Tubos, Conexões e Acessórios para Condutos - Hidráulica

Tubos, Conexões e Acessórios para Condutos - Hidráulica

(Parte 1 de 4)

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

A.C.E.T

DAIANE CRISTINA BARBOSA RGM 41249

DANILO VIANA DE QUEIROZ RGM 38995

JANAINA L. KAMIMURA SIQUEIRA RGM 39205

STHEFANY LAURA C. JACOVAZ RGM 40468

PRISCILA DA SILVA CARNEIRO RGM 33333

7º SEMESTRE – ENGENHARIA CIVIL

TUBOS, CONEXÕES E ACESSÓRIOS DE CONDUTOS

Mogi das Cruzes, SP

2009

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

A.C.E.T

DAIANE CRISTINA BARBOSA RGM 41249

DANILO VIANA DE QUEIROZ RGM 38995

JANAINA L. KAMIMURA SIQUEIRA RGM 39205

STHEFANY LAURA C. JACOVAZ RGM 40468

PRISCILA DA SILVA CARNEIRO RGM 33333

7º SEMESTRE – ENGENHARIA CIVIL

TUBOS, CONEXÕES E ACESSÓRIOS DE CONDUTOS

Trabalho sobre: Tubos e Conexões, apresentado ao curso de Hidráulica da Universidade de Mogi das Cruzes, como parte de avaliação do curso.

Professor Jairo Pereira de Araujo

Mogi das Cruzes, SP

2009

RESUMO

O grupo teve como objetivo verificar e analisar a disponibilidade de diversos tipos de materiais no mercado para tubos e conexões, mais precisamente abrangendo em instalações hidráulicas prediais. A pesquisa mostra desde as características de cada material e suas aplicações. Nota-se que a cada dia o mercado inova, criando novos modelos atendendo as necessidades do consumidor ou aperfeiçoando. Para saber exatamente o que o mercado pode oferecer, é necessário realizar um trabalho de pesquisa do consumidor que se vai atender. Por exemplo, procurar conhecer se o consumidor está construindo ou reformando, quem está fazendo o serviço, onde mora, qual o tipo de obra, quantos cômodos tem a obra. Se essa pesquisa não acontecer, corre-se o sério risco de não se entender o que de fato precisa. Quando um consumidor começa uma obra nova ou reforma, geralmente não tem experiência e nem conhecimento sobre o assunto. Saber identificar as suas necessidades para oferecer as melhores soluções, que irão trazer benefícios para os usuários. Precisa-se olhar o todo, e não só uma fase isoladamente. E assim conhecer um pouco mais sobre os tipos, padrões e funções.

ABRSTRACT

The work had as objective to verify and to analyze the availability of diverse types of materials in the market for pipes and connections, more necessarily we abrangimos in land installations hydraulical. We search since the characteristics of each material and its applications. We notice that to each day the market innovates, creating new models taking care of the necessities of the consumer or perfecting. To know accurately what the market can offer, it is necessary to carry through a work of research of the consumer who if goes to take care of. For example, to look for to know if it is constructing or remodelling, who is making the service, where deferred payment, which the type of workmanship, how many cômodos he has the workmanship. If this research not to happen, we run the serious risk not to understand what it in fact needs, and not yet in making to understand them. When a consumer starts a new construction or remodels, generally he does not have experience and nor knowledge on the subject. To know to identify its necessities to offer the best solutions, that will go to bring benefits for the users. We need to look at all, and not only a phase separately. We go to more know a little on the types, standards and functions.

LISTA DE TABELAS

Tabela 01 Propriedades físicas de tubos................................................. 18

Tabela 02 Dados de tubos de pvc............................................................ 19

