Tabalho de geografia de jesus

Tabalho de geografia de jesus

FATECBA – FACULDADE TEOLÓGICA CULTURAL DA BAHIA

Curso: Bacharelado em Teologia

Aluno: Carlos Henrique da Conceição Seabra

Matéria: Geografia Bíblica - Hamartiologia

Data: 15/06/2008

Fl 4.8

Ap 1.3

Índice

Introdução 3

Conclusão 27

Bibliografia 28

Introdução

1) Mencione algumas teorias que apareceram para negar, desculpar, ou diminuir

natureza do pecado.

2) Qual a origem da palavra hedonismo e qual o seu significado?

Uma forma de ética humanística é o hedonismo. Esse sistema ensina que o certo é aquilo que é agradável. A palavra "hedonismo" vem do grego |hdonh, "prazer". Como movimento filosófico, teve sua origem nos ensinos de Epicuro e de seus discípulos, cuja máxima famosa era "comamos e bebamos porque amanhã morreremos". O epicurismo era um sistema de ética que ensinava, em linhas gerais, que para ter uma vida cheia de sentido e significado, cada indivíduo deveria buscar acima de tudo aquilo que lhe desse prazer ou felicidade. Os hedonistas mais radicais chegavam a ponto de dizer que era inútil tentar adivinhar o que dá prazer ao próximo.Como conseqüência de sua ética, os hedonistas se abstinham da vida política e pública, preferiam ficar solteiros, censurando o casamento e a família como obstáculos ao bem maior, que é o prazer individual. Alguns chegavam a defender o suicídio, visto que a morte natural era dolorosa.Como movimento filosófico, o hedonismo passou, mas certamente a sua doutrina central permanece em nossos dias. Somos todos hedonistas por natureza. Freqüentemente somos motivados em nossas decisões pela busca secreta do prazer. A ética natural do homem é o hedonismo. Instintivamente, ele toma decisões e faz escolhas tendo como princípio controlador buscar aquilo que lhe dará maior prazer e felicidade. O individualismo exacerbado e o materialismo moderno são formas atuais de hedonismo.O hedonismo não tem muitos defensores modernos, mas podemos mencionar Gustav Fechner, o fundador da psicofísica, com sua interpretação do prazer como princípio psíquico de ação, a qual foi depois desenvolvida por Sigmund Freud como sendo o princípio operativo do nível psicanalítico do inconsciente.Muito embora o cristianismo reconheça a legitimidade da busca do prazer e da felicidade individuais, considera a ética hedonista essencialmente egoísta, pois coloca tais coisas como o princípio maior e fundamental da existência humana.

3) O que diz a teoria hedonista sobre o pecado?

O hedonismo sustenta que o prazer é o princípio diretor da ação humana, tanto fatual quanto normativamente. Aristipo, o primeiro representante da teoria hedonista, acreditava que alcançar o prazer e evitar a dor era a finalidade da vida e o critério da virtude. Para ele, prazer é o prazer do momento que passa. Esse ponto de vista hedonista radical -  e ingênuo -  teve o     mérito de focalizar decididamente o significado do indivíduo e um conceito concreto de prazer, considerando a felicidade idêntica à experiência imediata. A primeira tentativa de revisão da posição hedonista, introduzindo critérios objetivos nos conceitos de prazer, foi feita por Epicuro, que, embora insistisse em que o prazer era o alvo da vida, afirma que, “conquanto todos os prazeres sejam em si bons, nem todos devem ser escolhidos”, porquanto alguns causam ulteriormente aborrecimentos maiores do que o próprio prazer; segundo ele, só o prazer certo deve favorecer uma vida sensata, boa e correta. O prazer verdadeiro consiste em serenidade da mente e ausência de temor, e só é obtido pelo homem dotado de prudência e capacidade de previsão e, portanto, capaz de adiar o agrado imediato em prol da satisfação permanente e tranqüila. Epicuro procura mostrar que essa concepção de prazer como meta da vida é compatível com as virtudes da temperança, coragem, justiça e amizade. Porém, empregando “a sensação como um cânone por meio do qual julgamos todo o bem”, ele não superou a dificuldade teórica fundamental: a de combinar a experiência subjetiva do prazer com o critério objetivo de prazer “certo” e “errado”. Sua tentativa para harmonizar critérios subjetivos e objetivos não passou da assertiva de que a harmonia existia.

