Fluixo de caixa

Fluixo de caixa

(Parte 1 de 4)

45

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO................................................................................................

09

1.1 Problema.......................................................................................................

11

1.1.1 Delimitação do Problema............................................................................

11

1.2 Objetivos........................................................................................................

12

1.2.1 Geral...........................................................................................................

12

1.2.2 Específicos.................................................................................................

12

1.3 Justificativa....................................................................................................

13

1.4 Metodologia...................................................................................................

15

1.5 Estrutura do Trabalho....................................................................................

15

2. REFERENCIAL TEÓRICO..............................................................................

16

2.1 Origem Histórica e Evolução da Contabilidade.............................................

16

2.1.2 Contabilidade do mundo antigo..................................................................

19

2.1.3 Contabilidade do mundo medieval.............................................................

19

2.1.4 Contabilidade do mundo moderno..............................................................

19

2.1.5 Contabilidade do mundo científico..............................................................

19

2.2 Objetivos da contabilidade.............................................................................

19

2.3 Princípios da contabilidade............................................................................

20

2.3.1 Princípio da Continuidade...........................................................................

20

2.3.2 Princípio da Oportunidade..........................................................................

21

2.3.3 Princípio do Registro pelo Valor Original....................................................

21

2.3.4 Princípio da Atualização Monetária............................................................

22

2.3.5 Princípio da Competência...........................................................................

23

2.3.6 Princípio da Prudência................................................................................

23

2.4 A Contabilidade Gerencial e seu papel.........................................................

24

2.4 O conceito e importância do Fluxo de Caixa.................................................

26

2.5 Conceito de demonstração de fluxo de caixa................................................

27

2.6 A importância da informação sobre o fluxo de caixa da empresa.................

27

2.7 Ampliando o conceito de fluxo de caixa........................................................

30

2.8 Formas de apresentação do fluxo de caixa histórico....................................

31

2.9 O Método direto.............................................................................................

32

2.10 O método indireto........................................................................................

35

2.11 Administração financeira: conceitos fundamentais......................................

39

2.12 Alterações após a Lei nº 11.638/07.............................................................

43

3. DESENVOLVIMENTO.....................................................................................

44

4. CONCLUSÃO..................................................................................................

49

REFERÊNCIAS...................................................................................................

50

1. INTRODUÇÃO

O presente estudo tem como anseio verificar de forma crítica, através da bibliografia levantada, o fluxo de caixa em micro e pequenas empresas, apresentando os processosdo Fluxo de Caixa dentro de uma organização. Através deste estudo pretende-se identificar a importância do fluxo de caixa para empresas de micro e pequeno porte.

A Contabilidade surgiu através da necessidade do homem em controlar suas posses, seu patrimônio. Inicialmente, em seu modo primitivo, era representada somente por artes, desenhos deixados pelos homens primitivos nas paredes das cavernas para representar o que o mesmo possuía.

Mais tarde com o surgimento do escambo, ou seja, da necessidade de troca entre os homens para mantimento da sobrevivência, manifestou-se através de escritas onde apresentava-se simples registros relacionados ao negócio efetuado por estes homens.

Atualmente, com um mercado cada vez mais competitivo, onde as empresas precisam constantemente buscar a excelência na execução de suas atividades, a Contabilidade passou de simples registros de fatos ocorridos, para embasamento na tomada de decisões, ganhando a nomenclatura de Contabilidade Gerencial.

Dentro deste contexto, as empresas passam a buscar um eficiente controle administrativo, onde o administrador precisa utilizar-se de todas as ferramentas possíveis para a execução dos objetivos da entidade. Assim, surge uma ferramenta que torna-se cada vez mais solicitada no meio empresarial, o Fluxo de Caixa, que possibilita à empresa uma visão ampla de suas finanças à fim de que possa-se analisar os fatos ocorridos para a tomada de decisões, bem como proporciona à entidade a possibilidade de projetar suas finanças para o futuro, proporcionando ao administrador a capacidade de realizar a execução de aplicações ou captações de recursos com a maior vantagem possível.

