Lista de verificação do sistema de segurança contra incêndio e pânico

Lista de verificação do sistema de segurança contra incêndio e pânico

(Parte 1 de 3)

ANEXO 04 BG Nº 184 – 28 DE SETEMBRO DE 2006 E ALTERAÇÃO DO ANEXO 02 BG Nº 007 – 12 DE JANEIRO DE 2009

1.0-DOCUMENTAÇÃO

1.0–Apresentar projeto de incêndio aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF, para verificação dos sistemas de proteção contra incêndio e pânico necessários a edificação, de acordo com o Art. 16 do RSIP-Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Distrito Federal; 1.1–Apresentar projeto de incêndio aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF dos sistemas de segurança contra incêndio e pânico a serem instalados, de acordo com o Art. 16 do RSIP-Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Distrito Federal; 1.2–Apresentar a ART-Anotação de Responsabilidade Técnica de execução dos sistemas de proteção contra incêndio instalados, visada junto ao CREA; 1.3–Apresentar a ART-Anotação de Responsabilidade Técnica de execução do SPDA-Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas instalado, visada junto ao CREA; 1.4–Apresentar a ART-Anotação de Responsabilidade Técnica de execução da central de GLP instalada, visada junto ao CREA-DF; 1.5–Apresentar o Laudo do Ensaio de Estanqueidade da rede de alimentação e de distribuição, visado junto ao CREA-DF, de acordo com o item 5.2.8 da NT 005/02-CBMDF; 1.6–Apresentar o Laudo do Teste de Aterramento do SPDA-Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas, com especificação do equipamento utilizado, método, resistência encontrada e assinado por responsável técnico, emitido por firma credenciada ou visado no CREA, conforme NBR 5419/01 da ABNT; 1.7–Apresentar o Laudo de Continuidade Elétrica das armaduras, de acordo com o anexo E da NBR 5419/01 da ABNT; 1.8–Apresentar o requerimento original de solicitação de Alvará de Funcionamento fornecido pela Administração.

2.0-SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA (NBR’s 13434-1/04 e 13434-2/04 da ABNT)

Instalação 2.0–Instalar sistema de sinalização de segurança contra incêndio e pânico, conforme as NBR’s 13434-1/04 e 13434-2/04 da ABNT; 2.1–Instalar sistema de sinalização de segurança contra incêndio e pânico, conforme projeto aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF;

Sinalização de Proibição 2.2–Instalar sinalização de proibição, conforme as NBR’s 13434-1/04 e 13434-2/04 da ABNT; 2.3–A sinalização de proibição deve ser instalada em local visível, no mínimo a 1,80m do piso acabado, distribuído em mais de um ponto dentro da área de risco, de modo que pelo menos uma delas possa ser claramente visível de qualquer posição dentro da área, distanciadas entre si em no máximo 15m, de acordo com o item 5.1.1 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.4–A sinalização de proibição deve possuir forma circular, cor de contraste branca, barra diametral e faixa circular(cor de segurança) vermelha, cor do símbolo preta, margem(opcional) branca e proporcionalidade paramétricas, de acordo com o item 4.4 da NBR 13434-2/04 da ABNT; 2.5–Instalar sinalização de proibição próximo aos acionadores dos elevadores, indicando a proibição de sua utilização em caso de incêndio, de acordo com o item 5.1 da NBR 13434-2/04 da ABNT;

Sinalização de Alerta 2.6–Instalar sinalização de alerta, conforme as NBR’s 13434-1/04 e 13434-2/04 da ABNT; 2.7–A sinalização de alerta deve ser instalada em local visível, no mínimo a 1,80m do piso acabado, próxima ao risco isolado ou distribuída ao longo da área de risco generalizada, distanciada entre si em no máximo 15m, de acordo com o item 5.1.2 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.8–A sinalização de alerta deve possuir forma triangular, cor do fundo (cor de contraste) amarela, moldura preta, cor do símbolo(cor de segurança) preta, margem(opcional) amarela e proporcionalidade paramétricas, de acordo com o item 4.4 da NBR 13434-2/04 da ABNT;

Sinalização de Orientação e Salvamento 2.9–Instalar sinalização de orientação e salvamento, conforme as NBR’s 13434-1/04 e 13434-2/04 da ABNT; 2.10–A sinalização de portas de saída de emergência deve ser localizada imediatamente acima das portas, no máximo a 10cm da verga, ou na impossibilidade desta, diretamente na folha da porta, centralizada a uma altura de 01,80m, medida do piso acabado à base da sinalização, de acordo com o item 5.1.3 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.1–A sinalização de orientação de rotas de saída deve ser instalada de modo que a distância de percurso de qualquer ponto da rota de saída à sinalização seja no máximo 7,50m. Adicionalmente, essa também deve ser instalada, de forma que na direção de saída de qualquer ponto seja possível visualizar o ponto seguinte, distanciado entre si no máximo 15m;

