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FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA Centro de Ensino Técnico e Profissionalizante Quintino

Prof: J. E. Guimarães

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL REPÚBLICA Coordenação de Mecânica

Prof.: J. E. Guimarães 25/07/2005

Com a globalização da economia, a busca da qualidade total em serviços, produtos e

Introdução. gerenciamento ambiental passou a ser a meta de toda as empresas. A manutenção, como todos os órgãos das empresas, assumiu cada vez mais o seu papel de manter cada vez mais o estado de máquinas e equipamentos e prevenir falhas e quebras evitando:

• diminuição ou interrupção da produção

• atrasos nas entregas

• perdas financeiras

• aumento de custos

• defeitos de fabricação

• insatisfação de clientes

• perda de mercado

Os programas de manutenção devem estar estruturados, para que a empresa obtenha os

• etc. maiores resultados, com o mínimo de despesas e cumpra as políticas administrativas ditadas pela direção.

Podemos entender manutenção como o conjunto de cuidados técnicos indispensáveis ao

Conceitos e Objetivos funcionamento regular e permanente de máquinas, equipamentos, ferramentas e instalações. Esses cuidados envolvem a conservação, a adequação, a substituição, a restauração e a prevenção. De um modo geral a manutenção em uma empresa tem como objetivo:

• manter equipamentos e máquinas em condição de pleno funcionamento, para garantir a produção normal e a qualidade dos produtos

• prevenir prováveis falhas ou quebras dos elementos de máquinas.

A manutenção ideal de uma máquina é aquela que permite alta disponibilidade, para a

produção durante todo o tempo em que ela estiver em serviço e a um custo adequado.

A manutenção nasceu da necessidade de se manter máquinas e equipamentos operando,
Inicialmente a manutenção era feita pelo próprio operador da máquina, sempre que ela
Nessa década foi introduzido o conceito de Manutenção Preventiva, que é a busca de

Evolução do Conceito de Manutenção uma vez que é óbvio, que todo sistema produtivo apresenta falhas e quebras, gerando perdas de diversas formas. apresentava falha ou quebra. É o conceito de Manutenção Corretiva. Isso perdurou, em geral, até o início da década de l950. prevenir falhas e quebras para que elas não aconteçam. Permanecia, ainda, uma grande desvinculação administrativa entre manutenção e produção. Na década de 60 criou-se o conceito de manutenção sistêmica, onde as empresas eram vistas como um corpo, com os seus órgãos e entre eles a manutenção operando em conjunto, criando uma harmonia na produção final.

Na década de 80 criou-se o conceito de Qualidade Total levando à Manutenção
No Brasil essas fases iniciais, salvo algumas exceções, chegaram com décadas de atrasos

3 Produtiva Total (TPM). A empresa, agora, é vista como um órgão de um sistema muito maior, que envolve a sociedade, o país e o mundo. A manutenção, como todos os órgãos da empresa, passa a ter responsabilidades maiores para com o meio produtivo e com o ambiente em que a empresa vive. O objetivo global da TPM é a melhoria da estrutura da empresa em termos materiais como máquinas e equipamentos e em termos humanos, aprimorando as capacitações pessoais, envolvendo conhecimentos, habilidades e atitudes dos seus membros. A meta a ser alcançada é o rendimento operacional global. visto nosso desenvolvimento industrial ter-se atrasado em relação ao chamado primeiro mundo porém, as fases finais que se desenvolveram principalmente no Japão, foram vivenciadas, cada vez mais concomitantemente com a sua adoção geral, após seus grandes resultados colhidos em sua origem ou seja, no Japão.