4) O que afirma a teoria do determinismo sobre o livre arbítrio do homem?

5) O que declara a Ciência Cristã sobre a realidade do pecado?

6) Descreva sobre a origem do pecado.

O primeiro pecado que se tem notícia é o de Satanás que intentou ser igual a Deus e subir acima de seu trono.

Is 14.13 E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. 14 Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.

Resultado:

Is 14.12 Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações!

15 E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo.

 

Depois vem o pecado e Adão que manchou toda a raça humana, seus descendentes.

Rm 5.12 Portanto, como [por um homem] entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.

Assim todos pecaram.

Rm 3.23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;

 

EVA

1Tm 2.14 E não foi Adão quem foi enganado; a mulher é que foi enganada e desobedeceu à lei de Deus. 15Mas a mulher será salva tendo filhos se ela, com pureza, continuar na fé, no amor e na dedicação a Deus.

Eva foi a primeira mulher, a mãe de todos os seres humanos (Gênesis 3:20). O livro de Gênesis nos diz que depois que Deus criou Adão, ele viu que não era bom para Adão ficar sozinho. Ele decidiu criar alguém que o ajudasse como se fosse a sua outra metade (2:18). Mulher é chamado ezer (em Hebraico, literalmente ajuda), a palavra que também aparece no Velho Testamento para descrever Deus como uma ajuda para Israel.Deus fez Adão cair em um sono profundo e então retirou uma costela e a usou para criar Eva (2:21-25). Adão deu a Eva dois nome. O primeiro foi mulher, um título geral que também descrevia o seu relacionamento com o homem (Gênesis 2:23). O segundo nome foi Eva(vida), que foi dado a ela depois da Queda e refere-se ao seu papel na pós-criação da raça humana (3:20). O livro de Gênesis descreve Adão e Eva vivendo no Éden, servindo a Deus e preenchendo um ao outro. Então o diabo entrou quanto Eva foi tentada pela serpente a desobedecer aos mandamentos de Deus, o qual os proibiam de comer a fruta da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gênesis 2:17 - 3:3). Enganada pela serpente, Eva pegou contra o testamento de Deus comendo a fruta. Adão fez o mesmo quando ela trouxe a fruta para ele, embora ele não tenha sido tão enganado como ela. Ambos reconheceram sua nudez e fizeram roupas de folhas de figo. Quando Deus veio para conversar com eles, eles estavam escondidos. Quando Ele pergunta porque eles pecaram, Adão culpou Eva e Eva culpou a serpente. Deus disse a Eva que como resultado do pecado ela teria dores de parto e seu marido a governaria (Gênesis 3:16). Mais tarde Eva tornou-se mãe de Caim, Abel, Sete e outras crianças (4:1-2,25 5:4). Eva é mencionada duas vezes no Novo Testamento. Em sua carta a Timóteo, o apóstolo Paulo a menciona quando discute se a mulher poderia ou não ensinar (1 Timóteo 2:13). Ele diz que a mulher não pode ter autoridade sobre o marido, porque o homem foi criado primeiro e porque Eva era a responsável pelo pecado original (veja 1 Coríntios 11:3), embora estudiosos da palavra não tem a exata certeza sobre o que Paulo estava se referindo e quão sério ele estava.

7) De que maneira o pecado entrou no mundo?

A liberdade do homem incluía necessariamente o poder de escolher ou recusar o bem ou o mal. Tem havido dúvidas quanto ao ter o homem podido escolher o mal, sabendo que era mal. Mas não pode haver dúvida de que o homem pudesse tomar o mal pelo bem. Ele não era infalível, e portanto estava sujeito ao pecado. Isto desvenda a dificuldade total da grande pergunta: “Como entrou o mal no mundo?” O mal veio de “Lúcifer, filho da manhã”. Foi a obra do diabo. “Pois o diabo, diz o Apóstolo, peca desde o início,” isto é, foi o primeiro pecador no universo, o autor do pecado, o primeiro ser que, pelo abuso da sua liberdade, introduziu o mal na criação. Ele, dos primeiros, senão o primeiro arcanjo, foi auto-tentado a atribuir-se a si mesmo alto valor. Ele livremente cedeu à tentação, dando lugar primeiramente ao orgulho e então à teimosia. Ele disse: “Eu me sentarei no lado do norte, serei igual ao Altíssimo.” Ele não caiu sozinho, mas arrastou após si, imediatamente, um terço das estrelas do céu; em conseqüência disso perderam a sua glória e felicidade e foram expulsos da sua habitação primitiva.