2.12–A sinalização deve ser instalada de modo que a base superior da sinalização esteja no máximo 1,80m do piso acabado, de acordo com o item 5.1.3 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.13–A sinalização de orientação e salvamento deve possuir forma quadrada ou retangular, de cor do fundo (cor de segurança) verde, cor do símbolo (cor de contraste) branca ou amarela fotoluminescente, margem (opcional) fotoluminescente e proporcionalidade para, de acordo com o item 4.4 da NBR 13434-2/04 da ABNT; 2.14–A sinalização de orientação e salvamento deve apresentar efeito fotoluminescente, de acordo com o item 4.1.1.2 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.15–A sinalização de identificação de cada pavimento no interior da caixa de escada de emergência e nas antecâmaras deve estar a uma altura de 1,80m do piso acabado. Na escada, a identificação deverá estar junto à parede, sobre o patamar de acesso de cada pavimento e na antecâmara deverá estar sobre a parede adjacente à porta, de acordo com o item 5.1.3 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.16–A sinalização de identificação de pavimento deve ser instalada em local sempre visível para o sentido da rota de fuga, conforme as NBR’s 13434-1/04 e 13434-2/04 da ABNT; 2.17–A sinalização de orientação e salvamento deve assinalar todas as mudanças de direção ou sentido, saídas, escadas, indicando a rota de fuga, de acordo com o item 5.1.3 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.18–Em escadas contínuas, além da identificação do pavimento de descarga no interior da caixa de escada de emergência, deve ser incluído uma sinalização de porta de saída com seta indicativa do sentido do fluxo, de acordo com o item 5.1.3 da NBR 13434-1/04 da ABNT;

Sinalização de Combate a Incêndio 2.19–Instalar sinalização de combate a incêndio, conforme as NBR’s 13434-1 e 13434-2 da ABNT; 2.20–A sinalização de equipamentos de combate a incêndio deve estar a uma atura mínima de 1,80m, medida do piso acabado à base da sinalização e imediatamente acima do equipamento sinalizado, de acordo com o item 5.1.4 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.21–A sinalização de equipamento combate a incêndio deve possuir forma quadrada ou retangular, cor do fundo (cor de segurança) vermelha, cor do símbolo(cor de contraste) branca ou amarela fotoluminescente, margem (opcional) fotoluminescente e proporcionalidade paramétricas, de acordo com o item 4.4 da NBR 13434-2/04 da ABNT; 2.2–A sinalização de equipamentos de combate a incêndio deve apresentar efeito fotoluminescente, de acordo com o item 4.1.1.2 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.23–A sinalização de equipamentos de combate a incêndio quando o equipamento se encontrar em uma das faces de um pilar, deve ser visível em todas as faces, de acordo com o item 5.1.4 da NBR 13434-1/04 da ABNT;

Sinalização Complementar 2.24–Instalar sinalização complementar, conforme as NBR’s 13434-1/04 e 13434-2/04 da ABNT; 2.25–Instalar sinalização complementar para a indicação de obstáculos e riscos das rotas de saída, como pilares, arestas de paredes, vigas e etc, de acordo com item 4.1.2 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.26–Instalar sinalização complementar em elementos translúcidos ou transparentes, utilizados em esquadrias destinadas a fechamentos de vãos (portas e painéis divisórias) que fazem parte da rota de saída, devendo possuir tarja em cor contrastante com o ambiente, com largura mínima de 50mm, aplicada horizontalmente em toda sua extensão, na altura constante compreendida entre 01 e 1,40m do piso acabado, de acordo com o item 5.2.3 da NBR 13434-1/04 da ABNT;

