Arquitetura de Banco de Dados

Arquitetura de Banco de Dados

ARQUITETURA DE B.D.

  • SGBD – MONOLÍTICOS

    • SOFTWARE DO SGDBs É UM SISTEMA INTEGRADO.
  • SGBD – MODULAR.

    • ARQUITETURA CLIENTE - SERVIDOR

ARQUITETURA DE B.D.

  • ARQUITETURA CLIENTE / SERVIDOR.

    • MÓDULO CLIENTE
      • WORKSTATION / PC.
      • PROGRAMAS DE APLICAÇÃO E INTERFACES DO USUÁRIO ACESSAM O BD.
      • INTERAÇÃO COM O USUÁRIO.
      • INTERFACE AMIGAVÉL.

ARQUITETURA DE B.D.

  • ARQUITETURA CLIENTE / SERVIDOR.

    • MÓDULO SERVIDOR.
      • ONDE REALMENTE ESTA ARMAZENADO O BD.
      • TRATA DO ARMAZENAMENTO DOS DADOS.
      • CONTROLE DE ACESSO.
      • PESQUISAS DE DADOS.

ARQUITETURA DE B.D.

  • BANCO DE DADOS

    • NÍVEL DE ABSTRAÇÃO DE DADOS.
    • OCULTA DETALHES DE ARMAZENAMENTO.
    • DADOS RELACIONADOS.
    • USUÁRIO NÃO TRATA AS ESTRUTURAS DE ARMAZENAMENTO.

ARQUITETURA DE B.D.

  • MODELO DE DADOS.

    • CONCEITOS QUE DESCREVE AS ESTRUTURAS DO B.D.
    • MEIOS PARA ALCANÇAR A ABSTRAÇÃO.
    • ESTRUTURA DE B.D. SÃO OS TIPOS DE DADOS, RELACIONAMENTOS E RESTRIÇÕES QUE DEVEM EXISTIR NOS DADOS

ARQUITETURA DE B.D.

  • ESQUEMAS E INSTÂNCIAS.

    • ESQUEMAS
      • É A DESCRIÇÃO DE UM BANCO DE DADOS.
      • ESPECIFICADO DURANTE O PROJETO DO BD.
    • INSTÂNCIAS
      • SÃO OS DADOS PARA O BANCO DE DADOS PARA UM DETERMINADO INSTANTE.
      • TODA VEZ QUE HÁ UMA ALTERAÇÃO NO BD. DIZEMOS QUE A SUA INSTÂNCIA FOI ALTERADA.

ARQUITETURA DE B.D.

  • ARQUITETURA DO SGBD.

    • ARQUITETURA DE TRÊS ESQUEMAS.
      • NÍVEL INTERNO
      • NÍVEL CONCEITUAL
      • NÍVEL EXTERNO.

ARQUITETURA DE B.D.

  • ARQUITETURA DO SGBD.

    • ARQUITETURA DE TRÊS ESQUEMAS.
      • NÍVEL INTERNO
        • DESCREVE AS ESTUTURAS FÍSICAS DO BD.
        • DESCREVE OS DETALHES SOBRE O ARMAZENAMENTO DOS DADOS.
        • DESCREVE OS CAMINHOS DE ACESSO AO BANCO DE DADOS

ARQUITETURA DE B.D.

  • ARQUITETURA DO SGBD.

    • ARQUITETURA DE TRÊS ESQUEMAS.
      • NÍVEL CONCEITUAL.
        • DESCREVE A ESTUTURA DE BANCO DE DADOS PARA UMA COMUNIDADE DE USUÁRIOS.
        • ESCONDE OS DETALHES DAS ESTRUTURAS DE ARMAZENAMENTO FÍSICO.
        • CONCENTRA-SE NA DESCRIÇÃO DAS ENTIDADES, TIPOS DE DADOS, RELACIONAMENTOS E OPERAÇÕES DOS USUÁRIOS

ARQUITETURA DE B.D.

  • ARQUITETURA DO SGBD.

    • ARQUITETURA DE TRÊS ESQUEMAS.
      • NÍVEL EXTERNO.
        • PARA UM DETERMINADO GRUPO DE USUÁRIO O ESQUEMA EXTERNO DESCREVE UMA PARTE DO BANCO DE DADOS A QUAL ESTE GRUPO ESTEJA INTERESSADO, OCULTANDO A OUTRA PARTE.