“Tendo grande ira” e talvez inveja da felicidade das criaturas que Deus tinha criado ultimamente, não é de se estranhar que ele desejasse e se esforçasse por privá-las da mesma. Para realizar-se tal coisa, ele ocultou-se na serpente que era a mais sutil ou a mais inteligente de todas as criaturas brutas, e, por isso, a que menos daria ocasião à suspeita. Alguns, na verdade, não sem probabilidade, têm suposto que a serpente tivesse então sido dotada de razão e de linguagem. Se Eva não soubesse que ela era assim, teria ela admitido qualquer conversa com a mesma? Não teria ela ficado antes assustada que enganada? O Apóstolo refere-se a ela como sendo tal. Para enganar a Eva, Satanás misturou a verdade com a falsidade: “Disse Deus, vós não podereis comer de toda a árvore do jardim?” Logo depois persuadiu-a a descrer de Deus, a supor que a sua ameaça não se cumpriria. Ela então abriu-se a toda tentação, deu lugar ao “desejo da carne,” pois a árvore era “boa para se comer”: “ao desejo dos olhos,” pois era “agradável aos olhos” e ao “orgulho da vida,” pois era “desejável para fazê-la sábia” e, conseqüentemente, honrada. Assim a descrença gerou o orgulho, Ela pensou que era mais sábia do que Deus, capaz de encontrar melhor caminho para a felicidade do que aquele que Deus havia ensinado. A descrença gerou a teimosia: ela determinou fazer a sua própria vontade e não a daquele que a havia feito; gerou desejos insensatos, tolos e completou tudo pelo pecado exterior: “Ela tomou do fruto e o comeu.”

Sermões: “O Objetivo da Vinda de Cristo,” I, 8-9 (J, VI, 271-72).

Como por um homem – é Adão que é mencionado e não Eva como sendo o representante da humanidade. O pecado entrou no mundo – o pecado atual e as suas conseqüências, uma natureza pecaminosa. E a morte – com todos os seus sequazes. Ela entrou no mundo quando entrou no ser, pois até então ela não existia ao lado do pecado; portanto ela não podia entrar antes do pecado. De modo que a morte passou a todos os homens, especialmente por um homem, em quem todos pecaram – em Adão. Desse modo é, também, usada a palavra em 2Co 5.4. Estas palavras mostram a razão por que a morte veio a todos os homens; mesmo as crianças não foram excluídas, em quem todos pecaram...

A morte reinou e quão vasto é o seu reino! Dificilmente podemos encontrar um rei que tenha tantos súditos como são os reis que ela conquistou! Mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança de Adão – mesmo sobre as crianças que nunca pecaram como Adão o fez e sobre os outros que não pecaram contra uma lei expressa como Adão o fez. Que é figura daquele que havia de vir – cada um deles sendo uma pessoa pública e um representante federal da humanidade. Um – a fonte do pecado e da morte para a humanidade pela sua ofensa; o outro – a fonte de justiça e de vida pelo seu dom gratuito.

O Apóstolo mostra até este ponto a concordância entre o primeiro e o segundo Adão, depois indica a diferença entre eles. A concordância pode ser resumida nestes termos: como por um homem o pecado entrou no mundo e a morte pelo pecado, assim por um homem a justiça entrou no mundo e a vida pela justiça. Como a morte veio sobre todos os homens, pois todos pecaram, assim a vida foi dada a todos os homens que estão no segundo Adão pela fé em quem todos são justificados. E como a morte através do pecado do primeiro Adão reinou mesmo sobre aqueles que não tinham pecado à semelhança da transgressão de Adão, assim através da justiça de Cristo, mesmo aqueles que não têm obedecido à semelhança da sua obediciência, reinarão em vida. Podemos acrescentar: como o pecado de Adão, sem aqueles que nós cometemos depois, trouxe-nos a morte, assim a justiça de Cristo, sem as boas obras que nós praticamos depois, traz-nos vida, embora ainda todos os bons atos como os maus receberão a sua devida recompensa.