Em termos operacionais a manutenção tende a ser organizada em:

Organização da Manutenção • Manutenção Corretiva

• Manutenção Preventiva

• Manutenção Preditiva

A Manutenção Corretiva é aquela de atendimento imediato á produção, quando a
A Manutenção Corretiva pode ser dividida em Manutenção de Emergência e
A Manutenção de Emergência é aquela em que constatado a falha, o atendimento deve
A Manutenção Programada se faz, registrando as falhas dos equipamentos e
O procedimento normal para uma solicitação de um serviço de emergência é a emissão

Manutenção Corretiva. máquina ou equipamento apresenta defeito ou falha (defeito - ocorrência nos equipamentos que não impedem seu funcionamento mas que podem a curto ou longo prazo acarretar sua indisponibilidade. falha – ocorrência nos equipamentos que impedem seu funcionamento). Manutenção Programada. ser feito, para recolocar o equipamento em funcionamento normal. programando-se um momento mais oportuno, para a intervenção do pessoal de manutenção, para reparar esses defeitos, recolocando o equipamento em funcionamento adequado. de uma Ordem de Serviço (OS), onde o solicitante, normalmente o responsável pela produção, informa a falha ocorrida e a prioridade necessária no atendimento. Essa prioridade é adotada em cada empresa, com seus códigos normalizados pela administração da manutenção. Em nosso estudo apresentamos uma lista de prioridades muito utilizada:

Prioridade 1 – Emergência – Manutenção que deve ser feita imediatamente após detectada sua necessidade.

Prioridade 2 – Urgência – Manutenção que deve ser feita o mais breve possível, não ultrapassando 24 horas, após detectada sua necessidade.

Prioridade 3 – Necessária – Manutenção que pode ser adiada por alguns dias, orem sua execução não deve ultrapassar uma semana.

Prioridade 4 – Desejável – Manutenção que pode ser adiada por algumas semanas mas que não pode ser omitida.

Um dos grandes problemas que tem a administração da manutenção é conseguir que o
A Ordem Serviço além de indicar o tipo de reparo solicitado, a prioridade e outros dados,
Os Centros de Custo são distribuídos de acordo com a necessidade de se apurar mais ou
Na Ordem de Serviço lança-se os materiais utilizados no reparo, que através do
Em um controle de manutenção realizado por computador, o que é feito na maioria das

Prioridade 5 – Prorrogável – Manutenção que pode ser adiada até que possa ser executada. solicitante dos serviços, determine devidamente a prioridade necessária, sem exageros, para que o atendimento possa se efetuar harmoniosamente. Na prática o que se verifica é que o solicitante do serviço, tende a solicitar sempre prioridade de emergência, no intuito de ter vantagem no atendimento. Fica assim, a programação dos serviços de manutenção, como responsável por determinar as prioridades através do seu conhecimento das necessidades da produção. Isso acaba por desarmonizar as relações entre Manutenção e Produção gerando equívocos, que seriam evitados, se as prioridades fossem bem respeitadas. informa o Centro de Custo do equipamento ou posto de trabalho, solicitante da intervenção. O Centro de Custo tem a finalidade de alocar as despesas feitas no reparo. Isso é importante para que a administração tenha conhecimento do custo de manutenção, realizado em cada máquina, equipamento ou conjunto de equipamentos. menos detalhados os custos de manutenção. Conhecer esses custos leva a tomadas de decisão administrativas diversas tais como; aumentar ou diminuir a atuação da manutenção preventiva ou preditiva, fazer um grande reparo ou substituir o equipamento. almoxarifado são lançados no centro de custo indicado, são lançados a hora de início e finalização do serviço e que são utilizadas para controle de mão de obra de manutenção, tanto com relação a ocupação dos homens, como também é uma forma de se calcular eficiência de mão de obra da manutenção. empresas, fica fácil realizar todos os controles desejados, sejam custos, sejam eficiência de mão de obra ou de serviços, sejam históricos que mais tarde servirão de base para realização de Manutenção Preditiva.

