Tabela Bíblica do N.T.

Mateus

  • O Rei — a história do Messias

  • Linhagem e nascimento, Cap. 1;

  • Busca por ele, 2:2;

  • Adoração a ele, 2:11;

  • Anúncio de sua chegada, 3:1-12;

  • Sua vitória espiritual, 4:1-11;

  • Sua proclamação, 4:17;

  • O chamado dos seguidores, 4:18-22;

  • Suas leis e mandatos, Caps. 5, 6, 7;

  • Suas palavras e obras, caps. 8, 9, 10, 11, 12;

Mateus

  • Suas parábolas, cap. 13;

  • O assassinato de seu precursor, 14:1-12;

  • Seu poder sobre as forças da natureza e sobre a doença, 14:14-36; 15:32-39;

  • Sua revelação da insensibilidade do homem e de seus sofrimentos e glória futuros, caps. 16 e 17;

  • Sua instrução acerca dos princípios do Reino, caps. 18, 19, 20;

  • Sua entrada triunfal na capital, rejeição, parábolas e profecias, 21:12—2:14;

  • Sua capacidade de frustrar os complôs dos fariseus e dos saduceus, 22:15-46;

  • Sua denúncia contra os líderes, cap. 23;

  • Suas profecias e parábolas relacionadas com o futuro, caps. 24 e 25;

  • Eventos que levarão à sua traição, 26:1-46;

  • Seu juízo, 26:75—27:31;

  • Sua crucificação, 27:31-50;

  • Eventos imediatos à sua morte, 27:51-56;

  • Sua reaparição na terra e comissão aos seus seguidores, cap. 28.

Marcos

  • I. Eventos introdutórios e preliminares que conduzem ao ministério público de Cristo, 1:1-13

  • Já no primeiro capítulo, Marcos submerge abruptamente nesse tema. Começa com o

  • Anúncio de que Jesus é o Filho de Deus, v. 1. Então passa às cinco etapas

  • Preparatórias de sua obra.

    • 1. A vinda do precursor, v. 2-8
    • 2. Seu batismo em água, v. 9
    • 3. Seu enchimento com o poder do Espírito, v. 10
    • 4. O testemunho divino de sua condição de Filho, v. 11
    • 5. O conflito com seu arquiinimigo, v. 12,13

Marcos

  • II. Seu ministério inicial na Galiléia, 1:14, 2, 3, 4, 5, 6, 7:23

  • Marcos omite inteiramente o ministério inicial na Judéia (v. Jo 2:13, 3, 4:2).

  • III. Fatos ocorridos em Tiro e Sidom, 7:24-30

  • IV. Ensino e obra de Cristo no norte da Galiléia, 7:31, 8, 9:50

  • V. Ministério final na Peréia e viagem a Jerusalém, 10:1-52

  • VI. Acontecimentos da Semana da Paixão, 11:1, 12, 13, 14, 15, 16:8

Lucas

  • I. Introdução, 1:1-4; nascimento de Jesus e os incidentes relacionados com seus primeiros anos de vida até seu batismo e a tentação, 1:5, 2, 3, 4:13

  • II. Início de seu ministério público, principalmente na Galiléia, 4:14, 5, 6, 7, 8, 9:50

Lucas

  • III. Viagem a Jerusalém, através de Samaria e da Peréia; ministério na Peréia, 9:51, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19:28

  • IV. Seus últimos dias, incluindo os eventos da Semana da Paixão e a crucificação, 19:29, 20, 21, 22, 23:55

  • V. Eventos relacionados com sua ressurreição e ascensão, 24:1-51

João

  • I. Prólogo

  • O Verbo eterno encarna-se, 1:1-18

  • II. Manifestação da divindade de Cristo ao mundo, acompanhada de seis testemunhos.

  • O de João Batista, o do Espírito Santo, o dos discípulos, o das obras poderosas de

  • Cristo, o do Pai e o das Escrituras, 1:19, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12:50

  • III. Revelação particular e instruções aos discípulos, caps. 13, 14, 15, 16, 17

  • IV. Sua humilhação e seu triunfo sobre a morte, caps. 18, 19, 20

  • V. Epílogo, 21:1-23

Atos

  • O livro pode ser dividido em duas partes.

  • Período das missões locais

  • Período das missões estrangeiras.

Atos

  • I. Período das missões locais

  • Jerusalém é o centro. A obra concentra-se principalmente na Palestina, entre os judeus, sendo o apóstolo Pedro a figura preeminente.

  • 1. Os acontecimentos preparatórios

  • a) A comissão divina, 1:4-8

  • b) A ascensão do Senhor, 1:10,11

  • c) A descida do Espírito, 2:1-4

  • d) O equipamento dos obreiros, 2:4; 4:31

Atos

  • 2. Os ministérios

    • a) De Pedro, no Pentecoste, 2:14-40; o segundo sermão de Pedro, 3:12-26; Pedro no
  • Sinédrio, 4:5-12

    • b) De Estêvão, 7:1-60
    • c) De Filipe e Pedro, 8:5-25
    • d) De Filipe, 8:26-40

Atos

  • 3. Atos acerca da igreja

    • a) Seu crescimento (v. 1769)
    • b) Sua plenitude do Espírito Santo, 4:31
    • c) Sua unidade e benevolência, 4:32-37
    • d) Seu poder espiritual, 5:12-16
    • e) A eleição dos diáconos, 6:1-6
  • 4. As perseguições à igreja, 4:1-3,17-22; 5:17, 18,40; 6:8-15

  • Perseguições sob Saulo de Tarso, 8:1-3; 9:1

Atos

  • II. O período das missões estrangeiras

  • O centro de operações, inicialmente em Jerusalém, é transferido pouco depois para Antioquia da Síria.

Atos

  • 1. Acontecimentos preliminares que levaram às missões por todo o mundo

    • a) O ministério de Filipe em Samaria, em companhia de Pedro e João, 8:5-25
    • b) A conversão de Paulo, que veio a ser o grande missionário e a figura preeminente da
  • igreja nesse período, 9:1-30

    • c) A ampliação dos pontos de vista de Pedro por causa de sua visão em Jope,
  • resultando em seu ministério entre os gentios de Cesaréia, 10:1-43

Atos

  • d) O derramamento do Espírito Santo sobre os gentios de Cesaréia e a defesa do

  • ministério de Pedro ali, 10:44—11:18

  • e) Ratificação da obra em Antioquia por Barnabé, representante da igreja de Jerusalém, 11:22-24

  • f) Saulo de Tarso levado por Barnabé a Antioquia. Os dois cooperam no estabelecimento da igreja, no lugar em que os discípulos foram chamados cristãos pela primeira vez, 11:25,26

  • g) Parêntese. Perseguição à igreja de Jerusalém por Herodes; morte de Tiago;

  • Encarceramento e libertação de Pedro, 12:1-19

Atos

  • 2. O acontecimento da época na história das missões estrangeiras

  • Sob a direção do Espírito Santo, Paulo e Barnabé são enviados como missionários pela igreja de Antioquia; João Marcos os acompanha, 13:1-5

Atos

  • 3. Primeira viagem missionária de Paulo

    • a) Missionários: Paulo, Barnabé e João Marcos, 13:4—14:26

Atos

  • b) Lugares visitados e eventos principais:

  • Ilha de Chipre, onde o procônsul se converte e o nome de Saulo é mudado para Paulo no livro de Atos, 13:4-12;

  • Perge e Panfília, onde João Marcos abandona o grupo, 13:13;

  • Antioquia da Pisídia, onde Paulo prega um grande sermão na sinagoga, 13:14-41;

  • Oposição dos judeus e a obra entre os gentios, 13:44-49;

  • Expulsos da cidade pelos judeus, os missionários vão para Icônio, onde trabalham algum tempo — mas surge uma perseguição, e eles fogem para Listra e Derbe, 14:6;

  • A cura de um paralítico em Listra leva o povo a querer adorar Paulo e Barnabé, mas os judeus levantam oposição, e Paulo é apedrejado — imperturbáveis, os dois heróis escapam para Derbe, onde pregam o evangelho e ensinam a muitos, 14:8-20;

  • Desse ponto, os missionários retornam pela mesma rota, visitando e organizando as igrejas, e em Antioquia da Síria apresentam o relatório da viagem, 14:21-28

Atos

  • 4. O Concílio de Jerusalém

    • a) O assunto em pauta, 15:5,6
    • b) O argumento de Pedro a favor da liberdade cristã, 15:7-11
    • c) Paulo e Barnabé relatam suas experiências, 15:12
    • d) Palavras de Tiago e a decisão do concílio a favor de eximir os gentios das regras da
  • Lei, 15:13-29; os apóstolos enviam Judas e Silas a Antioquia como portadores da

  • carta do concílio à igreja, 15:27-30

Atos

  • 5. Segunda viagem missionária de Paulo

    • a) Eventos preliminares: desacordo entre Paulo e Barnabé acerca de João Marcos;
  • Silas é escolhido por Paulo para acompanhá-lo na viagem, 15:36-40

Atos

  • b) Lugares visitados e principais eventos:

  • visita às igrejas da Síria e Cilícia, 15:41;

  • em Listra, Timóteo une-se aos missionários, que visitam várias cidades da Ásia Menor, fortalecendo as igrejas, 15:41—16:5;

  • o Espírito guia-os a Trôade, onde Deus os convoca à Europa por meio de uma visão, 16:7-10;

  • em Filipos, as autoridades encarceram Paulo e Silas — o carcereiro se converte, e os apóstolos estabelecem uma igreja, 16:12-34;

  • o acontecimento mais importante a seguir é a fundação da igreja em Tessalônica, onde se levanta a perseguição, e eles vão para Beréia, 17:1-10;

  • Em Beréia, os missionários encontram alguns fiéis estudantes da Palavra, que são

  • receptivos, 17:11,12;

Atos

  • Uma tormenta de perseguições abate-se novamente sobre eles, e Paulo vai para Atenas, deixando o estabelecimento da igreja a cargo de Silas e Timóteo, 17:13-15;

  • Em Atenas, Paulo encontra a cidade cheia de ídolos e prega um sermão na colina de Marte, mas poucos se convertem à fé, 17:15-34;

  • Em Corinto, Silas e Timóteo unem-se a Paulo e fundam uma igreja — a obra é levada a cabo em

  • Meio a perseguições que duram dezoito meses, 18:1-17;

  • Após um tempo considerável, Paulo despede-se dos irmãos e parte para a Síria, fazendo breve escala em Éfeso, e termina a viagem em Antioquia, 18:18-22

