nocoes basicas linux desktop

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(Parte 1 de 5)

NOÇÕES BÁSICAS DE LINUX DESKTOP

(MODOS GRÁFICO E TEXTO)

Josué da Silva Soares

Fevereiro/2008

Índice

Introdução

03

Software Livre

04

O Projeto GNU

05

O GNU/Linux

06

Distribuições Linux

07

Linux – Procedimento de Instalação

08

Interfaces Gráficas

10

Exemplos de Interfaces Gráficas

11

Linux Modo Gráfico

12

Login

12

Visão Geral do Gnome

12

Painéis

12

Criando Painéis

13

Removendo Paineis

13

Escondendo Painéis

13

Adicionando Objetos ao Painel

14

Menus

14

Gerenciador de Arquivos Nautilus

16

Arquivos Compactados

18

Mídias Removíveis

19

Formatação de Disquetes

20

Compartilhamento de Sessão

21

Configuração

22

Linux Modo Texto

24

Gerenciamento de Arquivos e Diretórios

24

Listagem de Arquivos

24

Criação e Remoção de Diretórios

24

Cópia de Arquivos e Diretórios

25

Movimentação e Renomeação de Arquivos e Diretórios

25

Criação e Remoção de Arquivos

25

Comandos de Uso Geral

25

Estrutura de Diretórios

26

Permissões

26

Trocando Permissões

27

Alterando o Dono e Grupo

29

Administração de Usuários e Grupos

29

Criação e Remoção de Usuários

29

Senhas dos Usuários

30

Criação e Remoção de Grupos

30

Inserção e Remoção de Usuários em Grupos

30

Editor de Textos vi

31

Referências e Licenciamento

36

INTRODUÇÃO

É de conhecimento de todos que as mudanças de tecnologia ocorrem de maneira muito acelerada, e o profissional da área de informática é um dos que mais necessita estar atualizado a todo instante. Dentre as tecnologias que tiveram muito avanço e atualmente apresenta-se como alternativa viável é a tecnologia de Software Livre.

O Software Livre que até algum tempo tinha seu uso restrito a “hackers”, vem ganhando cada vez mais espaço nas empresas e no governo, isto porque os gastos com licenciamento de software atingem cifras exorbitantes ano após ano. Além disso a qualidade de muitos Softwares Livres é hoje igual ou superior aos softwares comerciais.

Diversas empresas vem sistemática e progressivamente adotando soluções baseadas em softwares livre. O sistema operacional GNU/Linux já é utilizado em mais de 60% das empresas brasileiras, exemplos: Varig, Embrapa, Petrobrás, Carrefour, Pão de Açúcar, Casas Bahia dentre outras.

O Governo Federal possui diversas diretrizes que disciplinam a implementação de software livre onde a primeira delas é:

Priorizar soluções, programas e serviços baseados em software livre que promovam a otimização de recursos e investimentos em tecnologia da informação.”

Esta e outras diretrizes deixam claro que o governo brasileiro a exemplo de outros países como: França, Argentina, Alemanha, Espanha, China, México, está cada vez mais interessado em desenvolver no Brasil uma cultura de software onde o país passará de mero consumidor de programas, a exportador de tecnologia tendo o software livre como um dos seus principais aliados.

Há diversos indicadores mundiais que apontam para o crescimento e confiança em sistemas livres, sendo assim, é necessário que todo bom profissional da área de informática esteja preparado para participar deste grande movimento mundial, que está mudando completamente a “sociedade da informação”.

SOFTWARE LIVRE

Um software livre é parecido com qualquer outro programa de computador, ou seja, um conjunto de instruções escrito em uma linguagem de programação (C, C++, Java, Pascal, etc) para que o computador torne-se útil, informando a ele como deve ser executada uma determinada tarefa, tais como: a edição de textos, a compactação de arquivos, a leitura de mensagens eletrônicas (e-mails), o controle de hardware, etc.