Outros 2.27–A abertura das portas em escadas não deve obstruir a visualização de qualquer sinalização, de acordo com o item 5.1.3 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.28–A sinalização de segurança quando for através de mensagens, deve estar no idioma português, de acordo com o item 5.2.1 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.29–As dimensões básicas das placas de sinalização de segurança devem obedecer a relação apresentada no item 4.1 da NBR 13434-2/04 da ABNT; 2.30–As dimensões básicas das letras nas placas de sinalização de segurança devem obedecer à relação apresentada no item 4.1.2 da NBR 13434-2/04 da ABNT; 2.31–A sinalização de segurança deve possuir os símbolos gráficos, conforme os apresentados nas NBR’s 13434- 1/04 e 13434-2/04 da ABNT; 2.32–Os recintos destinados a reunião de público sem aclaramento natural ou suficiente para permitir acúmulo de energia no elemento fotoluminescente das sinalizações de saída devem possuir sinalização iluminada com indicação de saída (mensagem escrita e/ou símbolo correspondente), sem prejuízo ao sistema de iluminação de emergência de aclaramento de ambiente, conforme NBR 10898/9 da ABNT, de acordo com o item 4.1.1.3 da NBR 13434-1/04 da ABNT; 2.3–Os equipamentos e aparelhos de proteção e combate a incêndio devem ser vermelhos, de acordo com o item 26.1.5.2 da NR-26 do MTE; 2.34–Apresentar o projeto de instalação que conste a sinalização de segurança, devidamente aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF.

3.0-ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA (NBR 10898/9 da ABNT)

Instalação 3.0–Instalar sistema de iluminação de emergência, conforme a NBR 10898/9 da ABNT;

3.1–Instalar sistema de iluminação de emergência, conforme projeto aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 3.2–Instalar iluminação de emergência nas rotas de fuga e locais que estimulem concentração de público, conforme a NBR 10898/9 da ABNT; 3.3–Instalar as luminárias de emergência, de forma que a distância entre elas seja no máximo de 04 vezes a altura de instalação, de acordo com o item 8.1.17 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.4–Instalar as luminárias de emergência, de forma que a distância entre elas e a parede seja no máximo de 02 vezes a altura de instalação, de acordo com o item 8.1.17 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.5–Retirar os pontos de luz em escadas, e em outras áreas, ou apresentar laudo informando que estes não causam ofuscamento, de acordo com o item 4.7.2 da NBR 10898/9 da ABNT;

Fonte de Energia 3.6–A localização dos componentes de fontes de energia centralizado de alimentação do sistema de iluminação de emergência, bem como seus comandos devem ser de uso exclusivo, e não devem estar situados em compartimentos acessíveis ao público e com risco de incêndio, de acordo com o item 4.6 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.7–A localização dos componentes de fontes de energia centralizado de alimentação do sistema de iluminação de emergência, bem como seus comandos devem estar protegidos por paredes resistentes ao fogo de 02 horas, de acordo com o item 4.6 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.8–A localização dos componentes de fontes de energia centralizado de alimentação do sistema de iluminação de emergência, bem como seus comandos devem ser ventilados de forma adequada para cada tipo de fonte de energia e dotado de dispositivo para saída do ar para o exterior da edificação, de acordo com o item 4.6 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.9–A localização dos componentes de fontes de energia centralizado de alimentação do sistema de iluminação de emergência, bem como seus comandos devem ter fácil acesso e espaço de movimentação ao pessoal especializado para inspeção e manutenção, de acordo com o item 4.6 da NBR 10898/9 da ABNT;

Baterias 3.10–O tempo máximo de comutação para as baterias do sistema de iluminação de emergência deve ser de 05 segundos de acordo com o item 4.3.6 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.1–A área das baterias do sistema de iluminação de emergência, deve ser ventilada, de acordo com os itens 4.3.3 e 4.6 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.12–O sistema centralizado com baterias deve possuir dispositivo de recarga automática de modo a garantir a autonomia do sistema de iluminação de emergência, de acordo com o item 4.3.1 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.13–O sistema centralizado com bateria deve possuir sinalização luminosa no painel do equipamento para mostrar a situação de recarga, flutuação e as proteções da bateria, de acordo com o item 4.3.1 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.14–O sistema centralizado com baterias não pode ser utilizado para alimentar quaisquer outros circuitos ou equipamentos, de acordo com o item 4.3.2 da NBR 10898/9 da ABNT;

