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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA VIDA

Disciplina: Bioquímica I

RELATÓRIO

DOSAGEM DE GLICOSE NO SORO

Patrícia Beck

Docente

Jorge Felipe

Leandro Carvalho

Discente

Salvador – BA

Outubro de 2008

RELATÓRIO

DOSAGEM DE GLICOSE NO SORO

Patrícia Beck

Docente

Jorge Felipe

Leandro Carvalho

Discente

Salvador – BA

Outubro de 2008

1.0INTRODUÇÃO

Um importante carboidrato no sangue , a glicose sendo usada para o fornecimento de energia as células do corpo (a via mais usada) seu excesso é armazenado em reserva de energia. Glicose (C6H12O6) contém seis átomos de carbono e um grupo aldeído e é conseqüentemente referida como uma aldohexose. A molécula de glicose pode existir em uma forma de cadeia aberta (acíclica) e anel (cíclica) (em equilíbrio), a última sendo o resultado de uma reação intramolecular entre o átomo C do aldeído e a grupo hidroxil C-5 para formar um hemiacetal intramolecular. Desordens envolvidas com o metabolismo da glicose é a hiperglicemia que é o aumento da taxa de glicose no sangue como a diabetes mellitus, também a hipoglicemia que é a diminuição da taxa de glicose no sangue como pode ser visto nas deficiências de hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) ou do hormônio do crescimento. Ainda que o corpo tem há varias vias enzimáticas que usam a glicose, a concentração da glicose no sangue é mantida constante em uma faixa estreita devida a ação de hormônios controladores um desses é a insulina que é produzida no pâncreas sempre baixando a concentração de glicose no sangue e aumentando o consumo de glicose pelas células aumentando a glicólise( processo celular na qual a glicose e transformada enzimaticamente em piruvato ou ácido lático acompanhada de substâncias ricas em energia), a insulina também aumenta a conversão de glicose em glicogênio( forma de armazenamento de curto prazo, sendo as gorduras forma de armazenamento a longo prazo). Outro hormônios como o do crescimento, epinefrina, cortisol e glucagon aumentam a concentração de glicose no sangue, são chamados de antagonistas da insulina. Nos animais, há um processo chamado neoglicogênese que corresponde a uma síntese de glicose a partir de percursores não glicídicos. Um outro processo de síntese endógena de glicose se dá através da glicogenólise do glicogênio sintetizado no fígado e músculos (glicogênese). As concentrações normais de glicose plasmática (glicemia) situam-se em torno de 70 - 110 mg/dl, sendo que situações de hipergicemia tornam o sangue concentrado alterando os mecanismos de troca da água do LIC com o LEC, além de ter efeitos degenerativos no SNC. Sendo assim, um sistema hormonal apurado entra em ação para evitar que o aporte sangüíneo de glicose exceda os limites de normalidade.

Os hormônios pancreáticos insulina e glucagon possuem ação regulatória sobre a glicemia plasmática. Não são os únicos envolvidos no metabolismo dos carboidratos (os hormônios sexuais, epinefrina, glicocorticóides, tireoidianos, GH e outros também têm influenciam a glicemia), porém, sem dúvida, são os mais importantes.

A insulina é produzida nas células b das ilhotas de Langerhans e é armazenada em vesículas do Aparelho e Golgi em uma forma inativa (pró-insulina). Nessas células existem receptores celulares que detectam níveis de glicose plasmáticas (hiperglicemia) após uma alimentação rica em carboidratos. Há a ativação da insulina com a retirada do peptídeo C de ligação, com a liberação da insulina na circulação sangüínea. Como efeito imediato, a insulina possui três efeitos principais:

Estimula a captação de glicose pelas células (com exceção dos neurônios e hepatócitos);

Estimula o armazenamento de glicogênio hepático e muscular (glicogênese); e

Estimula o armazenamento de aminoácidos (fígado e músculos) e ácidos graxos (adipócitos).

Como resultado dessas ações, há a queda gradual da glicemia (hipoglicemia) que estimula as células a-pancreáticas a liberar o glucagon. Este hormônio possui ação antagônica à insulina, com três efeitos básicos:

Estimula a mobilização dos depósitos de aminoácidos e ácidos graxos;

Estimula a glicogenólise

Estimula a neoglicogênse.

Esses efeitos hiperglicemiantes possibilitam nova ação insulínica, o que deixa a glicemia de um indivíduo normal em torno dos níveis normais de 70 - 110 mg/dl .