A diferença básica entre software livre e um software não-livre, é que o conjunto de instruções, isto é o código-fonte de um software livre sempre está disponível para entre outras coisas o estudo e a cópia. Estes direitos são concedidos pelo autor e repassados a diante. Uma outra característica marcante do software livre é que o mesmo pode ser conseguido sem que necessariamente tenha que se pagar por ele.

A liberdade de uso de um software é portanto fator determinante para enquadrá-lo em uma das formas de licenciamento que se tem conhecimento, onde as mais conhecidas são:

  • Comercial: é todo programa desenvolvido geralmente por uma empresa com o intuito de gerar lucros à empresa e seus associados através da venda do software. Neste tipo de licenciamento, o código-fonte do programa não é liberado para o comprador, portanto ninguém pode modificá-lo. A cópia deste tipo de software é terminantemente proibida. Exemplos: Photoshop, Microsoft Office.

  • Shareware: refere-se ao software disponibilizado ao usuário para que o mesmo possa experimentá-lo por algum tempo, expirado o prazo de demonstração o interessado deve pagar pelo programa para que possa continuar usando. Semelhantemente ao software comercial, a cópia não é permitida. Exemplos: WinZip.

  • Freeware: programas do tipo freeware são aqueles que podem ser utilizados sem que seja preciso comprá-lo e/ou registrá-lo, a cópia é permitida porém o código-fonte não é aberto e sua utilização na maioria dos casos é restrita. Exemplos: Internet Explorer, AVG Personal Edition.

  • Software Livre: é o programa onde há liberdade de uso e cópia, e cujo código-fonte é liberado para modificações. Pagar ou não pelo software livre é opcional. Exemplos: OpenOffice.org, GNU/Linux.

O termo livre da nomenclatura software livre não tem nada haver com preço, isto é comumente confundido pois o termo original em inglês é Free Software. Free neste contexto diz respeito a liberdade, não de graça. Liberdade para que todo usuário possa:

0. Executar o programa para qualquer propósito;

  1. Estudar o programa tendo acesso ao código-fonte;

  2. Fazer alterações no código-fonte do programa;

  3. Redistribuir o programa para quem interessar.

    O PROJETO GNU

No princípio da informática, como se conhece hoje, os programas de computador não eram comercializados, os programadores tinham por hábito compartilhar os seus código-fontes. Porém com a popularização do uso de microcomputadores surgiram as indústrias de softwares, que adotaram como modelo de negócio a não divulgação do código de seus programas. Obrigando os usuários a além de comprarem o hardware, gastarem com a aquisição do direito de uso dos programas.

Isto permaneceu assim até que na década de 80 um daqueles programadores acostumados a dividir o código-fonte de seus programas, decidiu criar o movimento do Software Livre com a fundação do Projeto GNU. Este projeto teve como objetivo inicial criar um sistema operacional totalmente livre, onde as pessoas teriam a liberdade de usá-lo como bem entendessem, distribuí-lo como e para quem quisessem, modificá-lo se acharem necessário e até vendê-lo. A única coisa que não poderiam fazer era fechar o programa para que outros não tivessem acesso ao seu código-fonte.

O Projeto GNU consolidou os ideais de liberdade dando origem a licença GNU GPL (GNU General Public Licence). A GPL além de garantir liberdades impõe obrigações a qualquer pessoa que efetue mudanças no programa, que são:

  • O programa derivado deve ser distribuído junto com o código-fonte;

  • Deve existir um aviso, em destaque, em cada arquivo modificado, de que os dados originais foram alterados;

  • Deve existir um aviso de que o trabalho distribuído deriva total ou parcialmente do programa original;

  • O(s) autor(es) do programa original devem ser citados;

Desta maneira todo o software licenciado pela GPL é livre, e portanto pode ser utilizado sem restrições. Assim o software permanece livre para sempre, pois o software livre não tem um dono, ele possui um ou vários autores, e nem esses autores podem limitar as liberdades concedidas pela GPL.

Existem outras licenças de Software Livre tais como o BSD Copyright. Cada licença tem características próprias sendo umas mais ou menos restritivas que as outras, permitindo dentre outras coisas, que parte de um software livre possa ser usado em um software comercial.