ARQUITETURA DE B.D.

ARQUITETURA DE B.D.

  • INDEPENDÊNCIA DE DADOS

    • É A CAPACIDADE DE ALTERAR O ESQUEMA EM UM NÍVEL DE UM SISTEMA DE BD SEM TER QUE ALTERAR O ESQUEMA NO PRÓXIMO NÍVEL MAIS ELEVADO.

ARQUITETURA DE B.D.

  • INDEPENDÊNCIA DE DADOS

    • INDEPENDÊNCIA LÓGICA DE DADOS.
      • CAPACIDADE DE ALTERAR O ESQUEMA CONCEITUAL SEM TER DE ALTERAR O ESQUEMA EXTERNO.
      • USADO PARA EXPANDIR OU REDUZIR O BD.
      • EX: ADICIONANDO / REMOVENDO UM TIPO DE REGISTRO OU UM ITEM DE DADO.

ARQUITETURA DE B.D.

  • INDEPENDÊNCIA DE DADOS

    • INDEPENDÊNCIA FÍSICA DE DADOS.
      • CAPACIDADE DE ALTERAR O ESQUEMA INTERNO SEM TER DE ALTERAR OS ESQUEMAS CONCEITUAIS.
      • SÃO NECESSÁRIAS DEVIDO AO FATO DE ALGUNS ARQUIVOS TEREM DE SER REORGANIZADOS.
      • EX: AO CRIARMOS UMA ESTRUTURA DE ACESSO ADCIONAL PARA MELHORAR O DESEMPENHO.

ARQUITETURA DE B.D.

  • LINGUAGEM DO SGBD

    • DDL  LINGUAGEM DE DEFINIÇÃO DE DADOS.
      • UTILIZADA PELO PROJETISTA E DBA’s PARA A DEFINIÇÃO DAS ESTRUTURAS DE ARMAZENAMENTO DOS DADOS.
      • EX: CREATE
          • DROP.
          • ALTER.

ARQUITETURA DE B.D.

  • LINGUAGEM DO SGBD

    • DML  LINGUAGEM DE MANIPULAÇÃO DE DADOS.
      • UMA VEZ O BD CRIADO DEVERÁ SER POPULADO.
      • PERMITE AO USUÁRIO UMA MANIPULAÇÃO DOS DADOS ARMAZENADOS.
      • RECUPERAÇÃO, INCLUSÃO, EXCLUSÃO E MODIFICAÇÃO DOS DADOS.

ARQUITETURA DE B.D.

  • INTERFACES DO SGDB

    • MENUS
      • LISTAS DE OPÇÕES.
      • ELIMINAM A NECESSIDADE DE ESTAR MEMORIZANDO COMANDOS.
      • A CONSULTA É FEITA PASSO A PASSO.
      • VEM SE TORNANDO UMA TÉCNICA MUITO POPULAR, PARA USUÁRIOS QUE UTILIZAM AS TÉCNICAS BASEADAS EM JANELAS.

ARQUITETURA DE B.D.

    • INTERFACES BASEADA EM FORMULÁRIOS
      • USUÁRIOS LEIGOS.
      • TRANSAÇÕES PREVIAMENTE DEFINIDAS (ENLATADAS)
      • USUÁRIO INSERI OS DADOS ATRAVÉS DE FORMULÁRIOS JÁ DEFINIDOS.
      • SGBD JÁ POSSUEM UMA LINGUAGEM DE ESPECIFICAÇÃO DOS FORMULÁRIOS.

ARQUITETURA DE B.D.

    • INTERFACES GRÁFICAS.
      • EXIBE UM ESQUEMA NA FORMA DE UM DIAGRAMA.
      • O USUÁRIO MANIPULA UM DIAGRAMA E ESTIPULA QUAL A CONSULTA DESEJADA.
      • MUITOS CASOS UTILIZAM MENUS E FORMULARIOS.
      • UTILIZAÇÃO DO MOUSE.

ARQUITETURA DE B.D.