Exemplo de uma Ordem de Serviço de Manutenção

ORDEM DE SERVIÇO Nº Prioridade Data Centro de Custo

Equipamento Nº de Patrimônio Descrição dos serviços

Materiais utilizados Códigos do Almoxarifado

Nomes dos atendentes Início do serviçoFim do serviço
Em qualquer empresa, sempre existem uma quantidade de OS, que por diversas razões,
A esse conjunto de Ordens de Serviço, estima-se um tempo, normalmente dias, que se

Back Log seja por falta de mão de obra, seja por falta de material, seja por excesso de emissão, não puderam ainda ser executadas. levaria para que todas essas O S fossem atendidas, caso não entrasse nenhuma nova OS. A esse número de dias, dá-se o nome de Back Log. Normalmente a cada semana se computa esse número, para efeito de controle.

back log
30
20
10
0 1 2 3 4 5 6 semanas
O controle do Back Log nos indica, entre outras, que temos necessidade de contratação

de mão de obra de manutenção, ou a temos em excesso em algum período, que temos necessidade de agilizar as compras de materiais de manutenção, ou que devemos ter um melhor almoxarifado de peças de reposição, que os emissores de ordens de serviço devem ser melhor treinados na emissão dessas ordens, que precisamos melhorar a manutenção preventiva, que a eficiência de mão de obra e/ou serviços da manutenção deve ser melhorados, etc.

A tendência dos custos em manutenção corretiva, em uma empresa, pode ser indicado

6 pelo gráfico abaixo:

custo
tempo
Como vemos, a tendência dos custos de manutenção de um equipamento, é crescer com o

tempo. A velocidade desse crescimento é função, entre outras, da forma de utilização do equipamento, bem como da manutenção preventiva que nele se faz.

A Manutenção Preventiva tem como finalidade, a realização de tarefas que prolonguem a

Manutenção Preventiva vida de máquinas e equipamentos, prevenindo quebras e procurando observar o equipamento com diversos métodos de medições e análise, que levem a programação de manutenção corretiva, antes que o equipamento falhe. A manutenção preventiva trabalha com inspeções periódicas, de maneira a prevenir falhas e mesmo prolongando a vida de componentes que muitas vezes, por recomendações de históricos anteriores, deveriam ser trocadas, mas que através análises diversas, constata-se a sua integridade, ganhando uma sobrevida. Na manutenção preventiva, normalmente, se inclui a lubrificação que, a priore, teria caráter de manutenção preditiva, mas que, através de acompanhamentos normalizados pela manutenção preventiva, pode-se prolongar a vida do lubrificante, diminuindo custos.

Os principais objetivos das empresas são normalmente redução de custos, melhorar a
Um Programa de Manutenção Preventiva bem elaborado embora, inicialmente, agregue

Objetivos qualidade dos produtos, aumento de produção, preservação do meio ambiente, aumento da vida útil das máquinas e equipamentos e redução dos acidentes de trabalho. custos, contribui imensamente para alcançar esses objetivos.

Para se montar um Programa de Manutenção Preventiva deve-se inicialmente:

Programa de Manutenção Preventiva a) Decidir qual o tipo de máquina ou equipamento que deverá ser incluído no programa, de acordo com a sua importância, do ponto de vista da Manutenção e da Operação. b) Efetuar o levantamento e posterior cadastramento, de todos os equipamentos que serão incluídos no Programa. c) Levantar o histórico desses equipamentos. d) Elaborar manuais de procedimentos para manutenção preventiva, indicando as periodicidades das inspeções e/ou intervenções. e) Prever materiais e recursos humanos, envolvidos no programa. f) Preparar um Plano Mestre de inspeções. O plano mestre mais usual é aquele que tem como unidade de controle a semana, uma vez que o ano tem exatamente 52 semanas. Uma vez preparado, ele tem vida infinita, não importando o dia mês ou ano em que se esteja. Como o computador é hoje um equipamento relativamente barato, torna-se inviável um plano manual, que tem grandes dificuldades de execução. g) Treinar o pessoal da equipe de manutenção.