Atos

  • 6. Terceira viagem missionária de Paulo

  • Lugares visitados e eventos principais:

  • visita às igrejas na Galácia e na Frígia, 18:23;

  • parêntese. Apolo em Éfeso, 18:24-28;

  • Paulo regressa a Éfeso e encontra um grupo de discípulos ainda não perfeitamente instruídos e dirige-os à vida plena do Espírito, 19:1-7;

  • continua a obra em Éfeso durante dois anos, 19:8-10;

  • o Senhor mostra-lhe que aprova o trabalho, outorgando-lhe o dom de curar, 19:11,12;

  • os pecadores convertem-se, e muitos queimam seus livros de magia, 19:11-20; logo se levanta um alvoroço entre os artífices, pois estes temem que os ensinos de Paulo arruínem a indústria dos ídolos, 19:23-41;

Atos

  • Paulo sai de Éfeso e, depois de visitar as igrejas da Macedônia, vai para a Grécia, 20:1,2;

  • Depois de três meses na Grécia, regressa à Macedônia e vai para Trôade, onde prega, 20:3-12;

  • De Trôade, vai para Mileto e manda chamar os anciãos efésios; em Mileto, entrega uma mensagem de despedida aos anciãos, 20:17-38;

  • De Mileto, inicia a viagem de regresso a Jerusalém, advertido pelo Espírito dos sofrimentos que ali o aguardam, 21:1-17

Atos

  • 7. Paulo em Jerusalém e em Cesaréia

  • a) Relato à igreja das experiências de seu ministério entre os gentios, 21:18-20

  • b) Para evitar suspeitas, faz um voto, 21:20-26

  • c) Os judeus lançam mão dele no Templo, mas os soldados romanos o resgatam, 21:27-40

  • d) Sua defesa diante da multidão, 22:1-21

  • e) Declara sua cidadania romana a fim evitar ser açoitado, 22:25-30

  • f) Comparece perante o Sinédrio, 23:1-10

Atos

  • g) O Senhor aparece-lhe de noite com uma mensagem de ânimo, 23:11

  • h) A conspiração de alguns judeus para matá-lo provoca seu envio a Cesaréia, 23:12-33

  • i) Acusação contra ele pelos judeus e sua defesa perante o governador Félix, 24:1-21

  • j) Discurso perante Félix acerca de sua fé em Cristo, 24:24-26

  • k) Defesa perante Festo e o apelo a César, 25:1-12

  • l) Discurso perante Agripa, 26:1-29

Atos

  • 8. A viagem de Paulo, como prisioneiro, a Roma

  • a) Primeira etapa da viagem, 27:2-13

  • b) A tempestade e a fortaleza espiritual de Paulo, 27:14-36

  • c) O naufrágio e o livramento, 27:38-44

  • d) As experiências na ilha de Malta, 28:1-10

  • e) A chegada a Roma e seu ministério ali, 28:16-31

Romanos

  • I. O plano da salvação

  • 1. Sua necessidade, fundamentada na culpabilidade universal da humanidade

  • a) Do mundo dos gentios, 1:18—2:16

  • b) Do mesmo modo os judeus, sob a condenação da Lei, 2:17—3:20

  • c) Todos são pecadores, 3:23

  • 2. Seu método, justificação ou justiça pela fé, 3:21-28

  • a) É universal, 3:29,30

  • b) Honra a Lei, 3:31

Romanos

  • 3. Ilustrado na vida de Abraão, cap. 4

  • a) Independente das obras, v. 1-6

  • b) Independente das ordenanças, v. 9-12

  • c) Separado da lei, v. 13-25

  • 4. Suas bênçãos tornam-se efetivas por meio do amor de Deus, manifestado no sacrifício de Cristo, 5:1-11

Romanos

  • 5. Explica o alcance do dom gratuito da salvação, 5:12-21

  • 6. O dom gratuito não estimula a prática do pecado, pelo contrário, requer a crucificação da natureza corrupta do homem e uma vida de serviço santo a Deus, 6:1-23

  • 7. Luta com as tendências pecaminosas e os desejos da carne, cap. 7

  • Se Paulo se refere às próprias experiências antes ou depois de sua conversão, é uma questão que divide os estudiosos da Bíblia. Todos, entretanto, concordam em que o texto descreve vividamente o que ocorre no coração humano, 7:7-24.

Romanos

  • 8. Descrição culminante do plano da salvação, cap. 8

  • A nova vida espiritual de liberdade e justiça por meio da fé em Cristo. Esse é um dos grandes capítulos espirituais da Bíblia — o Espírito Santo é mencionado dezenove vezes.

  • 9. Parêntese. A grande preocupação de Paulo pelo seu povo, 9:1-5

Romanos

  • 10. O mistério da eleição divina e o trato de Deus com Israel

  • a) Privilégios especiais de Israel, 9:4,5 (v. 3:1,2)

  • b) Distinção entre os descendentes naturais e espirituais de Abraão, 9:6-13

  • c) O mistério da soberania divina, 9:14-24

  • d) Os profetas predisseram o fracasso dos judeus em viver de acordo com seus privilégios; o chamado aos gentios e sua aceitação ao plano divino de justificação pela fé, 9:25-33

Romanos

  • 11. A má interpretação que os judeus fizeram do plano divino resultou na justiça própria, 10:1-3

  • 12. Explicação do plano de salvação pela fé e promulgação de sua aplicabilidade universal, 10:4-18

  • 13. Relacionamento entre Deus e Israel, 10:19—11:12

  • 14. Os gentios são advertidos a não se gabar de seus privilégios e a cuidar para não cair em condenação, 11:13-22

  • 15. Profecia da restauração de Israel e declaração de que os mistérios de Deus são insondáveis, 11:23-36

Romanos

  • II. Parte prática

  • Contém principalmente exortações e instruções acerca dos deveres cristãos, caps. 12, 13, 14, 15, 16.

  • 1. Cap. 12

  • Esse capítulo apresenta um dos melhores resumos dos deveres cristãos encontradosnas Escrituras. Pode-se obter um estudo mais completo consultando os temas à margem desse capítulo nesta Bíblia.

Romanos

  • 2. Cap. 13

  • a) Deveres cívicos e sociais, v. 1-10

  • b) O dever de viver na luz, v. 11-14

  • 3. Deveres para com o fraco, 14:1—15:7

  • a) Não devemos julgá-lo, 14:1-13

  • b) Devemos ter cuidado em não ofendê-lo, 14:15-23

  • c) Devemos ajudá-lo, e não agradar a nós mesmos, 15:1-7

Romanos

  • 4. Pensamentos finais, experiências pessoais e saudações

  • a) Razões para dar graças da parte dos gentios e a propagação do ministério do apóstolo entre eles, 15:8-21

  • b) O desejo de Paulo de visitar Roma e suas saudações a vários amigos cristãos, 15:22—16:16

  • c) Palavras finais e bênção, 16:17-27

  • MUROS DE SEPARAÇÃO

1 Coríntios

  • I. A purificação da igreja

  • 1. Saudação, 1:1-9

  • 2. A necessidade de purificar a igreja das divisões parciais, do culto aos homens e do gloriar-se na sabedoria mundana, 1:10-31

  • 3. O ministério exemplar de Paulo

  • Ele não tentava mostrar sabedoria mundana, simplesmente declarava a sabedoria de

  • Deus em mensagens reveladas pelo Espírito Santo, 2:1-16

  • 4. A disputa por causa dos líderes é sinal de imaturidade e carnalidade, 3:1-8

1 Coríntios

  • 5. O verdadeiro ministério

  • O ministro deve ser visto:

  • a) Como despenseiro da verdade, 3:1,2

  • b) Como jardineiro, 3:6-8

  • c) Como colaborador de Deus, 3:9

  • d) Como formador de caráter, 3:10

  • e) Como servo confiável, 4:1,2

  • f) Como sofredor por causa do nome de Cristo, 4:9-13

  • g) Como exemplo, 4:16,17

  • h) Como administrador da disciplina, 4:18-21

1 Coríntios

  • 6. O dever de purificar a igreja

  • a) Da imoralidade, 5:1-13

  • b) Das disputas, 6:1-8

  • c) Os crentes, como membros do corpo de Cristo e templo do Espírito Santo, devem purificar-se de toda sensualidade, 6:9-20

  • 7. A santificação do matrimônio e de todas as relações sexuais e as supremas aspirações da vida espiritual, 7:1-40

  • 8. Os ideais cristãos exigem o sacrifício de certos direitos e privilégios para o bem do ignorante e do fraco (p. ex., comer carne que tenha sido oferecida a ídolos, 8:1-13)

  • 9. O exemplo de Paulo, ao renunciar a certos direitos e liberdades para ganhar as pessoas para Cristo, 9:1-27

1 Coríntios

  • 10. O exemplo de infidelidade de Israel é uma advertência para a igreja, 10:1-15

  • 11. A comunhão nos elementos da ceia do Senhor requer separação de associações mundanas, 10:16-21

  • 12. A influência cristã deve ser cautelosa quanto a comidas e bebidas, 10:23-33

  • 13. Os costumes sociais devem ser observados quanto às vestes, 11:1-16

  • 14. A purificação da igreja quanto a desordens acerca da ceia do Senhor e a observância devida, 11:17-34

1 Coríntios

  • II. Instrução doutrinária e conselhos

  • 1. Acerca da diversidade dos dons espirituais, 12:1-31

  • 2. A preeminência do amor, 13:1-13

  • 3. A preeminência da profecia sobre o dom de línguas e a importância da ordem nas reuniões públicas, 14:1-40

  • 4. A doutrina da ressurreição, 15:1-58

  • 5. Instruções finais e saudações, 16:1-24

2 Coríntios

  • Não há divisões definidas de pensamento na carta, mas o tema pode ser classificado

  • sob três títulos.

