já estabilizadas, e naquelas com elevado aporte de resíduos orgânicos, o pH ideal para a maioria das culturas se situa ao redor de 5,5, com saturação por bases de cerca de 50%.

Fonte: Malavolta (1979).

Figura 2 – Efeito do pH na disponibilidade dos nutrientes e do alumínio do solo

Além do pH do solo afetar a disponibilidade dos nutrientes nele contidos ou adicionados pela adubação e correção do solo, a assimilação dos nutrientes pelas plantas é extremamente dependente deste parâmetro. O Quadro 1 é auto-explicativo. A eficiência média de 26,7% na assimilação para os macronutrientes primários e secundários a pH 4,5, passando para 79,5% a pH 6,0, é uma das justificativas mais palpáveis para se promover o uso de calcário como premissa básica para o uso eficiente de fertilizantes. A afirmativa de que adubar uma cultura em solo ácido é desperdiçar fertilizantes é um dos pontos mais relevantes ligados à baixa eficiência das adubações, baixas produtividades e baixos lucros dos agricultores, em um grande número de culturas no Brasil.

Quadro 1 – Estimativa de variação percentual na assimilação dos principais nutrientes pelas plantas, em função do pH do solo.

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