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO 8

2. TUBOS E CONEXÕES 9

2.1. Tubos e conexões de ferro fundido. 9

2.1.1. Processo de fabricação: 9

2.1.2. Tipos e classes: 9

2.1.3. Dados sobre os tubos: 10

2.1.4. Conexões: 10

2.1.5. Juntas: 10

2.1.6. Aplicações: 10

2.2. Tubos de aço (ferro galvanizado, pretos, vermelhos, especiais). 11

2.2.1. Processo de fabricação: 11

2.2.2. Tipos: 11

2.2.3. Dados sobre tubos: 11

2.2.4. Conexões: 11

2.2.5. Juntas: 12

2.2.6. Aplicações: 12

2.3. Tubos de cobre e conexões ‘Yorkshire. 12

2.4. Tubos de chumbo. 13

2.5. Tubos E CONEXÕES DE LATÃO. 13

2.6. Tubos DE ALUMÍNIO. 13

2.7. Tubos DE Concreto. 13

2.7.1. Processo de fabricação: 13

2.7.2. Tipos: 14

2.7.3. Juntas: 14

2.7.4. Aplicações: 14

2.8. Tubos DE CERÂMICA VIDRADA. 14

2.8.1. Fabricação: 14

2.8.2. Tipos: 14

2.8.3. Dados sobre os tubos: 14

2.8.4. Juntas: 15

2.8.5. Conexões: 15

2.8.6. Aplicações: 15

2.9. Tubos de cimento. 15

2.9.1. Aplicações: 15

2.10. Tubos DE matérias plásticas. 15

2.10.1. Generalidade: 15

2.10.2. Dados sobre os tubos: 17

2.10.3. Aplicações: 18

2.10.4. Tipos: 18

2.10.4.1. Polímeros 18

2.10.4.1.1. Características e fabricação: 18

2.10.4.1.2. Termoplásticos 19

2.10.4.1.3. Aplicações: 20

2.10.4.2. PEAD 20

2.10.4.2.1. Características: 20

2.10.4.2.2. Aplicações: 20

2.10.4.3. Polipropileno 20

2.10.4.3.1. Características: 21

2.10.4.3.2. Aplicações: 21

3. CONEXÕES 22

3.1. cONEXÕES DE POLIPROPILENO. 22

3.2. cONEXÕES DE PVC. 22

4. VÁLVULAS. 23

4.1. classificação sumária das válvulas. 23

4.1.1. Acionadas manualmente: 24

4.1.2. Comandadas por motores: 24

4.1.3. Acionadas pelas forças provenientes do próprio líquido em escoamento: 24

4.2. Válvulas de bloqueio. 25

4.2.1. Válvula de gaveta: 25

4.2.1.1. Materiais empregados nas válvulas de gaveta: 25

4.2.2. Válvula de esfera: 26

4.2.3. Válvula de macho: 26

4.2.4. Válvula de regulagem (throttling valves): 27

4.2.4.1. Válvula de globo (globe valves): 27

4.2.4.2. Registro de pressão: 27

4.2.4.3. Válvula de diafragma: 28

4.2.4.4. Válvula de controle da pressão de montante. Válvula de alívio e Válvula de segurança: 28

4.2.4.5. Válvula de controle: 29

4.2.4.6. Válvula de redução de pressão: 29

4.2.4.7. Válvula que permitem o escoamento num só sentido. Válvula de retenção: 30

4.2.4.8. Registro automático de entrada de água em reservatórios: 30

5. APARELHOS, PEÇAS E ACESSÓRIOS. 31

5.1. Bacia Sanitária. 31

31

5.2. lavatórios. 31

5.3. bidê. 32

5.4. banheiras. 32

5.5. outros aparelhos: 32

6. CONCLUSÃO 33

7. REFERÊNCIAS 34

1. INTRODUÇÃO

De acordo com METAIS BRASIL, os primeiros tubos vieram da Europa nos longínquos tempos do império, eram de ferro fundido e só foram substituídos no início da industrialização do país. Há pouco mais de 30 anos, toda a tubulação de um edifício de apartamentos, seja de água ou de esgoto, era feita de tubos galvazinados. Os galvanizados já eram uma evolução.

Segundo Wikipedia, o período entre 1920 e 1950 foi decisivo para o surgimento dos polímeros modernos (PVC). Durante a década de 1960 surgem os plásticos de engenharia. Na década de 1980 observa-se um certo amadurecimento da Tecnologia dos Polímeros: o ritmo dos desenvolvimentos diminui, enquanto se procura aumentar a escala comercial dos avanços conseguidos.

Finalmente na década de 1990 os catalisadores de metaloceno, reciclagem em grande escala de garrafas de PE e PET, biopolímeros, uso em larga escala dos elastômeros termoplásticos e plásticos de engenharia. A preocupação com a reciclagem torna-se quase uma obsessão, pois dela depende a viabilização comercial dos polímeros.