  • I. As características do ministério do apóstolo

  • 1. Consolador, 1:4-7; 7:7,13

  • 2. Sofrido, 1:5-9; 4:8-12; 5:4; 6:4-10; 7:5; 11:24-28; 12:7-10

  • 3. Sincero, 1:12; 2:17; 4:2; 7:2

  • 4. Constante, 1:17-19; 4:1,16

  • 5. Interessado, 2:3,4; 7:7,8; 11:2,3; 12:20,21

  • 6. Triunfante, 2:14; 4:8,9; 12:10

2 Coríntios

  • 7. Abnegado, 4:5,11,15; 5:13; 11:7,9

  • 8. O amor a Cristo é o motivo predominante, 4:11; 5:14

  • 9. Espiritual, 4:18; 5:16; 10:4

  • 10. Persuasivo, 5:11,20; 6:1; 10:1,2

  • 11. Reconciliador, 5:19-21

  • 12. Demonstrado em seriedade, nas aflições e nas boas obras, 5:13; 6:4-10; 12:12

  • 13. Autoritário, 10:1-11

  • 14. Auto-sustentado, 11:9

2 Coríntios

  • II. Exortações e instruções acerca da generosidade, caps. 8 e 9

  • III. O apostolado de Paulo

  • 1. Desacreditado por alguém da igreja, 10:7-10; 12:11; 13:3

  • 2. Sua autoridade, 2:9; 13:2

2 Coríntios

  • 3. Autenticado

  • a) Pelo Senhor, 1:1,21,22; 3:5,6; 4:6

  • b) Por um sofrimento sem igual pela causa de Cristo, 6:4-10; 11:23-27

  • c) Pelas revelações maravilhosas que recebeu, 12:1-5

  • d) Pelas grandes obras que realizou, 12:12

  • Passagens notáveis

  • O ministério ideal, 4:1-18.

  • O triunfo sobre a morte, 5:1-9.

  • O chamado à separação do mundo, 6:14-18.

  • A lista dos sofrimentos que Paulo suportou, 11:24-33

Galatas

  • I. Saudação e introdução, 1:1-9

  • II. Narrativa das experiências de Paulo em apoio à alegação de ser detentor do

  • verdadeiro apostolado

  • 1. O evangelho que prega foi recebido diretamente de Cristo, por revelação, quando ele era judeu fervoroso e perseguia a igreja, 1:10-16

  • 2. Por vários anos, permaneceu longe da igreja em Jerusalém e trabalhou independentemente dos outros apóstolos, 1:17-23

Galatas

  • 3. Esteve sob a direção divina em seu labor entre os gentios, e no caso de Tito, um

  • grego, havia insistido em que ficasse livre da observância da lei cerimonial, 2:1-5

  • 4. A igreja em Jerusalém respaldou seu apostolado e seu trabalho entre os gentios,

  • 2:7-10

  • 5. Não vacilou em repreender Pedro, Barnabé e outros judeus cristãos quando viu que

  • estavam cedendo a tendências cerimoniais, 2:11-14

Galatas

  • III. A defesa da doutrina da justificação pela fé sem as obras da Lei

  • 1. Ao mostrar a insensatez dos judeus cristãos que abandonavam a nova fé e sua luz e regressavam ao legalismo, 2:15-21

  • 2. Ao apelar para as anteriores experiências espirituais dos gálatas, 3:1-5

  • 3. Ao mostrar que Abraão foi justificado pela fé, 3:6-9

  • 4. Ao mostrar que a Lei, além de não ter poder de redenção, trouxe uma maldição ao desobediente, da qual Cristo redimiu os crentes, 3:10-14

  • 5. Ao provar que a Lei não cancelava o pacto da salvação pela fé, 3:15-18

  • 6. Ao indicar que a Lei, como guia, tinha o propósito de conduzir a Cristo, 3:19-25

Galatas

  • 7. Ao mostrar os prejuízos dos que renunciam à fé em Cristo e voltam ao legalismo

  • a) Perda da bênção de sua herança como filhos de Deus e retorno ao cativeiro do cerimonialismo, 3:26—4:11

  • b) Perda do sentido da apreciação das obras realizadas a favor deles, 4:11-16

  • c) Risco de se converterem em filhos de Abraão segundo a carne, em vez de se tornarem filhos da promessa, 4:19-31

  • d) Perda da liberdade espiritual. também tornam sem efeito o sacrifício de Cristo por eles, 5:1-6

Galatas

  • IV. Advertências, instruções e exortações

  • 1. Advertências acerca dos falsos mestres e do mau uso da liberdade, 5:7-13

  • 2. Exortações acerca da vida espiritual

  • a) O conflito entre a carne e o espírito, 5:17,18

  • b) As obras da carne excluem do Reino de Deus, 5:19-21

  • c) O fruto do Espírito deve manifestar-se na vida cristã, 5:22-26

Galatas

  • 3. Características da vida espiritual

  • a) Ajudar e levar as cargas, 6:1,2

  • b) Humildade, exame de consciência, confiança em si mesmo e benevolência, 6:3-6

  • c) A lei da semeadura e da colheita também se aplica no reino moral, 6:7,9

  • 4. Contraste entre a doutrina dos falsos mestres e a de Paulo

  • A primeira gloria-se nos ritos cerimoniais e nas marcas da carne; a segunda, na cruz e

  • nas marcas do Senhor Jesus, 6:12-17

Efésios

  • I. A igreja e o plano de salvação

  • Nota: Ao discutir o plano de salvação nas diferentes epístolas, Paulo varia a ênfase.

  • Em Romanos, ele o faz firmado sobre a fé sem as obras; em Gálatas, sobre a fé sem as

  • observâncias cerimoniais; em Efésios, sobre a unidade dos crentes.

  • 1. Saudação, 1:1,2

  • 2. A origem divina da igreja, 1:3-6

Efésios

  • 3. O plano de salvação

  • a) Por meio da obra redentora de Cristo, 1:7,8

  • b) Seu alcance é universal, 1:9,10

  • c) Garante rica herança espiritual, 1:11-14

  • d) Oração para que os crentes sejam iluminados quanto às riquezas de suas provisões,

  • 1:15-23

  • e) Ressurreição espiritual longe do pecado e exaltação do crente aos lugares celestiais

  • 2:1-6

  • f) Essa exaltação depende inteiramente da graça, não das obras, 2:7-10

Efésios

  • g) Inclui os gentios, que estavam separados de Deus, mas foram aproximados por

  • causa do sangue de Cristo, 2:11-13

  • h) Remove todas as barreiras entre judeus e gentios, unindo-os em um corpo para

  • habitação do Espírito Santo, 2:14-22

  • i) Os mistérios do propósito divino são revelados a Paulo; sua designação como apóstolo aos gentios, 3:1-12

  • j) Segunda oração de Paulo pela plenitude espiritual da igreja e sua iluminação acerca

  • do amor incomparável de Cristo, 3:14-21

Efésios

  • II. Aplicação prática

  • Propósito do plano divino no que se refere à igreja

  • 1. A unidade dos crentes

  • a) No Espírito, 4:1-3

  • b) As sete unidades mencionadas, 4:4-6

  • c) A diversidade de dons e a unidade do corpo de Cristo, 4:7-16

  • 2. A vida cristã conseqüente, o andar dos crentes

  • a) Não como os pecadores, 4:17-21

  • b) Em uma nova vida, abandonando os pecados passados, 4:22-32

  • c) Andar em amor e pureza, 5:1-7

  • d) Andar na luz, 5:8-14

  • e) Andar com cuidado, cheios do Espírito, 5:15-21

Efésios

  • 3. A vida no lar

  • a) Deveres do esposo e da esposa, 5:22,23

  • b) Deveres dos filhos, dos pais, dos servos, e dos senhores, 6:1-9

  • 4. A luta espiritual

  • a) A fonte de fortaleza, 6:10

  • b) A armadura e os inimigos, 6:11-18

  • 5. Palavras finais e bênção, 6:19-24

  • Passagens notáveis

  • Orações de Paulo pela igreja, 1:16-23; 3:14-21.

  • A unidade cristã, 4:3-16.

  • A armadura espiritual, 6:10-17

Filipenses

  • I. Saudação 1:1-7

  • II. Declaração pessoal

  • O apóstolo revela sua vida interior e sua atitude perante a igreja.

  • 1. Seu interesse profundo pelo desenvolvimento espiritual, 1:8-11

  • 2. A certeza de que suas cadeias são uma bênção para muitos, 1:12-19

  • 3. Sua esperança e o desejo de que, qualquer que seja o resultado de seu

  • encarceramento, Cristo será exaltado, pela sua vida ou pela sua morte, 1:20

  • 4. Sua compreensão da bênção da morte para o crente

  • Não obstante, ao sentir que sua obra não está terminada, espera visitar a igreja

  • filipense uma vez mais, 1:21-25.

  • 5. Seu interesse principal é que a igreja permaneça fiel em meio à perseguição,

  • 1:27-30

Filipenses

  • III. Exortações acerca da vida e do caráter cristãos

  • 1. A unidade, a humildade e o esquecimento de nós mesmos, 2:1-4

  • 2. Buscar a mente de Cristo, 2:5-13

  • 3. Cooperar com Deus, ocupando-nos de nossa salvação pessoal e vivendo como seus

  • filhos irrepreensíveis num mundo de maldade, 2:12-16

  • IV. Recomendação do apóstolo e de seus mensageiros, Timóteo e Epafrodito, 2:19-30

Filipenses

  • V. Advertências contra os judaizantes, 3:1-3

  • VI. Narrativa das experiências do apóstolo

  • 1. Judeu privilegiado e fervoroso, considerava agora esterco todos os valores da

  • justiça da Lei, a fim de aceitar a justiça pela fé em Cristo, 3:4-9

  • 2. Sua ambição suprema era conhecer a Cristo, participar de sua ressurreição e

  • alcançar o alvo final. o caráter semelhante ao de Cristo, 3:10-14

Filipenses

  • VII. Outras exortações à igreja

  • 1. Seguir o exemplo apostólico, 3:15-17

  • 2. Ter cuidado dos inimigos da cruz, 3:18,19

  • 3. Ser cidadãos do céu e esperar a grande transformação na vinda do Senhor, 3:20,21

  • 4. Manter a firmeza, a unidade, a ajuda, a gentileza; estar livres do afã, orar e elevar a

  • maneira de pensar, 4:1-8

  • VIII. Palavras finais de apreço, promessa de provisão divina para cada necessidade,

  • saudações e bênção, 4:10-23

Colossenses

  • I. Seção introdutória, 1:1-14

  • 1. Saudação apostólica e recomendações, v. 1-8

  • 2. Oração pela igreja

  • a) Para que adquira conhecimento, frutifique em toda boa obra e seja fortalecida com o

  • poder divino, v. 9-11

  • b) Dando graças pela herança espiritual, pela grande libertação e pela redenção dos

  • pecados, v. 12-14

Colossenses

  • II. A seção doutrinária, 1:15—2:7

  • Tema principal. a glória da pessoa e a obra de Cristo.