Independente de qual licença o software esteja licenciado, o importante é lembrar que enquanto as quatro liberdades fundamentais existirem o software sempre será considerado um software livre.

O GNU/LINUX

O Linux é o núcleo do sistema operacional escrito pelo estudante de ciência da computação o finlandês Linus Torvalds em 1991. O sistema foi desenvolvido tendo como base o sistema operacional Minix, criado por Andrew Tanenbaum. Como o Minix foi baseado em um outro sistema operacional desenvolvido no início da década de 60 o UNIX, daí a origem do nome: LINUX = LINUS + UNIX.

É um sistema operacional de código aberto distribuído de forma gratuita, isto porque o código-fonte do sistema está sob a licença GPL e dentro do aviso de copyright escrito por Linus, há informações detalhadas que garantem que nem o próprio Linus tem poderes para fechar o sistema para uso exclusivamente comercial.

O Linux por ser um sistema com mais de dez anos de desenvolvimento, e sendo oriundo de um outro com mais de trinta anos de criação, possui algumas características que só podem ser encontradas nele próprio. Algumas das características mais importantes são:

  • Passa por mudanças constantes e muito rápidas, isto porque o software é livre, isto é aberto para melhorias;

  • Pode ser instalado em computadores em conjunto com outros sistemas operacionais sem que hajam conflitos ou qualquer tipo de incompatibilidade;

  • O sistema é multitarefa;

  • O sistema é multiprocessável;

  • Possui suporte a nomes extensos (até 255 caracteres);

  • Não há necessidade de reiniciar a máquina a cada modificação de configuração;

  • Não é necessário pagar para usá-lo;

  • Não é necessário uma máquina muito potente para poder instalá-lo;

  • Acessa diversos tipos de sistemas de arquivos;

  • Até o momento não existem vírus para Linux;

  • Suporte aos mais variados tipos de dispositivos (infravermelho, plug-and-play, usb, fireware);

  • Pode ser usado tanto como uma estação de trabalho quanto como um servidor de arquivos, web, proxy, etc.;

O Linux também é conhecido como GNU/Linux, isto por que enquanto Linus Torvalds estava desenvolvendo o kernel (núcleo) do sistema operacional, Richard Stallman do projeto Gnu estava escrevendo um sistema operacional começando pelos outros componentes, como editores de texto, compiladores de programas. Como um sistema operacional sozinho não serve pra muita coisa, houve então uma união entre os dois trabalhos dando origem ao sistema operacional GNU/Linux, popularmente conhecido como Linux.

DISTRIBUIÇÕES LINUX

Como o código-fonte do Linux está liberado qualquer um pode modificar o sistema como desejar, fazendo assim uma espécie de personalização do programa, tornando o sistema mais adequado as suas necessidades e preferências. É desta forma que surgiram as distribuições.

Empresas e comunidades escrevem ou unem uma série de pacotes de softwares com o kernel, dando origem a uma distribuição que possui as implementações do grupo que a montou. Com isto há diversas distros para os mais diversos propósitos com características próprias de funcionamento de acordo com os objetivos do grupo.

Algumas distribuições:

Atualmente é a distribuição com o maior número de programas disponíveis, mais de 18.000. É a única com suporte a mais de 15 tipos de arquiteturas de microcomputadores. No Brasil há uma distribuição Debian personalizada, o Debian-BR-CDD, voltada para usuários domésticos.

Hoje conhecida como Redhat Enterprise Linux, é uma distribuição comercial voltada para servidores de grandes empresas, mas há ainda uma versão disponível gratuitamente que é a distro batizada de Fedora Core.

Distribuição originária da fusão de outras duas, a brasileira Conectiva Linux e a francesa Mandrake Linux. Caracteriza-se pelas facilidades oferecidas tanto de instalação quanto de administração de programas e suporte a diversos hardware.

Distribuição baseada no debian, patrocinada pela Canonical, uma empresa sul-africana, é hoje uma das mais utilizadas no mundo, contando com um vasto suporte da comunidade e com muita documentação, inclusive no idioma português.