Grupo Motogerador 3.15–O tempo máximo de comutação para o grupo motogerador do sistema de iluminação de emergência deve ser de 12 segundos, de acordo com o item 4.4.1 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.16–O escapamento dos gases do grupo motogerador do sistema de iluminação de emergência deve ser direcionado para área segura, de acordo com o item 4.6, letra “c” da NBR 10898/9 da ABNT; 3.17–A quantidade de combustível destinado ao grupo motogerador do sistema de iluminação de emergência deve atender a autonomia mínima do sistema e possuir ainda, reserva por igual período, de acordo com o item 4.4.2 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.18–As instalações do grupo motogerador do sistema de iluminação de emergência, deve ser compartimentadas para evitar propagação de eventual incêndio e os tanques de combustível com capacidade superior a 200 litros devem ser protegidos, de acordo com o item 4.4.6 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.19–O sistema grupo motogerador de iluminação de emergência deve possuir acesso a este de forma irrestrito desde a área externa do prédio, sem passar por área com material combustível, de acordo com o item 4.4.1 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.20–O sistema grupo motogerador de iluminação de emergência deve possuir indicador de quantidade de combustível, deve garantir ainda por meio de comunicação sonora ou visual, quando é atingido nível crítico, de acordo com o item 4.4.1 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.21–O sistema grupo motogerador de iluminação de emergência deve possuir botão de arranque manual, de acordo com o item 4.4.1 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.2–O sistema grupo motogerador de iluminação de emergência deve possuir base de apoio com isoladores de vibrações ou similar. A base deve ter um dreno com filtro de cascalho para absorver a perda de óleo de combustível e líquidos de lubrificação, de acordo com o item 4.4.1 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.23–O sistema grupo motogerador de iluminação de emergência quando possuir tanques de armazenamento de combustível com volume superior ou igual a 200 litros, dever ser montado dentro de bacias de contenção com dreno e filtro de cascalho, de acordo com o item 4.4.6 da NBR 10898/9 da ABNT;

Outros 3.24–O sistema de iluminação de emergência deve estar em perfeito estado de funcionamento, de acordo com o item 9.1 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.25–A tensão de alimentação, deve ser de no máximo de 30V, de acordo com os itens os 4.8.1 e 8.1.10 da NBR10898/9 da ABNT, no caso de acumuladores e geradores; 3.26–O nível de iluminamento deve ser de 03 lux em locais planos e 05 lux em locais em desnível, de acordo com o item 1.2 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.27–O tempo de autonomia deve ser de no mínimo de 01hora, de acordo com o item 4.9 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.28–A comutação deve ser automática para bloco autônomo de acordo com o item 4.2 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.29–O invólucro da luminária do sistema de iluminação de emergência, deve oferecer resistência contra impacto de água, sem causar danos mecânicos nem o desprendimento da luminária, de acordo com o item 4.7.1.5 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.30–A luminária do sistema de iluminação de emergência, deve ter sua fixação rígida de forma a impedir queda acidental, remoção sem auxílio de ferramenta e que não possa ser facilmente avariada ou posta fora de serviço, de acordo com o item 4.7.3 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.31–Não são admitidas ligações em série de pontos de luz do sistema de iluminação de emergência, de acordo com o item 4.8.4 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.32–Os condutores e suas derivações do sistema de iluminação de emergência devem sempre passar em eletrodutos com caixas de passagem, de acordo com o item 4.8.6 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.3–No caso de instalação aparente, a tubulação e as caixas de passagem do sistema de iluminação de emergência devem ser metálicas, de acordo com o item 4.8.4 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.34–No caso de bloco autônomo, do sistema de iluminação de emergência, os eletrodutos podem ser de plástico, e devem ser protegidos contra danos mecânicos, de acordo com o item 4.8.7 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.35–Os eletrodutos utilizados para condutores de iluminação de emergência não podem ser usados para outros fins, salvo instalação de detecção e alarme de incêndio ou de comunicação, de acordo com o item 4.8.7 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.36–Instalar iluminação por sinalização, de acordo com o item 5.1.2 da NBR 10898/9 da ABNT; 3.37–Apresentar o projeto de instalação que conste a iluminação de emergência, devidamente aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF.

4.0-PROTEÇÃO POR EXTINTORES (NT 03/0-CBMDF e NBR’s 12692/94 e 12693/93 da ABNT)