  • 1. Sua preeminência gloriosa, 1:15-29

  • a) Como a imagem de Deus, v. 15

  • b) Ele é o Criador de todas as coisas, v. 16 (v. 1950)

  • c) Sua preexistência, v. 17 (v. 1194)

  • d) Como cabeça da igreja, v. 18 (v. 1771)

  • e) Sua plenitude divina, v. 19 (v. 2851)

  • f) Sua obra reconciliadora, v. 20-23

  • g) O mistério da habitação de Cristo nos crentes é proclamado no ministério de Paulo, v. 24-29

  • 2. Preocupação de Paulo com o estado da igreja, 2:1-7

  • a) Para que os membros possam estar unidos em amor, tendo conhecimento mais

  • completo dos mistérios espirituais do Pai e de Cristo, v. 1-3

  • b) Advertência contra falsas doutrinas e exortação à fé constante em Cristo, v. 4-7

Colossenses

  • III. Seção doutrinária e polêmica, 2:8-23

  • 1. O perigo da filosofia mundana e do legalismo, v. 8

  • 2. A glória transcendente de Cristo e o poder de suas ordenanças espirituais, em

  • contraste com as do sistema cerimonial, v. 4-13

  • 3. O poder libertador da cruz de Cristo para abolir o antigo cerimonialismo, v. 14-17

  • 4. Advertências acerca do culto aos anjos e o misticismo falso, que não reconhece a

  • Cristo como cabeça da igreja, v. 18,19

  • 5. Advertências contra o cerimonialismo e o ascetismo, v. 20-23

Colossenses

  • IV. Seção de exortações, 3:1-17

  • 1. Aspirações e inclinações celestiais, v. 1-4

  • 2. Subjugação dos desejos carnais, v. 5-7

  • 3. Abandono das paixões e vícios mundanos e revestimento com a graça e as virtudes cristãs, v. 8-14

  • 4. A ser governados por um espírito de paz, unidade e gratidão, v. 15

  • 5. A buscar a verdade para ser ajudados mutuamente na instrução, na admoestação e no louvor e a fazer todas as coisas em nome de Cristo, v. 16,17

Colossenses

  • V. Seção familiar, 3:18—4:1

  • Deveres dos diferentes membros do lar cristão. esposa, esposo, filhos, pais, escravos e senhores.

  • VI. Seção do companheirismo, 4:2-18

  • 1. Pedido de Paulo para que orem por ele e seus conselhos sobre conduta social, v. 3-6

  • 2. Saudações finais e recomendação de obreiros, v. 7-18

1 Tessalonicenses

  • I. Seção de elogios, cap. 1

  • 1. Saudação, v. 1

  • 2. Elogio à igreja

  • a) Por sua fé e seu serviço dedicado, v. 2-4

  • b) Por sua receptividade espiritual, v. 5,6

  • c) Por sua influência exemplar, v. 7,8

  • d) Por abandonarem a idolatria e por sua esperança espiritual, v. 9,10

1 Tessalonicenses

  • II. Seção de reminiscências, cap. 2

  • Paulo recorda as características de seu ministério.

  • 1. Como valoroso, sincero, temente a Deus, veraz e abnegado, v. 2-5

  • 2. Como humilde, amável, afetuoso, trabalhador, irrepreensível e paternal, v. 6-12

  • 3. Referência à docilidade e aos sofrimentos da igreja, v. 13,14

  • 4. Referência ao seu desejo de visitar a igreja e ao fato de se gloriar neles, v. 17-20

1 Tessalonicenses

  • III. Seção do mensageiro, cap. 3

  • 1. Envia Timóteo para fortalecer a igreja, v. 1-5

  • 2. O informe favorável do mensageiro e seu efeito reconfortante, v. 6-9

  • 3. A oração sincera de Paulo para que possa visitar a igreja e ajudá-la a

  • desenvolver-se espiritualmente, v. 10-13

1 Tessalonicenses

  • IV. Seção de exortação, 4:1-12

  • 1. Exortações à pureza pessoal e social, v. 1-8

  • 2. Exortações ao amor fraternal e ao trabalho, v. 9-12

1 Tessalonicenses

  • V. Seção da esperança futura, 4:13—5:11

  • A vinda do Senhor.

  • 1. Esperança consoladora para os que perderam um ente querido, 4:13,14

  • 2. A ordem das ressurreições, 4:15

  • 3. Ocorrências relacionadas com a aparição de Cristo, 4:16-18

  • 4. O dia de sua vinda é desconhecido, 5:1,2 (v. 1539)

  • 5. Será inesperada para os incrédulos, 5:3

  • 6. Os filhos da luz devem estar preparados, 5:4-8 (v. 1542)

  • 7. A segurança do crente nesse dia, 5:9-11

1 Tessalonicenses

  • VI. Seção do dever, 5:12-28

  • 1. Exortações acerca dos deveres práticos da vida cristã, v. 12-22

  • 2. Conclusão e bênção, v. 23-28

  • Passagens notáveis

  • A segunda vinda de Cristo, 4:13—5:11.

  • Deveres práticos, 5:12-22 (passagem paralela. Rm 12)

2 Tessalonicenses

  • I. Cap. 1

  • 1. Saudação e ação de graças v. 1-3

  • 2. [Consolo]

  • a) Palavras de consolo à igreja perseguida, v. 4-6

  • b) O grande contraste entre o destino glorioso dos crentes, na vinda de Cristo, e o

  • destino dos ímpios não arrependidos, v. 7-12

2 Tessalonicenses

  • II. Cap. 2

  • 1. Advertências contra o desassossego causado por idéias erradas acerca da vinda do Senhor, v. 1,2

  • 2. Anúncio dos acontecimentos que precederão o advento

  • a) A chegada da apostasia, v. 3

  • b) A auto-exaltação do homem do pecado, v. 3,4

  • c) O iníquo manifestar-se-á no devido tempo, acompanhado de sinais e prodígios enganadores, v. 5-9

  • d) O iníquo será destruído na vinda de Cristo, v. 8

  • e) Os ímpios serão enganados, v. 10-12

  • 3. Convite afetuoso aos crentes que desfrutaram os grandes privilégios do evangelho a que retenham a boa doutrina, v. 13-15

  • 4. Bênção consoladora, v. 16,17

2 Tessalonicenses

  • III. Cap. 3

  • 1. A confiança do apóstolo na igreja

  • a) Pede oração, v. 1,2

  • b) Crê que serão guardados do mal e permanecerão obedientes às suas instruções, v. 3,4

  • c) Ordena que esperem pacientemente a vinda de Cristo e que se separem dos irmãos que andam desregradamente, v. 5,6

  • 2. O exemplo apostólico

  • a) De viver regradamente, v. 7

  • b) De manter-se com recursos próprios, a fim de dar bom exemplo, v. 8,9

  • c) De insistir em que os crentes trabalhem, v. 10

  • 3. Admoestações finais

  • a) Acerca dos preguiçosos e dos intrometidos, v. 11,12

  • b) Acerca do trabalho persistente e do desobediente obstinado, v.13,14

  • 4. Bênção e saudação, v. 16-18

1 Timóteo

  • I. Conselhos doutrinários e experiências pessoais, cap. 1

  • 1. Saudação, v. 1,2

  • 2. Conselhos acerca do trato com os mestres legalistas

  • a) Os que ressaltam doutrinas não fundamentais, em vez de verdadeira piedade —

  • doutrinas que, em vez de edificar o caráter, causam disputas, v. 3-6

  • b) Os que desejam ser mestres da lei sem entender seu significado, v. 7-11

  • 3. A experiência de Paulo

  • a) Seu chamado ao ministério quando era enérgico opositor do evangelho, v. 12,13

  • b) Seu reconhecimento da graça divina e sua confissão de indignidade, v. 14,15

  • c) Sentiu a paciência de Cristo, v. 16

  • 4. O primeiro encargo solene a Timóteo, v. 18-20

1 Timóteo

  • II. Oração e conselhos aos homens e às mulheres, cap. 2

  • 1. Intercessão por todos os homens, v. 1-4

  • 2. Cristo, o Mediador, v. 5,6

  • 3. Paulo, apóstolo dos gentios, v. 7

  • 4. Deveres dos homens e das mulheres, v. 8-15

1 Timóteo

  • III. Vigilância espiritual, cap. 3

  • Requisitos dos bispos e diáconos:

  • 1. Requisitos dos bispos

  • a) Caráter pessoal e hábitos, v. 2,3

  • b) Atitude perante a família, v. 4,5

  • c) Experiência e boa reputação, v. 6,7

  • 2. Requisitos dos diáconos

  • a) Caráter, hábitos e experiência cristã, v. 8,9

  • b) Devem ser provados por um tempo, v. 10

  • c) Devem ter esposas fiéis e exercer a devida autoridade em casa, v. 11,12

  • d) A bênção de ser diácono, v. 13

  • 3. O propósito da carta, v. 15

  • 4. O mistério da encarnação de Cristo, v. 16

1 Timóteo

  • IV. Predições e conselhos, cap. 4

  • 1. Predições da apostasia futura e do predomínio de doutrinas satânicas que

  • debilitarão o lar e resultarão no ascetismo ímpio, v. 1-4

  • 2. Conselhos acerca do ensino, da conduta ministerial, do exemplo etc.

  • a) Características do bom ministro de Cristo, v. 6

  • b) A preeminência da piedade, v. 7,8

  • c) A importância do exemplo piedoso, v. 12

  • d) O dever da diligência quanto à leitura e ao ensino; o exercício dos dons pessoais, v.

  • 13,14

  • e) A importância da meditação e da dedicação completa, unidas ao cuidado com a

  • conduta pessoal, visando à influência salvadora, v. 15,16

1 Timóteo

  • V. Conselhos referentes à administração ministerial, caps. 5 e 6

  • 1. Cortesia perante os anciãos, 5:1,2

  • 2. Atitude da igreja para com as viúvas, 5:3-16

  • Nota: Essa passagem deve ser estudada com conhecimento das condições sociais da época.

