maqinas industriais

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(Parte 1 de 13)

INTRODUÇÃO.....................................................................3

VANTAGENS........................................................................5

CARACTERÍSTICAS DE FUNCIONAMENTO.........................6

TIPOS DE EXCITAÇÃO.........................................................8

PARTES CONSTRUTIVAS.....................................................9

ACESSÓRIOS......................................................................11

CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS.................................12

SISTEMA DE ISOLAMENTO ...............................................13

ENSAIOS.............................................................................13

SELEÇÃO DE MOTORES SÍNCRONOS..................................14

APLICAÇÕES........................................................................15

ESPECIFICAÇÃO DE MOTORES SÍNCRONOS......................16

INDICE

Motores SíncronosO termo SÍNCRONO tem sua origem no Grego, onde o prefixo

SIN significa “com” e CRONOS é uma palavra que denota

“tempo”.

Um motor síncrono literalmente opera “em tempo com” ou

“em sincronismo com” o sistema de alimentação.

Os motores síncronos estão sendo utilizados com maior

freqüência pelas indústrias, devido ao fato de possuírem

características especiais de funcionamento.

O alto rendimento e o fato de poderem trabalhar como

compensador síncrono para corrigir o fator de potência da

rede, se destacam como os principais motivos que resultam

na escolha dos MOTORES SÍNCRONOS para acionamento de

diversos tipos de cargas.

Altos torques, velocidade constante nas variações de carga e

baixo custo de manutenção, também são características

especiais de funcionamento que proporcionam inúmeras

vantagens econômicas e operacionais ao usuário.

Princípio de Funcionamento

Os motores síncronos possuem o estator e os enrolamentos

de estator (armadura) bastante semelhante aos dos motores

de indução trifásicos.

Assim como no motor de indução, a circulação de corrente no

enrolamento distribuído do estator produz um fluxo magnético

girante que progride em torno do entreferro.

Campo girante do estator - Quando uma bobina é percorrida

por uma corrente elétrica, é criado um campo magnético

dirigido conforme o eixo da bobina e de valor proporcional à

corrente.

Na figura 1 está indicado a forma de onda de um sistema

trifásico equilibrado constituido por três conjuntos de bobinas

dispostas simetricamente no espaço formando um ângulo de

120º.

A figura 2 está representando o enrolamento de um motor

trifásico. Se este enrolamento for alimentado por um sistema

trifásico, as correntes I1, I2 e I3 criarão, do mesmo modo, os

seus próprios campos magnéticos H1, H2 e H3. Estes campos

são espaçados entre si de 120º.

Além disso, como são proporcionais às respectivas correntes,

serão defasados no tempo, também de 120º entre si.

O campo total H resultante, a cada instante, será igual à soma

gráfica dos três campos H1, H2 e H3 naquele instante.

Na figura 3, está representada esta soma gráfica para seis

instantes sucessivos.

INTRODUÇÃO

No instante (1), a figura 2 mostra que o campo H1 é máximo

e que os campos H2 e H3 são negativos e de mesmo valor,

iguais a metade de H1.

Os três campos representados na figura 3 (parte superior),

levando em conta que o campo negativo é representado

por uma seta de sentido oposto ao que seria normal; o

campo resultante (soma gráfica) é mostrado na parte inferior

da figura 3 posicão (1), tendo a mesma direção do

enrolamento da fase 1.

Repetindo a construção para os pontos 2, 3, 4, 5 e 6 da

figura 1, observa-se que o campos resultante H tem

intensidade “constante”, porém sua direção vai “girando”,

completando uma volta no fim de um ciclo.

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