Como foi dito anteriormente, o ano tem exatamente 52 semanas. Procura-se, enquadrar as
Evita-se programar serviços com periodicidade maior que 52 semanas (1 ano), pois não
Cada uma dessas programações de inspeções, são acompanhadas de uma ficha de
Existem equipamentos, cujo funcionamento está mais relacionado com outros tipos de

Plano Mestre de Manutenção Preventiva inspeções ou outras atividades de manutenção preventiva, em número de semanas, exemplos: a) Inspeção do funcionamento das válvulas de um compressor estacionário – periodicidade – semanal b) Inspeção dos rolamentos uma bomba dagua quanto a ruídos e vibração – 4 semanas (1 mês). c) Inspeção dos anéis de compressão do compressor estacionário – 24 semanas (6 meses). se pode rodar esse programa automaticamente, requerendo um plano auxiliar. orientação, que indica claramente, o que fazer, como fazer e como anotar as irregularidades encontradas. periodicidade de controle, pois têm seu funcionamento irregular, tornando-se difícil o controle, com o auxilio da unidade semana. Poe exemplo, os veículos automotores, têm seu desgaste determinado por kilometragem rodada, ou muitas vezes os compressores de ar, são controlados por horímetros, que marcam “realmente” as horas de funcionamento. Nesses casos, torna-se necessário fazer um plano paralelo de Manutenção Preventiva, sempre que a quantidade desses equipamentos for considerável.

Com esse Plano Mestre em um computador, basta que o operador desse solicite os

serviços daquela semana, que o computador fornece as fichas previamente elaboradas, das Instruções de Manutenção Preventiva, que são encaminhadas ao responsável por sua execução. Nessas fichas são anotadas todas a irregularidades, que forem constatadas, que gerarão Ordens de Serviço, para a devida correção. Essas anotações deverão também alimentar um histórico no

O Plano de Lubrificação segue o mesmo padrão do plano de inspeções, orientando onde

computador, que servirá para orientar modificações nos planos de Manutenção Preventiva, ou para orientar planos de Manutenção Preditiva. lubrificar, o tipo de lubrificante e a sua quantidade, quando for somente troca. Quando a quantidade de lubrificante for grande o suficiente, que justifique uma análise de verificação da qualidade desse lubrificante, a ficha deve orientar a retirada de amostras, para análise.

Exemplo de um Plano Mestre de Manutenção Preventiva

Planejamento de Manutenção Preventiva da Metalúrgica Santa Bárbara semanas

034568
100028
103400MP
Exemplo de uma Instrução de Manutenção Preventiva

Equipamento Bomba Hidráulica Anti-incêndio Nº de Patrimônio 212 0 411 002 Periodicidade Mensal

1 Verificar vibração dos rolamentosM 0032

Nº Serviço Código de Instrução Obs 2 Lubrificar os mancais L 0001 3 Reapertar os mancais M 0341

10 Verificar o alinhamento motor/bomba M 0400 1 Reapertar gaxetas M 0422

12 Verificar estado do sistema elétrico E 02

Anotações de irregularidades 1 2

. Lubrificação.

Quando um corpo qualquer, sólido, líquido ou gasoso, move-se sobre uma superfície de
Podemos dividir o atrito em:
No atrito sólido, as reentrâncias (rugosidades) tendem a se interferir, necessitando-se
No atrito fluido, o deslocamento se verifica entre as moléculas do fluido e, se esse fluido

Atrito um outro, origina-se uma resistência a esse deslocamento, que pode ser representado por uma força, tangente às superfícies em contato, que denominamos atrito. atrito sólido – que é o deslizamento entre duas superfícies sólidas atrito fluido – que é o deslocamento entre “duas superfícies fluídicas grandes forças para romper essa tendência de se ajustarem entre si, gerando calor e conseqüentemente, soldagem entre as duas superfícies. Com isso, aumenta-se cada vez mais a dificuldade de deslocamento. está colocado entre duas superfícies sólidas, o fluido preenche as reentrâncias, evitando o contato sólido, e o deslocamento se dá entre as superfícies fluídicas.

Lubrificação Fluida.