A captação de glicose pela célula se dá pelo encaixe da insulina com o receptor celular para insulina. Esse complexo sofre endocitose, permitindo a entrada de glicose, eletrólitos e água para a célula; a glicose é metabolizada (através da glicólise e Ciclo do Ácido Cítrico ), a insulina degradada por enzimas intracelulares e o receptor é regenerado, reiniciando o processo.

Quanto mais complexo insulina/receptor é endocitado, mais glicose entra na célula, até que o plasma fique hipoglicêmico. Esta hipoglicemia, entretanto, não é imediata, pois a regeneração do receptor é limitante da entrada de glicose na célula, de forma a possibilitar somente a quantidade de glicose necessária evitando, assim, o excesso glicose intracelular.

Nos músculos, a glicose em excesso é convertida em glicogênio, assim como a glicose que retorna ao fígado.

A grande maioria das células do organismo são dependentes da insulina para captar glicose (o neurônio e os hepatócitos são exceções, pois não tem receptores para insulina, sendo a glicose absorvidos por difusão).

A deficiência na produção ou ausência total de insulina ou dos receptores caracteriza uma das doenças metabólicas mais comuns: o diabetes mellitus.

ANALISE A INTRODUÇÃO

2.0 OBJETIVO

Fazer a dosagem de glicemia no soro, analisando os resultados e aplicar a teoria .

3.0 MATERIAIS E REAGENTES

Materiais

- Tubos de ensaio

- Pipetas Manuais e automáticas

- Galeria

- Água destilada

- Becker

REAGENTES

- Solução Padrão

- Soro (amostra)

-Reagente de Cor

3.0 METODOLOGIA

A técnica requer apenas um reagente, que contém o cromógeno e as enzimas glicose oxidase e peroxidase. Quando o reagente é adicionado a uma amostra de soro, a glicose oxidase a peroxidase geram peróxido de hidrogênio a partir da glicose, que então reage com os cromógenos para formar a cor:

Glicose + H2O + O2 Glicose oxidase- Ácido gliconico + H2O2

H2O2 + 4- aminoantipirina Peroxidase Corante de quinoneimina + 4H2O

Branco

Padrão

Teste

Reagente de Cor

2 mL

2 mL

2 mL

Solução padrão

-

20 µl

-

Amostra(soro)

-

-

20 µl

Preparou 3 tubos de ensaio , o primeiro branco, o segundo o padrão e o terceiro o teste, homogeneizou e colocou a 37°C por 10 min, em banho Maria , após fez a leitura no espectrofotômetro a 500 nm.

4.0 Resultados

Para encontrar os resultados, realizou-se cálculos com a fórmula abaixo:

Glicose (mg/dL) = Absorbância do Teste x CP,

Absorbância do Padrão

onde o valor obtido da absorbância do Teste foi 0,135nm/ 0,156nm e o valor obtido da absorbância do Padrão foi 0,338nm. A CP (concentração do padrão) é igual a 100mg/dL.

Colocando esses valores na fórmula, encontrou-se como resultado final de 39,9mg/dL e 46,1mg/dL. *** ACRESCENTE COMENTARIO AO RESULTADO.

5.0 DISCUSSÃO

Me ajude por favor !!!

6.0 CONCLUSÃO

Devido aos grandes males que podem provocar níveis altos de glicose e também níveis baixos, devem-se manter esses níveis em padrões desejáveis. Se não pode potencializar risco de hiperglicemia ou hipoglicemia e etc.

. É necessário que se faça exames periódicos para verificar a dosagem desses parâmetros.

É salutar ressaltar que os resultados obtidos com o soro, o qual nos foi fornecido,apresentou-se baixo mais por problemas com o soro utilizado, mas sabendo que devemos manter os níveis referenciados. O farmacêutico se insere no diagnostico laboratorial, observando alguma alteração significativa e alertando ao médico através dos exames. ACRESCENTE ALGO SE TIVER.

7.0 BIBLIOGRAFIA

COX, M.M. NELSON, D.L.; Lehninger: Princípios de Bioquímica. 3ª ed. São Paulo: Editora Sarvier. 2002.

PRATT, C.W. VOET, D.; VOET, J.G.; Fundamentos de Bioquímica. São Paulo: Artmed. 2002.

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA. Apoio diagnóstico. Índice de exames. Disponível em:<http://www.diagnosticosdaamerica.com.br/exames/proteina_totais_fracoes.shtml>. Acesso em: 09 dez. 2007.

MILLER, O. Laboratório para o Clínico. São Paulo: Atheneu. 8ª ed. 1995.

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