  • 3. Dever perante os anciãos da igreja, 5:17-20

  • 4. Dever de agir de maneira imparcial e premeditada, 5:21,22

  • 5. Parêntese. Conselhos acerca de assuntos pessoais, 5:23-25

  • 6. Deveres dos servos, 6:1,2

  • 7. O dever de separar-se dos mestres contenciosos, 6:3-5

  • 8. As bênçãos do contentamento, 6:6-8

  • 9. O perigo das riquezas e o dever de evitar a cobiça, de buscar virtudes cristãs e de combater “o bom combate da fé”, 6:9-12

  • 10. Dever solene do jovem evangelista de manter pura a doutrina até a aparição do Rei dos reis, 6:13-16

  • 11. Timóteo deve exortar os ricos a não serem orgulhosos, a não confiar em si próprios e a que façam o bem e ajuntem tesouros nos céus, 6:17-19

  • 12. O dever final de ser fiel e de evitar falsas doutrinas, 6:20,21

2 Timóteo

  • I. Saudações pessoais, exortações e experiências, cap. 1

  • 1. Afetuosa saudação, v. 1-4

  • 2. Lembrança da piedosa linhagem de Timóteo e exortação à seriedade e ao valor, v. 5-8

  • 3. Menção ao plano de salvação por meio de Cristo, v. 9,10

  • 4. Alusões pessoais ao chamado do autor e sua firme confiança no Senhor, v. 11,12

  • 5. Segunda exortação, v. 13,14

  • 6. Menção à deslealdade das igrejas da Ásia e recomendação da confiabilidade de

  • Onesíforo, v. 15-18

2 Timóteo

  • II. Conselhos ao jovem servo do Senhor, cap. 2

  • 1. Como soldado espiritual, atleta e lavrador

  • a) Ser forte na graça divina e escolher ajudantes fiéis, v. 1,2

  • b) Manifestar qualidades militares de resistência e separar-se das ataduras do mundo, v. 3,4

  • c) Como atleta espiritual, observar as regras do jogo, v. 5

  • d) Agir como o lavrador que espera os frutos, v. 6

  • 2. Verdades a considerar

  • a) A ressurreição de Cristo, cuja pregação provocara o encarceramento de Paulo, v. 7-9

  • b) O sofrimento pela igreja e o morrer com Cristo conduz à vida eterna e à honra espiritual, v. 9-12

2 Timóteo

  • 3. Conselhos acerca de como enfrentar a heresia e a controvérsia religiosa

  • a) Por meio de admoestações sérias aos contenciosos, v. 14

  • b) Buscar ser hábil expositor da verdade, v. 15

  • c) Evitar palavras profanas e doutrinas estranhas que corroem a vida espiritual e destroem a fé, v. 16-18

  • d) Recordar a firmeza do fundamento divino e que os cristãos devem separar-se do mal, v. 19

  • e) Lembrar que a igreja, como uma casa grande, contém objetos de honra e de desonra

  • e que o propósito de cada crente deve ser tornar-se “útil para o Senhor”, v. 20,21

  • 4. Conselhos acerca dos desejos pessoais e de como lidar com as contendas

  • a) Importância da pureza pessoal e dos bens espirituais, v. 22

  • b) Necessidade de evitar perguntas tolas e contendas mediante a atitude paciente

  • diante dos oponentes, esperando que se arrependam, v. 23-26

2 Timóteo

  • III. Predição da apostasia e da corrupção social, junto com uma exortação à firmeza, cap. 3

  • 1. Diferentes características da maldade dos homens nos últimos dias, os quais, sob o

  • pretexto da religião, praticam a sensualidade, v. 1-6; a estupidez e a insensatez deles

  • um dia será manifesta a todos, v. 7-9

  • 2. Parêntese. Referências à perseguição, v. 11,12

  • 3. Predição da crescente onda de pecado, v. 13

  • 4. O apóstolo convoca Timóteo à firmeza, em vista de suas oportunidades espirituais e

  • de sua instrução nas Escrituras desde a infância, v. 14,15

  • 5. O poder da inspirada Palavra de Deus para equipar e aperfeiçoar o obreiro cristão em sua tarefa, v. 16,17

2 Timóteo

  • IV. dever solene, o final vitorioso, o triste abandono, a súplica comovedora e a confiança perfeita, cap. 4

  • 1. O dever solene

  • a) Fidelidade na entrega da mensagem, v. 1,2

  • b) Predições acerca da época em que os homens desprezarão a verdade e buscarão mestres conforme os próprios desejos, v. 3,4

  • c) Exortação ao ministério sincero e fiel, v. 5

  • 2. O fim da carreira de Paulo

  • a) Termina com uma atitude vitoriosa, v. 6-8

  • b) Termina com confiança perfeita no Senhor, v. 17,18

  • 3. Necessidade de companheirismo e algumas coisas para aliviar a vida na prisão

  • a) Solidão causada pela partida de amigos e a deserção de companheiros não confiáveis, v. 10-12 (cf. v. 16)

  • b) Necessidade de algum consolo que alegre a vida na prisão, v. 13

  • c) Exorta Timóteo a que venha logo, v. 9,21

  • d) Saudações e bênção final, v. 19-22

Tito

  • I. Instruções acerca da organização e da disciplina da igreja, cap. 1

  • 1. Saudação e referência à esperança gloriosa do evangelho, v. 1-4

  • 2. Propósito do envio de Tito a Creta, v. 5

  • 3. Ordem e disciplina na igreja

  • a) Caráter e requisitos dos anciãos e dos bispos, v. 6-9

  • b) Dever de silenciar os mestres mercenários, v. 10,11

  • c) O espírito pecaminoso dos cretenses requeria tratamento rigoroso e firme adesão à

  • verdade, v. 12-14

  • d) Condenação à impureza interior e à hipocrisia, v. 15,16

Tito

  • II. A sã doutrina e as boas obras, cap. 2

  • 1. Instruções apostólicas adaptadas a várias classes

  • a) Acerca da atitude e do comportamento dos idosos, v. 2,3

  • b) Ensino adaptado a moços e moças, v. 4-6

  • c) Exortações a Tito acerca de seu exemplo pessoal, v. 7,8

  • d) Deveres dos escravos, v. 9,10

  • 2. A oportunidade universal de salvação requer...

  • a) Abnegação e piedade neste mundo, v. 11,12

  • b) Anseio pelo cumprimento da bendita esperança da vinda de Cristo, v. 13

  • c) Viver em santidade, v. 14

  • 3. A importância de fazer valer estas verdades, v. 15

Tito

  • III. Instruções adicionais acerca da manutenção da doutrina das boas obras e o método divino da salvação, cap. 3

  • 1. Obrigações e deveres sociais, v. 1,2

  • 2. O método de salvação pela graça

  • a) A universalidade do pecado, v. 3

  • b) A graça purificadora por meio de Cristo, e não das boas obras, é a base da salvação, v. 4-7

  • 3. A importância das boas obras deve ser ensinada constantemente, v. 8

  • 4. Como enfrentar as questões tolas e a heresia, v. 9-11

  • 5. Palavras finais e bênção, v. 12-15

  • Passagens notáveis

  • A bendita esperança, 2:11-14.

  • Salvos pela graça, 3:4-7.

Filemom

  • I. Saudação cordial e elogiosa, 1-7

  • II. Testemunho acerca da mudança do caráter de Onésimo, 10,11

  • III. Amável petição de perdão a favor do escravo fugitivo, 12-19

Filemom

  • IV. Saudações e bênção, 20-25

  • Lições espirituais do exemplo de Paulo

  • A importância do interesse pelos desafortunados.

  • O dever dos crentes de obedecer à lei. Onésimo tem de regressar ao seu amo.

  • A irmandade cristã está acima de todas as classes e distinções sociais.

Hebreus

  • Parte 1 — Seção doutrinária

  • I. A preeminência de Cristo

  • 1. Sobre os profetas, devido à glória divina dele, 1:1-3

  • 2. Sobre os anjos

  • a) Por possuir melhor nome, 1:4

  • b) Reconhecido como o único Filho verdadeiro do Pai, 1:5

  • c) Deus ordena aos anjos que adorem ao Filho, v. 1:6

  • d) Exaltado acima dos anjos ao trono eterno, à direita de Deus, 1:8-14

  • e) Sua mensagem é de fundamental importância, por isso não podemos negligenciá-la,

  • 2:1-4

  • f) Jesus, feito pouco menor que os anjos, morreu pela humanidade a fim de trazer

  • muitos filhos à glória com o Pai e destruir o que tem o poder da morte, 2:9-14

Hebreus

  • II. A preeminência do sacerdócio de Cristo

  • 1. Assumiu a natureza humana

  • a) Como preparação para a obra de reconciliação, 2:16,17

  • b) A tentação preparou-o para ajudar os tentados, 2:18

  • 2. Convite a considerar o sacerdócio de Cristo, 3:1

  • 3. Sua preeminência sobre Moisés, que foi servo, enquanto Cristo é o Filho, 3:2-6

  • 4. Parêntese. O fracasso de Israel

  • a) Em entrar no descanso de Canaã, 3:7-11

  • b) Foram excluídos devido à incredulidade, 3:12-19

  • c) Advertência à igreja para que não siga o exemplo de incredulidade de Israel, mas

  • entre no descanso da fé, 4:1-8

  • d) O crente descansa na obra da redenção e deixa de confiar nas próprias obras, 4:9-11

  • e) O poder da Palavra de Deus, 4:12,13

Hebreus

  • III. Retomado o tema do sacerdócio de Cristo

  • 1. O sacerdócio compassivo de Cristo incentiva-nos à firmeza e à oração, 4:14-16

  • 2. O sumo sacerdote, seu ofício e obra

  • a) Tomado de entre os homens, 5:1

  • b) Compreensivo devido às próprias debilidades, 5:2

  • c) Apresenta oferta por si mesmo e também pelo povo, 5:3

  • d) Escolhido por Deus, 5:4

Hebreus

  • 3. Características do sacerdócio de Cristo

  • a) Escolhido por Deus segundo nova ordem, 5:5,6

  • b) Ofereceu orações sinceras por livramento em atitude de obediência, 5:7,8

  • c) Converteu-se em fonte de eterna salvação, 5:9,10

  • 4. Repreensão paternal, chamado, advertência e recomendação

  • a) Repreensão pela torpeza e imaturidade, 5:11-14

  • b) Chamado ao progresso na verdade doutrinária, 6:1-3

  • c) Advertência acerca dos que, havendo desfrutado os privilégios mais sublimes da Nova Aliança, se afastam de Cristo, 6:4-8

  • d) Elogio à igreja e a certeza de que os crentes continuarão fiéis e herdarão as promessas, 6:9-12

  • (Retomado outra vez o tema do sacerdócio de Cristo.)