Apresenta-se desta forma, o Fluxo de Caixa, como uma opção interessante às empresas de micro e pequeno porte, já que, devido ao competitivo mercado em que as mesmas estão inseridas atualmente, qualquer possibilidade de angariar vantagens, pode ser decisivo na execução de sua atividade e em sua manutenção neste competitivo mercado.

Traz também o presente estudo, as formas em que pode-se apresentar o Fluxo de Caixa dentro da organização, bem como, sua exigência legal devido às alterações ocorridas na legislação que normatiza o contabilidade, deixando uma visão sintética desta ferramenta administrativa no desenvolvimento do controle financeiro dentro das empresas de micro e pequeno porte.

1.1 Problema

Qual a importância do fluxo de caixa nas micro e pequenas empresas?

1.1.1 Delimitação do Problema

Efetuar uma pesquisa bibliográfica para definir qual a importância do fluxo de caixa nas micro e pequenas empresas.

1.2 Objetivos

1.2.1 Geral

Identificar a importância do fluxo de caixa para empresas de micro e pequeno porte.

Segundo Kuster e Nogcz (2003), a importância do fluxo de caixa para as micro e pequenas empresas se dá elo fato de que vem a propiciar melhorias na habilidade gerencial os seus administradores. Bem com na função administrativa, segundo os autores, ainda acreditam q1ue produzindo bens de alta qualidade e demanda, estão dispensados de dedicar tempo a boa administração esta tarefa a colaboradores sem preparo, ao invés de contratarem alguém apto para fazê-lo em seus lugar. Dessa maneira, o fluxo de caixa para a as micro e pequenas empresas, tornam-se relevantes, por ser um instrumento financeiro, o qual vem a permitir ao administrador monitorar o equilíbrio e o desequilíbrio entre a entrada e saída de dinheiro durante um período determinado, possibilitando a adoção de medidas que venham assegurar a disponibilidades de recursos para a atendimento das necessidade de caixa.

1.2.2 Específicos

  • Levantar bibliograficamente conceitos de fluxo de caixa;

  • Verificar, através da bibliografia, a importância do fluxo de caixa para as empresas de micro e pequeno porte;

  • Mostrar através de sustentação teórica as possibilidades de melhoria do fluxo de caixa de empresas de micro e pequeno porte;

  • Destacar por meio da bibliografia pesquisada as formas de apresentação de fluxo de caixa;

  • Apresentar a exigência legal da apresentação do Fluxo de Caixa.

1.3 Justificativa

A relevância desta pesquisa é enfatizar a importância do demonstrativo de Fluxo de Caixa como instrumento para os profissionais que atuam na administração das empresas proporcionarem eficiência dentro do contexto de controle em finanças.

O fluxo de caixa, torna-se atualmente, uma ferramenta interessante no controle dos recursos financeiros de qualquer entidade, entretanto, essa importante ferramenta ainda encontra-se pouco difundida no meio empresarial de pequeno porte.

Assim, desperta-se o desejo de pesquisar sobre o presente tema para que possa-se buscar um maior conhecimento sobre o mesmo, bem como, demonstrar através da presente pesquisa a relevância dessa ferramenta para obtenção de bons resultados no setor financeiro das entidades.

O presente trabalho poderá contribuir para que as empresas de pequeno porte e microempresas tenham consciência dos benefícios de um fluxo de caixa bem gerenciado, com finalidades de manter um nível de liquidez, que permita saldar os compromissos assumidos nos prazos estipulados sem a necessidade de recorrer a capital de terceiros, tornando o fluxo de caixa uma ferramenta essencial na programação financeira e instrumento que possibilite a empresa planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar tanto os recursos financeiros quanto as aplicações das atividades ativas.