Como a quantidade de distribuições é muito grande as dúvidas quanto a escolha desta ou daquela distro também são. Uma alternativa interessante para verificar qual a distro mais adequada, é utilizar versões que rodem diretamente do CD-ROM, isto é, distros LIVE-CD. Uma bastante popular é o Kurumin. É uma distro brasileira destinada a usuários domésticos, bastante pequena (200Mb), rápida e extremamente fácil, que contém os programas mais utilizados por um usuário comum, tais como um leitor de e-mails, visualizador de imagens, tocador de CD, etc.

O que determina a escolha por uma distribuição obviamente é a necessidade do usuário, pois como mencionado as distros tem objetivos definidos, ou seja, há distros mais indicadas para serem usadas em um servidor, outras em estações de trabalho, outras como servidor firewall, e assim por diante.

PROCEDIMENTOS DE INSTALAÇÃO

Os procedimentos para instalação de qualquer distribuição Linux variam, isto porque a instalação pode basicamente ser realizada de várias formas:

  • Em modo gráfico, isto é com a ajuda de uma interface gráfica agradável e bastante interativa;

  • Em modo texto, normalmente utilizada por usuários mais experientes ou em máquinas antigas, cujas placas de vídeo em geral não são muito boas e às vezes não são nem mesmo detectadas pelo Linux no momento da instalação.

Em ambos os modos, a maioria das distribuições ainda permite que o Linux seja instalado através de:

  • CD-ROM ou DVD;

  • Disquete;

  • Via rede, usando um servidor (nfs, ftp, http)

Independente do modo como o Linux é instalado em geral é possível selecionar:

  • O idioma que será usado durante a instalação;

  • As configurações de hardware (teclado, mouse, vídeo, etc...);

  • O perfil de instalação (computador pessoal, estação de trabalho, servidor de rede, etc...)

  • Os pacotes (conjunto de programas) a serem instalados;

Um diferencial que normalmente observa-se no Linux com relação a outros sistemas operacionais, é que como o mesmo oferece a possibilidade de selecionar um perfil, de acordo com o escolhido, uma série de outros programas são instalados, sendo necessário instalar pouquíssimos programas extras posteriormente.

Qualquer que seja o método de instalação ou qual perfil escolhido o item que requer mais atenção é quanto ao particionamento do disco. Em casos onde o Linux é o único sistema operacional da máquina, pode-se optar pelo particionamento automático.

Em situações onde já há um sistema instalado, a escolha do particionamento automático em geral destrói o sistema residente, sendo assim o melhor é escolher o particionamento manual.

Quando já existe um sistema operacional na máquina, é necessário observar se há espaço livre no disco para que o Linux seja instalado. Este espaço livre deve ser uma partição separada daquela que o primeiro sistema esteja ocupando. Caso não haja é recomendável fazer o redimensionamento da partição existente através de um software específico para esta operação, a fim de deixar espaço para que uma nova partição seja criada, para posterior instalação do Linux

Num esquema simples de instalação do Linux, sempre será necessário ter uma partição como sendo a de “swap”(área de troca), de prefrência no final do disco, e uma outra outra partição “ / ” (raíz), onde será instalado o sistema operacional propriamente dito.

A partição de swap comporta-se como sendo uma extensão da memória RAM da máquina, sendo utilizada todas as vezes que o sistema precisar de mais memória que o disponível na RAM, neste momento o sistema passa a utilizar a partição de swap. Esta partição tem um tamanho que varia de acordo como será utilizado o Linux, em geral em máquinas com menos de 256 MB coloca-se duas vezes o valor nominal da memória RAM como suficiente para a partição de swap.

No decorrer da instalação são solicitadas várias outras informações, que devem ser lidas com calma a fim de que se saiba exatamente o que está sendo executado. Detalhes quanto a endereçamento TCP/IP, por exemplo, hoje são configuradas de forma automática, desde que a máquina esteja em uma rede local com acesso a um servidor DHCP ou podem ser conseguidos com o administrador da rede.