A partir do final da década de 1990, novas técnicas de polimerização começam a ser investigadas, onde se consegue ter um grande controle da massa molecular e do índice de polidispersividade do polímero. Assim, começam a ser conhecidas as técnicas de polimerização radicalar controlada, como a RAFT, a NMP e a ATRP.

Por volta de 1954, os europeus desenvolveu o Polipropileno (PPR), que é para fazer instalações de água quente, atualmente a mais moderna criação é o Polipropileno Copolímero Random – Tipo 3, onde conseguiu-se aumentar a resistência a alta temperatura x alta pressão.

2. TUBOS E CONEXÕES

2.1. Tubos e conexões de ferro fundido.

2.1.1. Processo de fabricação:

Tubos: São fabricados por centrifugação do metal fundido em fôrmas, precedida de um recozimento em fornos contínuos e posteriormente aplicadas pinturas de proteção do metal.

Conexões: Fundição em areia, passando por usinagem para retirada de rebarbas e limpeza.

2.1.2. Tipos e classes:

Segundo GARZEZ, podemos distinguir dois tipos, os destinados a condutos livres (tipo esgoto) e os destinados a suportar pressão interna (tipo pressão). Os tipos esgoto são produzidos com ponta e bolsa. Os tipos pressão são produzidos com ponta e bolsa e com flanges.

Tubos para água tipo pressão: A sua produção deve satisfazer as Normas Brasileiras EB-43 que fixa: “Pesos e medidas para os tubos com as respectivas tolerâncias” e determina os ensaios de pressão interna, dureza e cisalhamento. As conexões seguem especificações dos fabricantes. A EB-43 especifica três classes em função da pressão interna:

Classe LA — ensaiados a 20 kg/cm2

Classe B — ensaiados a 30 kg/cm2

Classe A — ensaiados a 25 kg/cm2

As conexões acompanham as especificações das classes.

2.1.3. Dados sobre os tubos:

Comprimentos: (1,5, 2, 3, 4 ou Gm).

Diâmetros: (50 a 600 mm — fabricação nacional).

Dimensões e pesos: Ver a EB-43.

2.1.4. Conexões:

Segundo GARZEZ , acompanham os tipos e as classes das tubulações, São as seguintes: joelhos, curvas, tês, cruzetas, junções, luvas, reduções, caps, plugs e mais conexões especiais para esgotos.

2.1.5. Juntas:

Para o tipo esgoto as juntas são de vedação; para o tipo pressão, são de vedação e estanqueidade. Tipos de juntas: ponta e bolsa, Ganges e tipos especiais como a junta Gibault, Mobex. Simples, Ferroflex, etc. As juntas tipo ponta e bolsa são tomadas com estopa e chumbo quente. Podem também ser usados compostos de enxofre. Para casos de vedação somente, pode-se usar asfalto preparado ou argamassas de cimento e areia como sita GARZEZ.

2.1.6. Aplicações:

Segundo GARZEZ, tipo pressão-ponta e bolsa: rede de abastecimento de água, adutoras, linhas de recalque, etc. Tipo pressão com flanges: casas de bombas, reservatórios, estações de tratamento, etc. Tipo pressão com juntas especiais: casos especiais como trechos sujeitos a forte trepidação, pontes, etc. Tipo esgoto ponta e bolsa: instalações prediais de esgoto sanitário, trechos expostos de rede de esgotos, instalações prediais de águas pluviais.

2.2. Tubos de aço (ferro galvanizado, pretos, vermelhos, especiais).

2.2.1. Processo de fabricação:

São fabricados a partir de chapas de aço ou lingotes de aço. Sendo de chapas, são dobrados e soldados; sendo de lingotes ou tarugos, por extrusão ou perfurados a quente. Os tubos soldados constituem os chamados tubos com costura, os fabricados por extrusão ou perfuração, tubos sem costura, como sita GARZEZ.

2.2.2. Tipos:

1. Tubo de ferro galvanizado, com ou sem costura.

2. Tubos pretos com ou sem costura.

3. Tubos vermelhos sem costura.

Os tubos destes três tipos apresentam-se em classes de acordo com a pressão de ensaio ou trabalho. Pode-se, comercialmente, distinguir os tubos leves e pesados, segundo os pesos e as espessuras. Não existem Normas Brasileiras para estes tubos; são fabricados segundo norma da “ASA” e Inglesas.

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