Com relação a instituição de ensino onde busco a graduação, a relevância deste estudo se fará através da disponibilização do mesmo como fonte de consulta para posteriores trabalhos a serem realizados dentro da instituição, proporcionando uma visão sucinta dos processos de fluxo de caixa, em consonância com as teorias e abordagens pesquisadas, promovendo um melhor entendimento sobre o assunto pelo leitor e concedendo à instituição uma fonte de estudo.

Enquanto acadêmico do Curso de Ciências Contábeis a pesquisa trará conhecimentos para a minha vida profissional, mostrando de forma sucinta como é o funcionamento do fluxo de caixa dentro de uma organização, trazendo à luz uma forma concisa de entendimento da contabilidade como um todo, instigando a minha percepção de profissional.

É interessante relatar que a presente pesquisa me proporcionou ter uma visão mais ampla do funcionamento da administração e da contabilidade dentro do controle das finanças de uma entidade, fazendo com que esta pesquisa seja de grande valia para o meu crescimento enquanto profissional.

1.4 Metodologia

O presente estudo teve o seu objetivo alcançado diante do exposto da fundamentação teórica. Para a realização do presente trabalho utilizou-se a pesquisa bibliográfica em relação ao tema: O Fluxo de Caixa em Micro e Pequenas Empresas será elaborado através de pesquisa bibliográfica e descritiva sobre o assunto em questão, tendo como base artigos, livros, dissertações e internet.

A presente pesquisa obedecerá três fases: Levantamentos bibliográficos, leituras e fichamentos; Organização dos dados coletados; Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.

1.5 Estrutura do Trabalho

O presente estudo encontra-se dividido em quatro capítulos. No primeiro capítulo apresento a introdução os objetivos da minha pesquisa.

No segundo capítulo apresento o referencial teórico onde contextualizo o fluxo de caixa e a contabilidade de forma clara. No terceiro capítulo faço o desenvolvimento do trabalho apresentando compreensões crítica a cerca do trabalho. No quarto capitulo apresento a conclusões finais do trabalho.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Origem Histórica e Evolução da Contabilidade

Conforme Zanluca (2008), a história da contabilidade é tão antiga quanto a própria história da civilização. Está ligada às primeiras manifestações humanas da necessidade social de proteção à posse e de perpetuação e interpretação dos fatos ocorridos com o objeto material de que o homem sempre dispôs para alcançar os fins propostos.

Deixando a caça, o homem voltou-se à organização da agricultura e do pastoreio. A organização econômica acerca do direito do uso do solo acarretou em separatividade, rompendo a vida comunitária, surgindo divisões e o senso de propriedade. Assim, cada pessoa criava sua riqueza individual. Ao morrer, o legado deixado por esta pessoa não era dissolvido, mas passado como herança aos filhos ou parentes. A herança recebida dos pais (pater, patris), denominou-se patrimônio. O termo passou a ser utilizado para quaisquer valores, mesmo que estes não tivessem sido herdados (ZANLUCA, 2008, p.01).

Assim para Zanluca (2008), a atividade de troca e venda dos comerciantes semíticos requeria o acompanhamento das variações de seus bens quando cada transação era efetuada. As trocas de bens e serviços eram seguidas de simples registros ou relatórios sobre o fato. Mas as cobranças de impostos, na Babilônia já se faziam com escritas, embora rudimentares. Um escriba egípcio contabilizou os negócios efetuados pelo governo de seu país no ano 2000 a.C.

De acordo com Zanluca (2008) à medida que o homem começava a possuir maior quantidade de valores, preocupava-lhe saber quanto poderiam render e qual a forma mais simples de aumentar as suas posses; tais informações não eram de fácil memorização quando já em maior volume, requerendo registros.