Hebreus

  • 5. Certeza do cumprimento das promessas divinas

  • a) Ilustrada na vida de Abraão, 6:13-15

  • b) Confirmada por juramento, 6:16,17

  • c) Como âncora da alma, 6:18,19

  • d) Garantida por nosso Sumo Sacerdote celestial, 6:20

  • 6. O sacerdócio de Melquisedeque como tipo do de Cristo

  • a) Com um grande nome e pertencente a uma ordem eterna, 7:1-3

  • b) Abraão honrou-o com os dízimos, sendo esse sacerdócio superior ao de Arão, 7:4-10

Hebreus

  • 7. Resumo das qualidades preeminentes do sacerdócio de Cristo

  • a) Como o de Melquisedeque, pertencia a uma ordem eterna e foi confirmado por juramento divino, 7:11-22

  • b) É imutável e infinito em poder, 7:23-25

  • c) Foi puro e perfeito e consumou um sacrifício completo, 7:26-28

  • d) Exerce seu ministério no santuário celestial, 8:1-5

  • e) É mediado por uma aliança superior, 8:6-13

  • f) Os ritos, as cerimônias e os sacrifícios que os sacerdotes realizaram no passado eram apenas tipos, 9:1-10

  • g) A obra redentora de Cristo e seu sangue, que purifica do pecado, são realidades sublimes, 9:11-15

  • h) As provisões da Antiga Aliança eram figura da obra perfeita que Cristo realizou na

  • Nova Aliança, 9:16-28

  • i) Os sacrifícios israelitas, repetidos continuamente, eram ineficazes para tirar o

  • pecado, ao passo que Cristo, por meio de seu único sacrifício, completou a obra

  • redentora da humanidade e sentou-se à direita de Deus, esperando a consumação do plano divino, 10:1-18

Hebreus

  • Parte 2 — Seção prática

  • I. Ensino e exortações práticas

  • 1. O privilégio de entrar na presença divina por meio do sacrifício, e o sacerdócio de Cristo, 10:19-21

  • 2. Exortações

  • a) A nos aproximarmos confiantemente em adoração, com um coração preparado, 10:22

  • b) À firmeza, ao estímulo mútuo e à lealdade, 10:23-25

  • 3. Advertências acerca dos perigos da reincidência

  • a) O castigo imposto aos desobedientes sob a Lei, 10:28

  • b) O destino, ainda pior, para os que desonram o sacrifício de Cristo e o espírito da graça de Deus, 10:29-31

Hebreus

  • 4. Lembrança aos crentes hebreus de seu valor ao suportar as aflições e exortação à

  • paciência e à perseverança, 10:32-39

  • 5. Lista de heróis e heroínas da fé, cap. 11

  • a) A esfera da fé, v. 1-3

  • b) Exemplos notáveis de fé. Abel, v. 4; Enoque, v. 5,6; Noé, v. 7; Abraão e Sara, v.

  • 8-19; Isaque, Jacó e José, v. 20-22; Moisés e seus pais, v. 23-29; Josué e Israel, v.

  • 30; Raabe, v. 31; outros crentes destacados, v. 32-40

  • 6. Atletismo espiritual, a carreira cristã

  • a) A concorrência, a preparação e como correr, 12:1

  • b) Os olhos postos no Mestre, recordando sua vitória, 12:2

  • c) Inspiração para o cansado, 12:3,4

  • d) O valor do sofrimento e da disciplina na instrução, 12:5-10

  • e) Os bons resultados do sofrimento e da disciplina, 12:11

  • f) Apelo ao vigor e à retidão, 12:12,13

Hebreus

  • 7. Exortações quanto à paz, à pureza e ao cuidado contra as más influências, 12:14,15

  • 8. Advertências acerca do desprezo pelas bênçãos de Deus, 12:16,17

  • 9. Contraste entre o monte Sinai, da Antiga Aliança, e o monte Sião, da Nova Aliança

  • a) O monte Sinai com as manifestações terríveis do poder divino, 12:18-21

  • b) O monte Sião com a companhia gloriosa na Jerusalém celestial, 12:22-24

  • 10. Solene advertência a respeito da necessidade de atentar para a mensagem

  • celestial e contraste entre a efemeridade das coisas terrenas e a permanência do Reino de Deus, 12:25-28

Hebreus

  • II. Exortações finais acerca dos deveres cristãos, 13:1-17

  • 1. Deveres sociais, v. 1-6

  • 2. Deveres perante os líderes religiosos, v. 7

  • 3. O Cristo imutável deve inspirar firmeza na doutrina cristã, v. 8,9

  • 4. Devemos buscar a santificação, v. 10-14

  • 5. Devemos ser agradecidos, bondosos e obedientes aos governantes, v. 15-17

Hebreus

  • III. Conclusão, 13:18-25

  • 1. Pedido de oração e votos de bênção, v. 18-21

  • 2. Saudação e bênção finais, v. 22-25

  • Passagens notáveis

  • O sofrimento, preparação para o sacerdócio, 2:9-18.

  • O descanso da fé, 4:1-11.

  • A maturidade espiritual, 5:12—6:2.

  • A Nova Aliança, 8:8-13.

  • O capítulo da fé: ou a galeria dos heróis, cap. 11.

  • O capítulo do “atletismo espiritual” e da carreira cristã: o sofrimento, a correção e a

  • disciplina como preparação para a vitória, 12:1-13.

Tiago

  • Essa carta não se presta facilmente a um esboço, mas o texto, na maior parte, pode ser dividido em dois títulos.

  • “A religião verdadeira”

  • “A religião falsa”.

Tiago

  • I. Características da religião verdadeira

  • 1. Alegria e paciência em meio às provas, 1:2-4

  • 2. Fé constante e firmeza de ânimo, 1:5-8

  • 3. Aceitação da provisão divina para a vida, 1:9-11

  • 4. Suportar a tentação, 1:12

  • 5. Reconhecer as fontes da tentação e os resultados de ceder a ela, 1:13-15

  • 6. Reconhecer como divina a fonte de todas as bênçãos, 1:16-18

Tiago

  • 7. O ouvido espiritual, o cuidado ao falar e a paciência diante da provocação, 1:19,20

  • 8. O abandono de toda maldade e o recebimento, com mansidão, da verdade salvadora, 1:21

  • 9. A busca da verdade e sua prática, 1:25

  • 10. A generosidade prática e a pureza, 1:27

  • 11. As boas obras, 2:18-25

  • a) Como demonstração de fé, v. 18

  • b) Cooperando com a fé e aperfeiçoando-a, v. 21-25

  • 12. A sabedoria celestial, 3:17,18

Tiago

  • II. Características da falsa profissão de fé

  • 1. Ouvir a Palavra com indiferença e negligência, 1:22-24

  • 2. A religião vã, acompanhada por uma língua indomável, 1:26

  • 3. O favoritismo, que honra o rico e despreza o pobre, 2:1-9

  • 4. A obediência parcial à Lei, 2:10-12

  • 5. A inclemência, 2:13

  • 6. A simples profissão de fé, desacompanhada de atos de misericórdia e de ajuda,

  • 2:14-16

  • 7. A fé inativa, 2:17,18

  • 8. O assentimento intelectual da verdade sem mudança de caráter, 2:19,20

Tiago

  • 9. A língua indomável e sua influência destruidora, 3:1-8

  • 10. Louvores e maldições procedentes da mesma boca, 3:9-12

  • 11. A inveja, a ambição egoísta e a sabedoria satânica, 3:14-16

  • 12. As contendas e as paixões perversas, 4:1,2

  • 13. As orações não respondidas e o mundanismo, 4:3,4

  • 14. O orgulho, a obstinação, a impureza, mente dividida e a impenitência, 4:5-9

  • 15. A calúnia e o juízo injusto, 4:11,12

  • 16. A presunção de planejar o futuro, 4:13-16

  • 17. A negligência ao dever, 4:17

Tiago

  • III. Advertências, exortações e instrução

  • 1. Advertências contra o rico, 5:1-6

  • a) Acerca de sua futura miséria, v. 1,2

  • b) Acerca da riqueza acumulada e da retenção do salário do pobre, v. 3,4

  • c) Acerca da busca do prazer e da perseguição ao justo, v. 5,6

Tiago

  • 2. Exortações acerca da vinda do Senhor, 5:7-12

  • a) Devemos ser pacientes e constantes, sem nos queixarmos uns contra os outros, v. 7-10

  • b) Devemos seguir o exemplo dos profetas e de Jó: sofrer pacientemente, v. 10,11

  • c) Devemos esquivar-nos completamente de jurar, v. 12

  • 3. Instruções acerca da oração, da confissão das ofensas e sobre ganhar almas, 5:13-20

  • a) A oração nos tempos difíceis e a favor dos enfermos, v. 13-15

  • b) A confissão das ofensas e a oração intercessora, v. 16a

  • c) A oração eficaz, ilustrada por Elias, v. 16b-18

  • d) O dever de ganhar almas, v. 19,20

1 Pedro

  • I. Saudação, 1:1,2

  • II. A salvação gloriosa, 1:3-21

  • 1. A esperança viva, baseada na ressurreição de Cristo, v. 3

  • 2. Herança incorruptível, v. 4

  • 3. Poder divino mediante o qual os crentes são protegidos em meio ao sofrimento

  • a) Por meio da fé, v. 5

  • b) Pelo regozijo nas provas, v. 6

  • c) Permanecendo como ouro refinado no fogo até a vinda de Cristo, v. 7

  • d) Em amor e alegria indescritíveis, v. 8

1 Pedro

  • 4. Plano misterioso

  • a) inquirido pelos profetas, que predisseram os sofrimentos de Cristo e a glória a ser revelada nos últimos tempos; um anseio dos anjos, v. 10-12

  • b) Chama os crentes ao domínio próprio, à obediência, à espiritualidade, à santidade e à reverência piedosa, v. 13-17

  • c) Seu custo incalculável, v. 18,19

  • d) Conhecido antes da criação do mundo, v. 20,21

1 Pedro

  • III. A vida do crente à luz da grande salvação, 1:22—2:8

  • 1. Deve ser purificada e regenerada pela verdade eterna, demonstrando amor fraternal, 1:22-25

  • 2. Deve estar livre das más inclinações e desejar o leite da Palavra para crescer, 2:1-3

  • 3. Deve ser pedra viva no templo espiritual do qual Cristo é a pedra angular, 2:5,6

  • 4. Deve reconhecer a Cristo como precioso, o qual foi rejeitado e serve de tropeço aos que não crêem, 2:7,8

1 Pedro

  • IV. Posição e deveres dos crentes, 2:9—3:13

  • 1. Geração nobre e santa, os crentes devem oferecer louvor ao Libertador divino, 2:9,10

