Manual de Identificação de Roscas e Sedes de Vedação

Manual de Identificação de Roscas e Sedes de Vedação

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Manual de Treinamento Identificação de Roscas e Sedes de Vedações

Parker Hannifin Ind. Com. Ltda. Divisão Fluid Connectors

Jacareí, SP - Brasil

Manual de Treinamento

Identificação de Roscas e Sedes Vedações

Manual 3002 BR Janeiro 2001

Manual de Treinamento Identificação de Roscas e Sedes de Vedações

Parker Hannifin Ind. Com. Ltda. Divisão Fluid Connectors

Jacareí, SP - Brasil

Introdução

O objetivo deste programa é auxiliar os usuários de mangueiras, conexões para mangueiras e conexões para tubo, na identificação das principais Sedes de Vedações e Roscas utilizadas em circuitos para condução de fluidos.

Principais Tipos de Condutores de Fluido: - Tubos

Ao especificar a bitola de um tubo, o examinador sempre estará se referindo ao Diâmetro Externo do mesmo, bem como deverá complementar a especificação com a espessura da parede, tipo de material e classe construtiva do tubo. Em outras palavras, Tubos medem-se sempre pelo Diâmetro Externo e Espessura da Parede, sejam eles métricos ou polegadas, metálicos ou termoplásticos, com ou sem costuras. A união de um Tubo a um circuito de condução de fluidos, se faz através da formação de uma sede de vedação na extremidade do mesmo.

- Canos

Ao especificar a bitola de um Cano, o especificador estará se referindo ao Diâmetro Nominal do mesmo. Diâmetro Nominal é o diâmetro médio de um Cano e não representa nem o diâmetro externo tampouco o diâmetro interno. Sua união a um circuito de condução de fluidos se obtém através da confecção em suas extremidades, de uma rosca do tipo cônica NPT/NPTF - Padrão Americano, ou BSPT - Padrão Inglês/Europeu.

DE. - Diâmetro Externo do Tubo EP. - Espessura da Parede do Tubo

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- Mangueiras

Exceto as Mangueiras das Normas Construtivas SAE 100R5, SAE J51 e as de Teflon SAE 100R14, cujas bitolas são especificadas pelo Diâmetro Nominal, como nos canos, todas as demais mangueiras, suas bitolas são especificadas pelo Diâmetro Interno.

Uma forma bastante comum de se especificar a bitola das mangueiras construídas conforme especificações das Normas SAE é através da representação da fração da Polegada sobre 16 avos.

Exemplos:

-2 2/161/8
-3 3/163/16
-4 4/16 = 2/81/4
-5 5/165/16
-6 6/16 =3/8
-8 4/8 = 2/41/2
-10 10/16 =5/8
-12 12/16 = 6/83/4
-16 16/16 = 8/8 = 4/4 = 2/21
-20 20/16 =1 + 4/16 = 1 + 2/8 = 1 + 1/4 = 1.1/4
-24 24/16 =1 + 8/16 = 1 + 4/8 = 1 + 2/4 = 1 + 1/2 1.1/2
-32 32/16 =16/8 = 8/4 = 4/2 = 2/1 2

A união de uma Mangueira a um circuito de condução de fluidos, obtém-se através da fixação de conexões em suas extremidades. Essas conexões (Terminais) podem ser Reusáveis ou Permanentes (Prensados).

DI. - Diâmetro Interno Bitola Medida Fracionamento

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Principais tipos de Sedes de Vedação

Os principais tipos de Sedes de Vedações utilizadas para união de Tubos, Mangueiras e Canos a um circuito de condução de fluidos são:

SAE Inverted Flare 45º

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SAE Pipe Fitting NPSM Globe Seal

SAE Flareless Byte Type PARKER Ferulok®

SAE O-Ring Face Seal PARKER Seal-Lok®

Macho NPT / NPTF

Rosca UNF - Tubos em Polegadas 24º

Rosca UNF / UN - Tubos em Polegadas

Fêmea NPSM - Globe Seal

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DIN 2353 PARKER EO2®

Série Extra-Leve EO2® Compact

Série Leve “L“ Série Pesada “S“

DIN 2353 PARKER EO Anilha dpr®

Série Extra-Leve “L” Série Leve “L“ Série Pesada “S“

Rosca Métrica - Tubos em Milímetros

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