O ideal para quem nunca fez uma instalação é utilizar um disco rígido vazio e testar os métodos de instalação, os perfis, e somente quando já tiver uma boa noção de como é feito todo o processo, instalar o Linux de modo definitivo.

INTERFACES GRÁFICAS

Todo programa que permite ao usuário visualizar elementos como: botões, menus, janelas, etc, pode ser denominado Interface Gráfica ou gerenciador de janelas. Este tipo de programa é responsável por controlar a apresentação das janelas, isto é, as cores, formas e funcionalidades.

Todas as vezes que um usuário solicita a execução de um programa gráfico, ele é desenhado por um programa servidor de janelas, também conhecido como Servidor X. Ele contém todas as especificações de como as mesmas serão criadas e manipuladas. O servidor X possui ainda ferramentas que possibilitam a configuração dos principais elementos de hardware relativos a apresentação gráfica dos programas tais como: configurações da placa de vídeo, as configurações do monitor de vídeo (cores, resolução, freqüência) e do mouse.

Sendo assim tem-se que enquanto o servidor X possibilita o uso dos elementos de hardware do microcomputador, o gerenciador de janelas é quem permite ao usuário configurar itens como o papel de parede, a apresentação das janelas, a criação de ícones, etc.

Para que a execução dos programas no Linux ficasse mais interativa e confortável, surgiram diversas interfaces gráficas que se diferenciam basicamente pela:

    • beleza;

    • recursos;

    • facilidade de uso (interatividade);

    • performance.

Isto porque a quantidade de usuários que utilizam o Linux é muito maior do que se pensa, e portanto as exigências de cada um são muito distintas. Há quem possua um microcomputador com pouca memória, onde o importante para este usuário é que a interface gráfica consuma o mínimo dos recursos computacionais disponíveis.

Por outro lado pode existir usuários que acham que a facilidade para poder modificar um papel de parede, ou a resolução do vídeo, ou adicionar uma impressora é mais importante, assim sendo escolherão uma interface mais sofisticada, dotada de muitos efeitos e coisas do gênero.

Praticamente todas as distribuições de Linux adotam uma interface gráfica como padrão, porém todas permitem que o usuário instale e use a interface gráfica de sua preferência. O sistema pode até conter mais de uma interface, que podem até mesmo serem executadas simultaneamente pelo mesmo usuário, ou por usuários diferentes, bastando apenas que cada uma delas seja executada em uma saída diferente (display) do servidor X.

Exemplos de Interfaces Gráficas:

KDE – K Desktop Enviroment: é a interface gráfica com maior número de recursos gráficos, combinando facilidade de uso e as funcionalidades avançadas que existem no Linux. Ela vem acompanhada de várias aplicações, inclusive uma suíte de ferramentas para escritório própria, o Koffice. Porêm, exige uma performance maior da máquina.

GNOME – GNU Network Object Model Enviroment: interface oficial do projeto GNU, é desenvolvida com suporte para diversos idiomas. De fácil uso e com grande número de aplicações que são usadas no dia-dia como: o processador de textos Abiword, a planilha eletrônica Gnumeric, etc. Dentre as interfaces é a que dispões de um melhor custo/benefício entre performance e boa estabilidade.

XFCE: ambiente gráfico desenvolvido para consumir pouca memória, e prover recursos mais utilizados. De rápido carregamento, aparência agradável e facilidade de uso mediana. Possui diversos componentes que podem ser instalados separadamente para que a interface seja personalizada conforme o gosto ou necessidade do usuário.

Gnome – Menu Principal

Existem diversas outras interfaces gráficas que atendem aos mais variados gostos inclusive com desktops 3D e muitos recursos avançados. Porém é relevante ressaltar que quanto mais recursos uma interface tiver, maior será a necessidade de um microcomputador potente. Esta observação é muito importante pois é comum ouvir equívocos do tipo “linux é muito lento”, quando na verdade a interface gráfica que foi escolhida não é a mais adequada para o hardware que está sendo usado.

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