  • 2. Como estrangeiros e peregrinos, devem abster-se dos desejos carnais, 2:11

  • 3. Deveres civis e sociais. conduta irrepreensível perante o mundo, obediência às autoridades civis, silenciando assim a crítica hostil, 2:12-15

  • 4. Devem ser bons cidadãos, 2:16,17

1 Pedro

  • 5. Deveres no lar cristão

  • a) Dos servos. ser obedientes e pacientes, ainda que em meio ao sofrimento injusto, agradando assim a Deus, 2:18-20

  • b) Cristo é o modelo do sofredor, pois levou o peso do pecado, 2:21-25

  • c) Da esposa: ser pura e adornar-se com virtudes espirituais, 3:1-6

  • d) Do esposo: tratar a esposa com consideração, 3:7

  • e) De todos: ser amorosos, compassivos, amáveis, atentos e misericordiosos, 3:8,9

  • f) Recordar que a longa vida e a resposta às orações são prometidas aos que dominam a própria língua, abandonam o mal, fazem o bem e vivem em paz, 3:10-13

1 Pedro

  • V. Instruções e estímulo acerca do sofrimento, 3:14—4:19

  • 1. O sofrimento por causa da justiça é motivo de alegria, não de temor, mas o cristão deve estar pronto a dar testemunho de sua experiência cristã e viver uma vida irrepreensível, 3:14-17

  • 2. O exemplo do sofrimento vicário de Cristo, de sua obra espiritual e de sua exaltação, 3:18-22

  • 3. Os sofrimentos de Cristo devem levar-nos à abnegação, à consagração a Deus e ao abandono dos excessos sensuais do passado, 4:1-3

  • 4. Parêntese. Instruções acerca dos deveres práticos da vida cristã, que glorificam a Deus, 4:7-11

  • 5. Não devemos estranhar as provas duras, e sim suportá-las com alegria, 4:12

  • 6. O sofrimento com Cristo e por Cristo deve ser suportado com alegria, pois conduz à glória espiritual, 4:13,14

  • 7. Não devemos sofrer como praticantes do mal. Mas quando sofremos como cristãos, devemos glorificar a Deus e colocar nossa alma ao seu cuidado, 4:15-19

1 Pedro

  • VI. Exortações e advertências finais, cap. 5

  • 1. Aos presbíteros da igreja, acerca do espírito com que devem alimentar o rebanho, v. 1-4

  • 2. Jovens e idosos devem ser humildes e confiantes, v. 5-7

  • 3. Advertências acerca do Diabo, v. 8,

1 Pedro

  • 4. Bênção e saudações, v. 10-14

  • O Cristo de Pedro

  • Fonte de esperança, 1:3.

  • Cordeiro do sacrifício, 1:19.

  • Principal pedra angular, 2:6.

  • Exemplo perfeito, 2:21.

  • Sofreu pelo ideal, 2:23.

  • Levou o pecado, 2:24.

  • Pastor das almas, 2:25.

  • Senhor exaltado, 3:22.

1 Pedro

  • Sete coisas preciosas nas cartas de Pedro

  • 1. As provas severas, 1:7.

  • 2. O sangue de Cristo, 1:19.

  • 3. A pedra viva, 2:4.

  • 4. O próprio Cristo, 2:6.

  • 5. O espírito manso e tranqüilo, 3:4.

  • 6. A fé do crente, 2Pe 1:1.

  • 7. As promessas divinas, 2Pe 1:4.

2 Pedro

  • I. Saudação, 1:1,2

  • II. A vida espiritual, cap. 1

  • 1. O chamado a ela, v. 3

  • 2. Garantida por meio de promessas preciosas, v. 4

  • 3. Sete passos essenciais em seu desenvolvimento e frutificação, v. 5-8

  • 4. Seu destino final, v. 10,11

  • 5. Palavras de despedida, v. 12-15

  • 6. Uma experiência gloriosa, v. 16-18

  • 7. A origem divina das Escrituras e seu poder iluminador, v. 19-21

2 Pedro

  • III. Os falsos mestres, seu caráter e suas doutrinas corruptas, cap. 2

  • 1. Suas heresias e a negação de Cristo, v. 1

  • 2. Sua popularidade, influência perversa, avareza e hipocrisia, v. 2,3

  • 3. Os juízos implacáveis de Deus sobre os anjos que pecaram, sobre os antediluvianos

  • e sobre Sodoma e Gomorra são advertências aos ímpios, v. 4-6

  • 4. Os justos serão libertos, mas os injustos serão reservados para o juízo futuro, v. 7-9

2 Pedro

  • 5. Descrição adicional dos mestres apóstatas, suas características, obra e destino

  • a) Sua sensualidade, presunção, arrogância e excessos, v. 10-13

  • b) Sua perniciosa influência e apostasia motivadas pela ganância, v. 14-16

  • c) Sua vacuidade, instabilidade e destino futuro, v. 17

  • d) Suas palavras infladas, acompanhadas de sensualidade: prometem liberdade aos

  • homens, mas os conduzem ao cativeiro da depravação, v. 18,19

  • e) Sua apostasia e sua depravação total, v. 20-22

2 Pedro

  • IV. Predições acerca dos escarnecedores, da chegada do dia do Senhor e exortação à firmeza, cap. 3

  • 1. O propósito da carta, v. 1,2

  • 2. O argumento dos escarnecedores, v. 3,4

  • 3. A ignorância dos contestadores

  • a) Acerca do AT, v. 5,6

  • b) Acerca da preservação do mundo presente para um juízo severo, v. 7

2 Pedro

  • 4. Explicação para a demora divina

  • a) Duração de um dia para Deus, v. 8

  • b) A misericórdia divina aplaca o castigo, v. 9

  • 5. A certeza da chegada do dia do Senhor, v. 10

  • 6. A atitude e a esperança dos crentes, v. 11-14

  • 7. Recomendação acerca das cartas de Paulo e advertência contra a distorção das Escrituras, v. 15,16

  • 8. Exortação à firmeza e ao crescimento espiritual, v. 17,18

1 João

  • I. Deus é vida e luz, caps. 1 e 2

  • 1. Manifestadas em Cristo, 1:1,2

  • 2. Propósito da carta, 1:3,4.

  • 3. Condições para a comunhão divina

  • a) Caminhar na luz, 1:5-7

  • b) Confessar os pecados, 1:8-10

  • c) Aceitar a Cristo como intercessor e sacrifício de propiciação, 2:1,2

  • 4. A obediência é a prova da comunhão

  • a) Seguindo o exemplo de Cristo, 2:3-6

  • b) A obediência ao novo mandamento do amor é permanecer na luz, 2:7-11

1 João

  • 5. Mensagem a diferentes classes de crentes acerca do conhecimento espiritual e de

  • como vencer o maligno, 2:12-14

  • 6. Advertência a quem ama o mundo, 2:15-17

  • 7. O surgimento de anticristos, com sua apostasia e sua negação a Cristo, é sinal dos

  • últimos tempos, 2:18-23

  • 8. Exortação a permanecer na verdade, com a garantia de que a unção divina

  • proporcionará toda a instrução necessária, 2:24-27

  • 9. A constância nos dá confiança; a justiça é uma característica do novo nascimento,

  • 2:28,29

1 João

  • II. Deus é perfeito amor, caps. 3 e 4

  • 1. Seu amor manifesta-se na exaltação do crente à condição de filho, 3:1,2

  • 2. A prova da filiação é o viver retamente, 3:3-10

  • 3. O amor fraternal é a característica distintiva da vida espiritual, 3:11-15

  • 4. O amor manifesta-se no sacrifício, não apenas por meio de palavras, 3:16-18

  • 5. O resultado do amor é garantia de resposta às orações, 3:19-22

  • 6. A fé e o amor fraternal são essenciais à comunhão com Deus, 3:23,24

1 João

  • 7. Parêntese. O espírito da verdade, o espírito do erro e os métodos de prová-los

  • a) A atitude perante a encarnação de Cristo determina a origem e o caráter desses

  • espíritos, 4:1-3

  • b) As características mundanas dos anticristos, 4:4-6

  • 8. O amor divino

  • a) No coração humano, indica regeneração, 4:7

  • b) Manifesto na encarnação e na obra redentora de Cristo, 4:8-10

  • c) Quando mora no crente, produz amor fraternal e o inspira a testificar de Cristo como

  • Salvador da humanidade, 4:11-16

  • d) Quando é aperfeiçoado, dá garantia e lança fora o medo, 4:17,18

  • e) Aumenta a intensidade do amor a Deus e do amor fraternal, 4:19-21

1 João

  • III. A fé e o amor são os princípios vencedores no conflito com o mundo e com os

  • poderes do mal, cap. 5

  • 1. A vida de obediência por amor, v. 1-3

  • 2. A vitória da fé, v. 4,5

  • 3. Os testemunhos divinos na terra e no céu, v. 6-9

  • 4. O testemunho do Espírito, v. 10

  • 5. O dom da vida eterna por meio do Filho de Deus, v. 11-13

  • 6. A certeza da resposta à oração, v. 14,15

  • 7. O tratamento ao irmão pecador, v. 16

  • 8. Quatro verdades que o crente conhece, v. 18-20

2 João

  • I. A verdade divina e sua relação com os crentes

  • 1. Une todos em comunhão, 1

  • 2. Permanece eternamente neles, 2

  • 3. Combinada com o amor, caracteriza o espírito de suas saudações, 3

  • 4. A obediência a ela, por amor, é a melhor forma de conduta, 4-6

2 João

  • II. O enganador

  • 1. Tem muitos defensores, 7a

  • 2. Nega a Encarnação, 7b

  • 3. Devemos ter cuidado com ele, 8

  • 4. Afasta-nos dos ensinos de Cristo, 9

  • 5. O perigo da comunhão com tais pessoas, 10,11

  • III. Palavras finais, 12,13

3 João

  • O tema gira em torno de três personagens, Gaio, Diótrefes e Demétrio, e de alguns

  • evangelistas itinerantes.

  • I. Gaio, destinatário da carta, 1-6

  • 1. Sua identidade

  • Não se pode determinar com exatidão. Há outras pessoas com o mesmo nome no NT.

  • O que Paulo menciona em Rm 16:23 pode ser o mesmo a que se refere João, mas isso

  • não passa de conjectura.

  • 2. Suas características

  • a) Digno do carinho de João, 1,2

  • b) Cristão praticante, que anda na verdade, 3,4

  • c) Hospitaleiro, 5,6

3 João

  • II. Diótrefes, 8-11

  • Aparentemente, um líder da igreja.