Notas: “Rm 5.12, 14.”

8) Qual foi a estratégia da “operação tentação” aplicada contra Adão e Eva?

O diabo procurou, no seu primeiro ataque, despertar duvida sobre a veracidade da Palavra de Deus. E ele, que é o pai da mentira (João 8:44), perguntou, torcendo a Palavra de Deus Havia dito: ?É assim que Deus disse: não comereis de toda árvore do Jardim?? (Gênesis 3:1). Porém, Deus havia dito: ?De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem do mal, dela não comerás? (Gênesis 2:16,17). Quando Eva, na sua réplica, fez referência ao que Deus havia dito sobre a árvore do meio do jardim, o diabo torceu novamente a palavra: ?Certamente não morrereis? (Gênesis 3;4). A duvida estava plantada.· O Segundo ataque tinha por alvo colocar em duvida as intenções de Deus para com eles, insinuando que Jeová não queria que os homens fossem tão felizes como Ele, pois não gostaria que se tornassem tais quais Ele. O diabo disse: ?Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus? (Gênesis 3:5).· No terceiro ataque, o diabo espertou neles a tentação de se igualarem a Deus. Foi exatamente o mesmo pecado que o havia derrubado do céu (Isaias 14:14).· O poder da tentação estava ocupado tanto o entendimento como o sentimento de Eva (Gênesis 3: 6). À vontade deles estava sendo conquistada por um desejo ilícito. Só faltava uma coisa a própria ação. A vontade já contaminada deu o impulso necessário para que Eva cedesse; ela tomou do Fruto, comeu e deu a adão, que também comeu (Gênesis 3: 6). Uma catástrofe, a maior de todos os tempos, havia acontecido.Por que Deus permitiu que o homem fosse tentado?Deus havia criado o homem a sua imagem e semelhança; Assim, o homem possuía livre arbítrio. Como uma criatura de Deus, estava sujeito a Ele e as sua determinações. Porem, o verdadeiro amor ao Senhor se manifesta na obediência a sua Palavra (João 14:15, 23 e 15:14).Com o livre arbítrio, o homem podia, voluntariamente, mostrar sua inteira disposição de obedecer a Deus de coração. Com o livre arbítrio, uma atitude dessas não representaria nada. Da mesma forma, sem que houvesse tentação, sem que fosse oferecida uma alternativa, o homem não teria tido oportunidade de mostrar que desejava sujeitar-se a Deus em tudo.Assim, Deus permitiu que adão e Eva fossem tentados, dando-lhes, porem, as possibilidades de vencer. Deus também permitiu que seu próprio Filho fosse tentado. Jesus passou por uma prova muito mais dura (Lucas 4:1-13). Deus sabia que o seu filho, como homem, tinha possibilidade de cair (se não houvesse essa possibilidade, a tentação teria sido apenas uma representação). Porem, Jesus venceu e permaneceu sem pecado ( Hebreus 4;15), tendo voltado do deserto da tentação cheio do Espírito Santo ( Lucas 4;14). ? Aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu? (Hebreus 5:8) e agora pode ajudar a todos que são tentados (Hebreus 2:18; 4:16).

9) Por que Deus permitiu que o homem fosse tentado?

10) Dê alguns significados do pecado.

11) Mencione as conseqüências do pecado nas relações entre Deus e o homem:

12) Fale sobre os efeitos do pecado na vida do homem:

13) Quais os três sentidos em que a morte dominou o homem?

14) Fale sobre as conseqüências do pecado em relação à convivência entre os homens:

15) Quais os graves efeitos que trouxe o pecado para a posteridade do homem?

Conclução

Bibliografia

Buckland, Ver. A. R. Dicionário Bíblico universal

Ed. Vida

Champlin, Russell Norman Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. São 6 vol

Ed. Hagnos

CR-ROM de Estudo_ Palavra Prudente

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