Conforme Zdanowicz (2000) apud Eichstadt & Fistarol (2004), novas técnicas de controles e análises surgiram com o aprimoramento do conhecimento e desenvolvimento da tecnologia. A partir do final de século XIX, os banqueiros americanos já solicitavam essas demonstrações, em especial o balanço patrimonial (BP), às empresas que desejavam contrair empréstimos. Surgiu, então, a expressão análise de balanços que perdura até nossos dias. A demonstração do resultado do exercício (DRE) passou a ser exigida com o passar do tempo.

Para Sá (1997), a contabilidade nasceu com a civilização e jamais deixará de existir em decorrência dela; talvez, por isso, seus progressos quase sempre tenham coincidido com aqueles que caracterizam os da própria evolução do ser humano. Das formas primitivas utilizadas para quantificar o patrimônio, percorrendo o caminho do método por partidas dobradas na época do comércio medieval, os sistemas de custos na Revolução Industrial e a criação da Contabilidade Gerencial após o surgimento das sociedades por ações, verifica-se que a contabilidade sempre procurou adaptar-se às mudanças ao longo da história da humanidade, para que pudesse cumprir seu papel de fomentadora de informações sobre o patrimônio de seus usuários.

Nas últimas décadas, graças aos avanços tecnológicos e aos sistemas informatizados que permitiram que o trabalho de registro de dados fosse feito de forma mais rápida, o contador moderno possui mais tempo para analisar as informações constantes nos relatórios gerados pela contabilidade. E, ainda, pode criar diversos relatórios que auxiliem o administrador, pois geralmente é o próprio proprietário que se encontra mergulhado nas rotinas operacionais e não tem tempo para controle e planejamento dos negócios (PADOVEZE, 1997, p.76).

Segundo Padoveze (1997, p.76), “a contabilidade deve ser vista como um instrumento essencial para a gestão das organizações e não somente um meio para atender às exigências legais”.

Para Veiga (2003, p.27), “a função básica de um contador gerencial é processar dados operacionais e financeiros, extraídos do ambiente externo próximo (concorrentes, fornecedores, clientes e consumidores), gerando informações que ajudem a organização em suas decisões estratégicas”. 

A partir do século XVI surgem as primeiras obras dedicadas exclusivamente, à escrituração Contábil. Iniciou-se nesta época a teorização da contabilidade e muitos conceitos foram apresentados e analisados. Contudo, a contabilidade só se estruturou cientificamente em 1923, com a doutrina de Masi, na Itália, que tinha como objetivo conhecer as relações que existem entre os acontecimentos da riqueza patrimonial e explicar o que acontece com esta, a partir das referidas relações. Num primeiro momento da evolução do pensamento Contábil o foco era a "conta" como se esta fosse a alma ou o registro fosse a finalidade maior da contabilidade (SÁ, 1997, p.66).

Segundo Sá (1997) com o aparecimento de uma escola de pensamento denominada Lombarda, a contabilidade adquiriu de forma modesta a função gerencial, deixando de ser apenas um modelo de escrituração, para ser um instrumento de acompanhamento e controle, ou seja, a informação gerada pela contabilidade serviria de apoio na administração dos negócios. Para esta escola os registros eram apenas dados, ou seja, subsídios para estudos, devendo ser interpretados, não se admitindo que a contabilidade se limitasse apenas aos registros.

Conforme Sá (1997) observa-se que a Contabilidade Gerencial nasceu na corrente de Lombarda e desenvolveu-se ao longo dos anos, tornando-se atualmente num instrumento imprescindível de apoio na gestão dos negócios. A corrente Personalista partiu do raciocínio de que tudo o que ocorre na empresa ou na entidade motiva direitos e obrigações, e que tais relações são importantes para a vida das organizações. Com isso, os personalistas definiram o patrimônio como um conjunto de direitos e obrigações. Desta corrente, podemos perceber que a Contabilidade Gerencial está se tornando, cada vez mais, um instrumento de apoio na administração.