  • 1. Egocêntrico e fanático, 9

  • 2. Pretendia ser o chefe supremo da vinha; o apóstolo promete repreendê-lo

  • pessoalmente, 10

3 João

  • III. Demétrio, 12

  • Ao contrário de Diótrefes, era um cristão modelo, de excelente reputação.

  • IV. Os evangelistas cristãos...

  • 1. Eram obreiros itinerantes que ofereciam serviço gratuito por amor a Cristo, 7

  • 2. Dignos de um bem-vindo e de efusiva hospitalidade, foram hostilizados pelo soberbo

  • V. Saudação final, 13,14

Judas

  • I. Saudação, 1,2

  • II. O motivo da carta. exortar quanto à defesa da fé, devido à invasão de mestres

  • imorais e heréticos, 3,4

  • III. Lembrança de como Deus tratou os pecadores no passado

  • 1. Castigo de Israel por causa de sua incredulidade, 5

  • 2. Destino dos anjos caídos e dos depravados habitantes de Sodoma, 6,7

Judas

  • IV. Descrição das características dos mestres ímpios e o juízo que sobre eles se

  • pronuncia, 8-13

  • V. Referências a profecias

  • 1. De Enoque, que predisse a condenação dos ímpios, 14-16

  • 2. Dos apóstolos, acerca dos escarnecedores dos últimos dias, 17-19

  • VI. Resumo dos deveres cristãos

  • 1. Crescimento espiritual e oração, 20

  • 2. Amor para com Deus e confiança em Cristo para a salvação eterna, 21

  • 3. Ativos em ganhar almas, 22,23

  • VII. Bênção, 24,25

Apocalipse

  • O livro pode ser dividido em visões, algumas das quais são parcial ou totalmente

  • veladas, e outras, comparativamente claras quanto ao ensino. Nem sempre é possível

  • dizer onde termina uma visão e começa outra, mas, por conveniência, elas podem ser

  • estudadas sob vários números, de acordo com o ponto de vista de cada um.

Apocalipse

  • I. Introdução e saudação, 1:1-8

  • 1. Introdução e promessa aos leitores obedientes, v. 1-3

  • 2. Saudação de João e do Cristo glorificado, v. 4-8

Apocalipse

  • II. Visões

  • 1.ª Visão

  • 1. Do Cristo glorificado, 1:9-16

  • 2. Ordem de escrever às sete igrejas, 1:19

  • 3. Mensagem às igrejas, caps. 2 e 3

  • a) A Éfeso, a igreja reincidente, persistente no serviço, estrita na disciplina, mas

  • esfriando no amor, 2:1-7

  • b) A Esmirna, a igreja pobre, mas verdadeiramente rica, que enfrentava um período de

  • perseguição, 2:8-11

Apocalipse

  • c) A Pérgamo, a igreja em ambiente perverso, firme mas infectada com heresia,

  • 2:12-17

  • d) A Tiatira, a igreja de boas obras, mas que tolerava uma falsa profetisa, 2:18-29

  • e) A Sardes, a igreja moribunda, 3:1-6

  • f) A Filadélfia, a igreja fraca, mas fiel, 3:7-13

  • g) A Laodicéia, a igreja morna, satisfeita consigo mesma, que se orgulhava de sua

  • riqueza, mas era miserável, pobre, cega e nua, 3:14-22

  • Idéia-chave: promessas aos vencedores (v. 596)

Apocalipse

  • 2.ª Visão (parcialmente velada)

  • 1. Visão de Deus no céu sobre seu trono, o Criador do universo recebendo a adoração

  • dos seres viventes e dos 24 anciãos, 4:1-11

  • 2. O Cordeiro abre o livro dos sete selos, o cântico novo e a adoração universal ao

  • Cordeiro

  • Interpretação sugerida: somente Cristo pode descobrir os mistérios divinos mais

  • profundos.

  • 3. Abertura dos seis selos (velada), 6:1-17

  • Há muitas interpretações diferentes, e não vale a pena juntar outra. Uma lição clara é

  • que os crentes são provados pela demora divina, v. 9-11 (v. 3243).

Apocalipse

  • 3.ª Visão (parcialmente velada)

  • Interpretação sugerida: Deus protege seu povo escolhido, 7:1-8.

Apocalipse

  • 4.ª Visão — Certezas reconfortantes, cap. 7

  • 1. A multidão incontável dos redimidos, v. 9,10

  • 2. Os meios mediante os quais eles aparecem na presença de Deus, v. 13-15a

  • 3. Suas atividades e sua alegria eterna, v. 15b-17

Apocalipse

  • 5.ª Visão (parcialmente velada), caps. 8 e 9

  • Evento transcendental: a abertura do sétimo selo, causa silêncio no céu, v. 1. Possível

  • explicação: toda a música e as vozes dos anjos silenciaram porque durante o período

  • do sétimo selo Cristo devia partir para sua missão na terra. Isso não é mera

  • imaginação. O fim dos tempos evidentemente se aproximava, 10:6. Se essa

  • interpretação for correta, em 8:1 deparamos com a fonte do plano da salvação. Os

  • eventos estendem-se até o filho varão do capítulo 12. Em 8:3,4, a idéia parece ser que

  • as orações dos santos subiram a Deus pedindo a vinda do reino messiânico.

  • Logo continua uma porção velada da visão, o toque das seis trombetas (caps. 8 e 9),

  • que, segundo parece, anuncia os juízos vindouros, cap. 9.

Apocalipse

  • 6.ª Visão (parcialmente velada), caps. 10 e 11

  • A única coisa clara é que os eventos parecem apontar a grande consumação pelo fato

  • de o anjo poderoso anunciar que não haverá mais demora (10:5-7), mas que as

  • boas-novas referidas pelos profetas estão prestes a ser cumpridas.

  • Entre tantas opiniões diferentes, é temerário sugerir uma interpretação para o livrinho

  • do capítulo 10 e as duas testemunhas do capítulo 11. Já que estas precedem

  • imediatamente a visão do nascimento do filho varão do capítulo 12, podem referir-se

  • ao período profético anterior à vinda de Cristo. Talvez os capítulos de 12 a 20

  • contenham visões parcialmente veladas relacionadas com o grande conflito

  • messiânico.

Apocalipse

  • 7.ª Visão — O grande evento da época, caps. 12 e 13

  • O nascimento do filho varão, Cristo, e a manifestação simultânea dos poderes

  • satânicos organizados para destruí-lo. A justificativa desse ponto de vista é que

  • durante a vida de Cristo na terra os poderes das trevas estavam em intensa atividade.

  • Note a intenção de Herodes de destruir o menino Jesus, os numerosos casos de

  • possessão demoníaca e a oposição maligna que resultou na crucificação de Cristo.

  • Não há aqui interpretação detalhada dos mistérios, mas atente para as armas

  • espirituais com as quais será obtida a vitória, 12:11 (v. 583).

Apocalipse

  • 8.ª Visão (parcialmente velada), 14:1-13

  • Sem qualquer interpretação forçada, é possível olhar esse capítulo como o resumo

  • profético do conflito vindouro entre o Cordeiro e seus inimigos. Se esse ponto de vista

  • for verdadeiro, nos primeiros cinco versículos os 144 mil representam os salvos

  • sobressalentes da primeira dispensação, os versículos 6 e 7 referem-se ao começo de

  • uma atividade missionária em todo o mundo (v. 2525), os versículos de 8-11 são

  • anúncios preliminares da vitória final e os versículos 12 e 13 referem-se à

  • bem-aventurança dos crentes mortos.

Apocalipse

  • 9.ª Visão (parcialmente velada)

  • A colheita, 14:16-20

  • 10.ª Visão (parcialmente velada), caps. 15 e 16

  • 1. Os primeiros vencedores e seu cântico, 15:1-4 (v. 2686)

  • 2. Os sete anjos e as taças de ouro, 15:5-8

  • 3. O derramamento das sete taças da ira, cap. 16

Apocalipse

  • 11.ª Visão (velada), caps. 17 e 18

  • A queda da Babilônia, a cidade prostituta, e dos inimigos do Cordeiro que a venceram.

  • 12.ª Visão, 19:1-9

  • 1. O coro de aleluia no céu, celebrando a vitória espiritual, v. 1-6

  • 2. As bodas do Cordeiro, v. 7-9 (v. 1772)

Apocalipse

  • 13.ª Visão, 19:11-21

  • 1. Cristo, o conquistador espiritual, sobre um cavalo branco, fere as nações com a espada do Espírito, v. 11-16

  • 2. (Parcialmente velada:) Cristo vence a besta, o falso profeta e seus aliados, v. 17-21

  • 14.ª Visão (parcialmente velada), cap. 20

  • 1. O aprisionamento de Satanás, v. 1-3

  • 2. A primeira ressurreição, v. 4-6

  • 3. Satanás é desamarrado; sua atividade maligna, v. 7-9

  • 4. A queda de Satanás, da besta e do falso profeta, v. 10

  • 5. O juízo final, v. 11-15

  • 15.ª Visão, caps. 21 e 22

  • 1. Novos céus e nova terra; a Cidade Santa, tipo da igreja, a esposa do Cordeiro,

Apocalipse

  • cap. 21

  • Suas características:

  • a) Origem celestial, v. 2

  • b) Radiante, v. 11

  • c) Separada e protegida, v. 12

  • d) Acessível, v. 13

  • e) Alicerces firmes, v. 14

  • f) Inabalável, v. 16

  • g) Formosamente adornada, v. 18-21

  • h) Seu templo espiritual, v. 22

  • i) Iluminada por Deus, v. 23-25

  • j) Glorificada, v. 26

  • k) Livre de impurezas, v. 27

Apocalipse

  • O paraíso restaurado, cap. 22

  • Suas características:

  • a) O rio da vida, v. 1

  • b) A árvore da vida, v. 2

  • c) Sem maldição, v. 3

  • d) Visão beatífica da marca divina nos santos, v. 4

  • e) O dia eterno e o domínio dos santos, v. 5

  • 3. Palavras finais

  • a) Dignas de confiança e verdadeiras, v. 6

  • b) Ressaltam o iminente regresso do Senhor, v. 7

  • c) Somente Deus deve ser adorado, v. 8,9

  • d) O caráter leva à persistência, v. 11

  • e) A última promessa, v. 14

  • f) O último convite, v. 17

  • g) A última advertência, v. 18,19

  • III. Bênção e oração, 22:21

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