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Gestão Ambiental – 2º Ciclo

Andressa Pupo de Sá – Nº 0820506

  1. Mata Atlântica

  • Tipos de solo

O solo é pobre em minerais e a topografia é bastante acidentada. No interior da mata, devido a densidade da vegetação, a luz é reduzida.

  • Clima

Floresta tropical úmida, equatorial ao Norte e quente temperada sempre úmida ao sul.

  • Produtores primários

Flora, fauna, água, carbono e etc.

  • Consumidores

Geração de grandes pastos e agricultores, abastecimento de água dos rios. Além do consumo de madeiras e outras matérias primas, agredindo mais e mais a mata atlântica.

  • Detritores

Pescada , tainha, capivaras

  • Atividades sócio-econômicas

Agricultura, pesca, produção de animal, turismo, geração de energia e industria.

  • Degradação Ambiental

Na Mata Atlântica exemplos como a extração comercial de madeira contribui mais intensamente para o desmatamento na região amazônica do que no Cerrado, onde o cultivo de grãos é o principal fator de destruição da vegetação. Por outro lado, a especulação imobiliária e o turismo predatório exercem pressão muito maior sobre as áreas remanescentes da Mata Atlântica e do Pantanal do que sobre os outros biomas.

  • Perspectivas

Mas o futuro não precisa ser desanimador. Na verdade, como a situação atual não apresenta promessas de melhorias imediatas da situação da Mata Atlântica, é mais importante olhar para o desenvolvimento positivo que está acontecendo. Por exemplo, o Brasil tem novas leis sobre crimes contra o ambiente (Lei n° 9.605/98) e recursos hídricos (Lei n° 9.433/97), as quais podem ser muito benéficas para a conservação. A legislação sobre recursos hídricos, em particular, redireciona o manejo desses recursos para os comitês de bacias hidrográficas, que

são criados sob a supervisão da Agência Nacional das Águas (ANA). Essa descentralização do manejo das águas cria a possibilidade de direcionamento de recursos financeiros para a conservação e regeneração das florestas em áreas de mananciais e corredores no entorno dos corpos hídricos, visto que as florestas prestam importante serviço de regularização dos fluxos hídricos. Experiências econômicas positivas também estão a caminho. Por exemplo, novos mecanismos foram adotados em alguns estados, nos quais parte das receitas arrecadadas pelo imposto sobre a circulação de mercadorias e serviços é realocada para os municípios, de acordo com quotas baseadas em cobertura florestal e outros critérios ambientais (“ICMS ecológico”). Embora esse instrumento tenha recebido algumas críticas, o seu relativo sucesso –

particularmente no Paraná e em Minas Gerais – mostra que municípios com grandes áreas de florestas preservadas podem receber benefícios financeiros significativos se adotarem estratégias ativas de conservação. Também deveria haver alguma recompensa financeira para o benefício global gerado pela Mata Atlântica, no que se refere ao seqüestro de carbono e à

preservação da biodiversidade. Mesmo que os recursos disponíveis para tais compensações sejam limitados em curto prazo, muitos conservacionistas e autoridades responsáveis pela elaboração de políticas esperam que no futuro sejam desenvolvidos mercados que possam contribuir significativamente para a preservação das florestas e, no caso do seqüestro de carbono, para sua recuperação.

  1. Rios

  • Tipos de solo

O traçado do rio e os tipos de solo, que podem variar com a dinâmica de deposição e retirada de sedimentos junto às margens, nas curvas internas e externas dos rios.

  • Clima

Clima tropical chuvoso com chuvas o ano todo

  • Produtores primários

Produtores de alimentos (peixes), fontes de lazer e fornecedores de água para animais, seres humanos e plantações, devendo, deixar de ser usados, como são hoje na maioria das comunidades rurais e cidades, como simples canais escoadores de esgotos domésticos, dejetos de animais e detritos de toda ordem.

  • Consumidores

Fornecedores de água para animais, seres humanos e plantações.

  • Detritores

Abrigam também ricos ecossistemas aquáticos, grande parte deles ameaçados pela poluição, assoreamento e desmatamento.

  • Atividades sócio-econômicas

São elaborados para sustentar madeireiros e suas atividades econômicas e não para manter a floresta e sua biodiversidade, em segundo lugar, porque é muito reduzido o número de estudos científicos e experiências sérias de manejo ou uso múltiplo de áreas florestais nativas na Mata Atlântica.

  • Degradação Ambiental

A poluição do solo, rios e lagos, com esgoto domestico e produtos químicos entre outros. Além de acabar com o ciclo de vida dos animais, fungos e etc.

  • Perspectivas

A biodiversidade já está ameaçada com estas poluições, existem instituições que tem projetos de limpezas, mas nada muito concreto ainda.

  1. Mata de Restinga

  • Tipos de solo

Apresenta um solo é pobre em argila e em matéria orgânica, com baixa capacidade de retenção de água e nutrientes.

  • Clima

O clima predominante é o sub-úmido-seco.

  • Produtores primários

Grande produção paisagística, ornamental e plantas medicinais.

  • Consumidores

O homem extrai madeiras nobres, lenha, óleos, alimentos, medicamentos, fibras, flores, etc.

  • Detritores

Caranguejos, minhocas e etc...

  • Atividades sócio-econômicas

Extração de cana-de-açúcar, ouro e etc...

  • Degradação Ambiental

Matérias primas como: Madeiras nobres, lenha, óleos, alimentos, medicamentos, fibras, flores, etc. Mesmo contando com menos de 8% de sua área original, a Mata Atlântica continua fornecendo estes recursos - e vários outros - que vêm sendo intensamente utilizados por todos nós. Alguns já estão totalmente domesticados, como o caju e o maracujá, outros em situação intermediária em termos de domesticação, como erva-mate e piaçava. No entanto, para a maioria destes recursos, é necessária a extração a partir do ambiente natural, da floresta. Esta extração exige cuidados e conhecimentos específicos. Caso contrário, como acontece na maioria das vezes, esta extração se dá de forma predatória.

  • Perspectivas

Os térmitas possuem grande importância ecológica nos ecossistemas tropicais, pois atuam como decompositores, reciclam os nutrientes alocados nas plantas mortas e seus túneis, nestes materiais, propiciam a entrada de fungos e de outros microorganismos, acelerando o processo de decomposição.

Através das suas atividades de construir ninhos e galerias os térmitas promovem a distribuição de vários nutrientes no solo. Também são a base da cadeia alimentar para os outros animais

  1. Estuário

  • Tipos de solo

O solo é formado por uma lama de coloração cinza-escura a preta, rica em sulfeto de hidrogênio ( H2S ), o que causa um odor característico de enxofre ( ovo podre ), principalmente nos estuários degradados e poluídos.Na lama predominam raízes e materiais decompostos, formados por areias de origem marinha carreadas pelo vento e correntes marinhas e restos de galhos, folhas e animais, sendo sua superfície rica em matérias orgânicas, que servem de alimento aos peixes e crustáceos.

  • Clima

É do tipo mediterrânico, sendo Dezembro e Janeiro os meses mais frios e chuvosos e Julho e Agosto os mais quentes e secos

  • Produtores primários

Invertebrados e aves

  • Consumidores

Herbívoros

  • Detritores

Anfípodes, aranhas e insetos.

  • Atividades sócio-econômicas

Os estuários servem de subsistência para a população das regiões do entorno, de onde tiram o sustento catando espécies como caranguejos, guaiamuns, siris, aratus, ostras e sururus, para alimentação ou venda em geralmente em comunidades vizinhas.

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