É aquela em que existe entre as superfícies sólidas, uma película de lubrificante, maior que a soma das alturas das rugosidades dessas superfícies. Por isso, quando as cargas sobre as superfícies aumentam, necessita-se manter a todo custo essa espessura de película, gerando assim, a busca de lubrificantes cada vez mais eficazes. Normalmente, nas partidas das máquinas, as superfícies sólidas estão, praticamente, em contato, sem a condição ideal da lubrificação fluida. È nesse momento que o lubrificante precisa ter maior resistência de película e onde se procura, com pesquisas, encontrar soluções para evitar o desgaste, gerado por essa condição. Com o movimento, o arraste do lubrificante aderido á superfície sólida, passa a preencher cada vez mais as reentrâncias, conseguindo-se a condição ideal. É interessante notar que quanto maior a velocidade, mais espessa será a camada de lubrificante entre as duas superfícies. É devido a isso que, quanto maior a velocidade, menor viscosidade se exige do lubrificante. No caso de um mancal, podemos ver nas figuras abaixo, como se verifica essa distribuição de película lubrificante, de acordo com a rotação, bem como a distribuição da pressão sobre a película do lubrificante.

Os lubrificantes podem ser: sólidos, pastosos, líquidos ou gasosos.
Os lubrificantes sólidos mais usuais são:

Tipos de Lubrificantes. Os lubrificantes sólidos, devido a diversos fatores como, dificuldade de aplicação, entre outros, raramente, são utilizados, sem que participem em misturas, com outros pastosos, líquidos ou gasosos. Normalmente são utilizados como aditivos, melhorando características desses. 1) sólidos lamelares - dissulfeto de molibdênio, dissulfeto de tungstênio, grafite, dissulfeto de tântalo, fluoreto de cálcio, mica, talco. 2) Polímeros – polifluoretileno, politetrafluorcloroetileno (útil em temperaturas criogênicas), politetrafluoretileno, nylon, acetal, poliuretano

Os lubrificantes pastosos são as graxas, composições betuminosas, sebo animal, etc.
Lubrificantes líquidos:

1) óleos minerais 2) óleos graxos 3) óleos compostos 4) óleos sintéticos

Lubrificantes gasosos. São utilizados em casos especiais, em locais onde não é possível as aplicações, dos lubrificantes convencionais. Podem ser utilizados: o ar, o nitrogênio, o hélio ou gases halogenados.

Os lubrificantes mais usuais são os lubrificantes líquidos. Entre os lubrificantes líquidos

Lubrificantes Líquidos. os mais utilizados são os óleos minerais, em razão do seu desempenho em relação a seu custo.

Óleos Minerais
Os óleos minerais são obtidos a partir do petróleo (óleo de pedra). Supõe-se que o
Refinado o petróleo, temos como subprodutos os gases de petróleo (GLP), nafta,
Dependendo de sua origem podemos ter, basicamente, dois tipos de petróleo; os
A partir dessas características parte-se, para a preparação dos óleos lubrificantes.

petróleo foi gerado a partir de restos de animais, que viveram a milhões de anos sobre a Terra. gasolina, querosene, óleo diesel, óleos lubrificantes, óleos combustíveis, asfalto e o coque de petróleo. naftênicos e os parafínicos, que nos darão subprodutos específicos. O petróleo parafínico, normalmente, é o de melhor qualidade se pensamos em óleos lubrificantes mas, também os óleos naftênicos têm características, que muitas vezes são desejados. Óleos Parafínicos; Alto ponto de fluidez, alto índice de viscosidade, boa resistência à oxidação, menor oleosidade, menor resíduo de carbono, dificilmente emulcionável. Óleos Naftênicos: Baixo ponto de fluidez, baixo índice de viscosidade, menor resistência à oxidação, maior oleosidade, maior resíduo de carbono, facilmente emulcionável. Normalmente, esses óleos retirados do fracionamento do petróleo, são chamados de “óleos básicos” porque, raramente, se utilizam esses óleos sem uma grande aditivação. Esses aditivos, normalmente, são os lubrificantes sólidos e/ou os óleos graxos.

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