    • INTERFACES PARA USUÁRIOS LEIGOS.
      • REALIZAM OPERAÇÕES QUE PRECISAM OCORRER DE MANEIRA REPETITIVA.
      • COMANDOS SUCINTOS.
      • MINIMIZAR O ACESSO A TECLAS
      • EX: ATENDENTE DE BANCO, BALCONISTAS.

ARQUITETURA DE B.D.

    • INTERFACES PARA O DBA.
      • PERMITE UM CONJUNTO DE COMANDOS CAPAZ DE:
        • CRIAR CONTAS.
        • AJUSTAR PARAMETROS.
        • CONCEDER AUTORIZAÇÕS.
        • MODIFICAR UM ESQUEMA.
        • REORGANIZAR AS ESTRUTURAS DE ARMAZENAMENTO.

ARQUITETURA DE B.D.

  • UTILITÁRIOS DO SISTEMA DE B.D.

    • CARGA
      • UTILIZADO PARA CARREGAR OS ARQUIVOS DE DADOS EXISTENTES.
      • TRANFERÊNCIA DE DADOS DE UM SGBD ESTA SE TORNANDO COMUM.
      • PRODUTOS JÁ VEM COM OS PROGRAMAS DE CARGA APROPRIADO PARA FAZER AS CONVERSÕES.

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  • UTILITÁRIOS DO SISTEMA DE B.D.

    • CÓPIA ( BACKUP )
      • CRIA UMA CÓPIA DE SEGURANÇA DO BD.
      • TRANSFERINDO TODO O BD PARA UM OUTRO DISPOSITIVO DE ARMAZENAMENTO.
      • RESTAURA O BD NO CASO DE FALHA.
      • CÓPIAS INCREMENTAL ( GRAVA SOMENTE OS DADOS QUE FORAM ALTERADOS DEPOIS DA ULTIMA CÓPIA ) – COMPLEXA E ECONOMIZA ESPAÇO

ARQUITETURA DE B.D.

  • UTILITÁRIOS DO SISTEMA DE B.D.

    • REOGARNIZAÇÃO DE ARQUIVOS.
      • REORGANIZA UM ARQUIVO DE BANCO DE DADOS DE UMA FORMA DIFERENTE.
      • MELHORA O DESEMPENHO DO BD
      • AUMENTANDO A SUA PERFORMACE

ARQUITETURA DE B.D.

  • UTILITÁRIOS DO SISTEMA DE B.D.

    • MONITORAMENTO DE DESEMPENHO.
      • MONITORA O USO DO BD.
      • FORNECE ESTATÍSTICAS PARA O DBA.
      • ATRAVÉS DOS DADOS ESTATÍSTICOS O DBA PODE TOMAR ALGUMAS DESIÇÕES PARA MELHORAR A PERFORMACE DO BD.

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  • CLASSIFICAÇÃO DE SGBD.

    • MODELO DE DADOS.
      • RELACIONAL
      • OBJETOS
      • HIERÁRQUICO
      • REDE
    • NÚMERO DE USUÁRIOS.
      • SISTEMAS MONOUSUÁRIOS.
      • SISTEMAS MULTIUSUÁRIOS.

ARQUITETURA DE B.D.

  • CLASSIFICAÇÃO DE SGBD

    • DISTRIBUIÇÃO DA BASE DE DADOS.
      • CENTRALIZADO.
      • DISTRIBUÍDO ( SGBDD ).
        • HOMOGÊNIOS => UTILIZAM O MESMO SOFTWARE.
        • HETEROGÊNIOS => UTILIZAM DIFERENTES SOFTWARES. ( SGBD FEDERADOS ).

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  • EXERCÍCIOS.

    • DEFINA:MODELO DE DADOS,ESQUEMA DE DADOS, INSTÂNCIA DE BD., ARQUITETURA DE TRÊS ESQUEMAS, LINGUAGEM DDL E DML, .
    • FALE SOBRE OS UTILITÁRIOS DE SISTEMAS DE BANCO DE DADOS.
    • COMO FUNCIONA A CLASSIFICAÇÃO DE UM SGBD.
    • QUAL A DIFERENÇA ENTRE A INDEPENDÊNCIA FÍSICA PARA A INDEPENDÊNCIA LÓGICA.

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