Sistemas Pneumáticos Eletropn eumática

Definição:

Multiplose Submúltiplos da unidade Ampère(V):

•Kiloampère(símbolo kA) = 103 A = 1.0 A

aproximadamente6 trilhões e 250

Para uma corrente de 1 A, fluem bilhões de elétrons

Corrente Elétrica -I [A]

Sentido convencional da Corren te

Sentido real da Corrente

Carga

Fonte de Tensão

Inte rrup tor Corrente Elétrica

U = R x I Lei de Ohm

U = 24V I = 3 A

R = 8 Ω

Corren te Corren te

Linhas de campo

Campo Magnético

O efeito magnético é produzido pela passagem de corrente elétrica em um co ndu tor.

•Em cada condutor através do qual flui corrente elétrica, é produzido, ao seu redor um campo magnético. •O sentido da corrente é determinante para o sentido das linhas do campo magnét ico.

•A intensidade da corrente é diretamente proporcional à intensidade do campo magnét ico.

Barra de Ferro

Condutor enrolado Eletro-imã

Bobina

Campo Magnético

Caso o condutor esteja enrolado formando uma bobina, contendo várias espiras, as linhas de campo se alinham num caminho único, apresentando maiorconcentração no interior do solenóide.

•Se for introduzida no interior da bobina uma barra de ferro, esta passará a possuir pólos magnéticos (eletroímã).

!A quantidade de espiras e a intensidade da corrente elétrica sãodiretamente proporcionais à intensidade do campo magnético.

!Para aumenta-se a intensidade do campo magnético são colocados diversos condutores em paralelo, percorridos por uma corrente elétrica.

!Além disso, o material inserido no interior do campo magnético (condutor) é um material classificado com ferromagnético. Este material apresenta como característica a capacidade de amplificação do campo magnético externo, sendo o campo magnético resultante muitas vezes superior ao do campo magnético exte rno.

!Se for introduzido no interior do solenóide um núcleo de material ferromagnético, haverá a concentração e amplificação do campo magnético, sendo esta portanto, a base para construção dos solenóides.

Denomina-se solenóidea um fio enrolado em forma de hélice, com as espiras bem próximas umas das outras, que é percorrido por uma corrente i.

O campo magnético de um solenóide é a soma vetorial dos campos produzidos por cada uma das espiras que o constituem

A extremidade por onde emergem as linhas do campo magnético se comportam como o pólo norte e a outra extremidade, como o pólo sul.

Campo Magnético

"Ao tentar deslocar a barra de ferro dentro da bobina no sentidolongitudinal, surge uma força no sentido contrário, impulsionando novamente a barra para o centro da bobina. "Este fenômeno é utilizado em solenóides, nos quais o núcleo de ferro é mantido fora de centro através da mola. Quando a bobina é energizada, o núcleo de ferro é atraído para o centro da bobina.

Normal Aberto (N A)

Normal Fechado

(NF ) Comu tador

Tipos de Contatos

Contatos Normalmente Aberto ou Fechador

Botão

Elemento de cont ato

Borne

Normalmente Fechado ou Abridor Botão

Elemento de cont ato

Borne

Contatos

Contatos

Comutadores

BotãoElemento de cont ato

Borne

Borne

Sensor de resposta rápida

Sensor de final de curso acionado por rolete Sensor de final de curso acionado por rolete

Tipos de sinais

Representação de um com ando Comando binário

E1 E2 S1

Sensores magnéticos

•Constituem-se basicamente de duas lâminas de contato elétrico no interior de uma ampola preenchida com gás inerte. •Estas lâminas se unem quando colocadas na presença de um campo magnético.

Normalmente são instaladas no lado externo do cilindro, cujo êmbolo é provido de uma cinta magnética.

•Com a aproximação do anel magnético, fecha-se o contato que vai produzir uma corrente elétrica de saída. •Exigem o uso de cilindros não ferromagnéticos, e têm o problema de poderem ser acionados por ruídos eletromagnéticos, sob o risco de acionamento aleatório dos contatos, por exemplo, se instalados próximos a motores, transformadores, solenóides.

Indutivos •No sensor, é gerado um campo magnético alternado de alta freqüência. Ao ser introduzido neste campo um corpo metálico, são produzidas correntes parasitas que absorvem a energia do oscilador. Com isto, a tensão cai, emitindo um sinal de notificação da peça.

Sensor indutivo Sensor indutivo

Cap acitivos

Os sensores capacitivo reagem a todos os materiais.O princípio de funcionamento é a alteração do dielétrico entre as armaduras de um condensador, pela proximidade do material. Podem igualmente detectar líquidos ou granulados; isto significa que estão sujeitos à perturbações tais como, poeiras, cavacos, respingos, etc.

Sensor capacitivo Sensor capacitivo

SENSORES ÓTICOS: Reflexão Difusa

Emissor

Recep to r Emissor

Recep to r

"O receptor reage ao sinal luminoso refletido pela superfície do objeto a detectar.

"São os sensores óticos mais utilizados.

"Faixa de operação: 100 a 400 m "Freqüência: 100 a 400 Hz

Retro Reflexão

Emissor Recep to r

Emissor

Recep to r Esp elh o Esp elh o

O emissor e o receptor são montados juntos. O feixe de luz é refletido de volta ao receptor por uma superfície refletora enquanto não houver nenhum objeto interposto. Uma vez interrompida a reflexão pela presença do objeto a detectar, envia-se o sinal na saída do sensor.

Barreira de Luz

Emissor Emissor ReceptorReceptor

O emissor e o receptor são montados separadamente. O objeto a ser detectado interrompe o feixe de luz enviado ao receptor, produzindo o sinal elétrico na saída do sensor. "Faixa de operação: até 10 m "Freqüência: 50 Hz

Pressostato

Ajuste da pressão por meio de um parafuso Faixa de operação: 1 a 10 bar

Relê O relê é um interruptor acionado eletromagneticamente para determinadas capacidades de ligação.

Ao ser aplicada uma tensão na bobina, circula através desta uma corrente produzindo um campo magnético. Em conseqüência, a armadura é atraída pelo núcleo da bobina. A armadura está ligada mecanicamente a grupos de contatos que abrem ou fecham, quando a armadura entra em contato com o núcleo.

O retorno do núcleo ocorre pela atuação de uma mola.

Relé Relé

Relés Tem porizadores

Bobina Contat o

Atraso na ativação

A1 A2

Elementos de contato retardado: fecha e abre com o retardo

Temporizador com atraso na ligação Temporizador com atraso na ligação

Relés Tem porizadores Atraso na desativação

A1 A2

Bobina

Contat o

Elementos de contato retardado: abre e fecha com o retardo

Temporizador com atraso no desligamento Temporizador com atraso no desligamento

Esquema de funcionamento de sistemas pneumáticos empregando CLP

Esquema de funcionamento de sistemas eletropneumáticos Esquema de funcionamento de sistemas eletropneumáticos

Eletroválvulas

Solenóide s

Eletroválvulas

Eletroválvulas

Y1 Y2

1S 1 1S 2 1S 1

K2 K1

K3 3 K1Y1 K3

Circuitoeletropneumáticosequencial com temporizador com retardo na ligação

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