Em seguida surgiram os controlistas, que criaram novas formas de observar o objeto de estudos da contabilidade e conseguiram contribuir de forma expressiva para o desenvolvimento da ciência Contábil. Os controlistas admitiam que o objetivo era estudar a matéria sob o ângulo do controle da riqueza. Esta corrente foi de extrema importância, sendo considerada umas das mais expressivas produções da era moderna científica (IUDÍCIBUS, 1998, 94).

Segundo Iudícibus (1998), a Contabilidade Gerencial pode ser caracterizada como um enfoque especial conferido a técnicas e procedimentos contábeis tratados na Contabilidade Financeira e na Contabilidade de Custos, colocados numa perspectiva diferente, num grau de detalhe mais analítico ou numa forma de apresentação e classificação diferenciada, de maneira a auxiliar os gerentes das entidades em seu processo decisório. Foi o pensamento do "futuro" que levou o homem aos primeiros registros a fim de que pudesse conhecer as suas reais possibilidades de uso, de consumo, de produção etc. Pode-se resumir a evolução da ciência contábil da seguinte forma:

2.1.2 Contabilidade do mundo antigo

Conforme Iudícibus (1998), o período que se inicia com as primeiras civilizações e vai até 1202 da Era Cristã, quando apareceu o Liber Abaci , da autoria Leonardo Fibonaci, o Pisano.

2.1.3 Contabilidade do mundo medieval

Para Iudícibus (1998), é operíodo que vai de 1202 da Era Cristã até 1494, quando apareceu o Tratactus de Computis et Scripturis (Contabilidade por Partidas Dobradas) de Frei Luca Paciolo, publicado em 1494, enfatizando que à teoria contábil do débito e do crédito corresponde à teoria dos números positivos e negativos, obra que contribuiu para inserir a contabilidade entre os ramos do conhecimento humano.

2.1.4 Contabilidade do mundo moderno

Conforme Iudícibus (1998), este período que vai de 1494 até 1840, com o aparecimento da Obra "La Contabilità Applicatta alle Amministrazioni Private e Pubbliche" , da autoria de Franscesco Villa, premiada pelo governo da Áustria. Obra marcante na história da Contabilidade.

2.1.5 Contabilidade do mundo científico

É período que se inicia em 1840 é este modelo que se usa até hoje dentro da contabilidade.

2.2 Objetivos da contabilidade

Para Franco (1996), a contabilidade, que tem como objetivo prover seus diversos usuários de informações sobre o patrimônio das organizações, pode auxiliar o processo de gestão das empresas, contribuindo não só com dados que permitam o planejamento e controle das atividades, mas que também forneçam elementos que dêem suporte às decisões do administrador.

Segundo Franco (1996), sua finalidade é assegurar o controle desse patrimônio, fornecendo a seus administradores, informações e orientações necessárias à ação administrativa, bem como a seus titulares (proprietários do patrimônio) e demais pessoas a ele relacionadas, as informações e interpretações sobre o estado patrimonial e o resultado das atividades desenvolvidas pela entidade para alcançar seus fins.

2.3 Princípios da contabilidade

Conforme Sá (2000), o Princípio da Entidade reconhece o Patrimônio como objeto da contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza elo ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por conseqüência, nesta acepção, o patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários, no caso da sociedade ou instituição.

Para Sá (2000), o patrimônio pertence à entidade, mas a recíproca não é verdadeira. “A soma ou agregação contábil de patrimônios autônomos não resulta em nova entidade, mas numa unidade de natureza econômico-contábil”. Este princípio deixa bem claro que não se pode confundir o patrimônio de uma empresa com a de seus sócios, isto é: deve-se ter autonomia patrimonial. É importante dizer que sem a autonomia patrimonial fundada na propriedade, os demais princípios fundamentais perdem o sentido, porque passariam a referir-se a um universo de limites imprecisos.

 

2.3.1 Princípio da Continuidade

 

(Parte 1 de 4)

Comentários