Instalação 4.0–Instalar sistema de proteção por extintores de incêndio, conforme NT 03/0-CBMDF e NBR 12693/93 da ABNT; 4.1–Instalar sistema de proteção por extintores de incêndio, conforme projeto aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 4.2–Instalar proteção por extintores de incêndio sobre rodas, de acordo com o item 4.1.5 da NT 03/0-CBMDF; 4.3–Instalar extintores sobre rodas de forma que no mínimo 50% das unidades extintoras sejam portáteis, de acordo com o item 4.1.1 da NT 03/0-CBMDF; 4.4–Instalar extintores sobre rodas a fim de protegerem ambientes de mesmo nível, de acordo com o item 4.1.7 da NT 03/0-CBMDF; 4.5–Instalar extintores de incêndio para a proteção das três classes de incêndio “A/B/C”, de acordo com o item 5.1.4 da NT 03/0-CBMDF; 4.6–Instalar extintores de incêndio para a proteção da classe de incêndio “A”, de acordo com o item 5.1.4 da NT 03/0-CBMDF; 4.7–Instalar extintores de incêndio para a proteção da classe de incêndio “B”, de acordo com o item 5.1.4 da NT 03/0-CBMDF; 4.8–Instalar extintores de incêndio para a proteção da classe de incêndio “C”, de acordo com o item 5.1.4 da NT 03/0-CBMDF; 4.9–Instalar extintores de incêndio para a proteção, em função da natureza do fogo, de acordo com o item 5.1.4 da NT 03/0-CBMDF; 4.10–A altura máxima de instalação do extintor deve ser de 1,60m para a alça de manuseio e a altura mínima da base do extintor deverá se de 0,20m, de acordo com o item 5.1.3.2 da NBR 12693/93 da ABNT; 4.1–Retirar extintor dimensionado nas escadas e/ou obstruído por materiais ou mercadorias, de acordo com o item 5.1.3.3 da NBR 12693/93 da ABNT; 4.12–Instalar os extintores para incêndios classe “A” de forma que a distância máxima a percorrer até alcançá-los seja de 20m, de acordo com tabela 05 da NBR 12693/93 da ABNT; 4.13–Instalar os extintores para incêndios classe “B” de forma que a distância máxima a percorrer até alcançá-los seja de 10 ou 15m, de acordo com tabela 06 da NBR 12693/93 da ABNT; 4.14–Instalar extintor adicional para risco especial, locado externamente ao risco, de acordo com o item 4.1.3 da NBR 12693/93 da ABNT; 4.15–Os extintores externos devem ser protegidos contra intempéries e danos físicos em potencial, de acordo com o item 5.1.3.3, letra”c” da NBR 12693/93 da ABNT; 4.16–Quando os extintores portáteis forem fixados em paredes ou colunas, os suportes devem resistir a três vezes a massa total do extintor, de acordo com o item 5.1.3.2 da NBR 12693/93 da ABNT;

4.17–Os extintores portáteis não devem ficar em contato direto com o piso, de acordo com o item 5.1.3.2 da NBR 12693/93 da ABNT; 4.18–Os extintores devem ser instalados de maneira que haja menor probabilidade de o fogo bloquear seu acesso, de acordo com o item 5.1.3.3 da NBR 12693/93 da ABNT; 4.19–Os extintores devem ser instalados de maneira que seja visível, para que todos os usuários fiquem familiarizados com a sua localização, de acordo com o item 5.1.3.3 da NBR 12693/93 da ABNT; 4.20–Os extintores devem ser instalados de maneira que esteja junto ao acesso dos riscos, de acordo com o item 5.1.3.3 da NBR 12693/93 da ABNT; 4.21–Os extintores devem ser instalados de maneira que sua remoção não seja dificultada por abrigo, de acordo com o item 5.1.3.3 da NBR 12693/93 da ABNT; 4.2–Os suportes dos extintores devem ser fixados, de forma a evitar a sua remoção;

Sinalização 4.23–Instalar sinalização de extintores (quadrada ou retangular, fundo vermelho, símbolo branco ou amarelo e margem branca ou amarela), de acordo com o item a NBR 13434-2/04 da ABNT; 4.24–Instalar sinalização de piso, logo abaixo dos extintores(quadrado vermelho 70 x 70cm com moldura amarela de 15cm) em garagens, depósitos e industrias, de acordo com o item a NBR 13434-2/04 da ABNT; 4.25–Instalar sinalização em todas as faces do pilar que possui extintor instalado, de acordo com o item 5.2.2.5 da NBR 13434-2/04 da ABNT;

Manutenção 4.26–Realizar recarga dos extintores que se encontram descarregados, ou com o prazo de validade e/ou garantia vencidos, conforme a NBR 12962/94 da ABNT; 4.27–Realizar teste hidrostático nos extintores que se encontram com este teste vencido, conforme a NBR 12692/94 da ABNT; 4.28–Realizar manutenção nos extintores que se encontram com lacre violado ou vencido, de acordo com o item 4.1 da NBR 12692/94 da ABNT; 4.29–Realizar manutenção nos extintores que se encontram com o quadro de instrução ilegível ou inexistente, de acordo com o item 4.1 da NBR 12692/94 da ABNT; 4.30–Realizar manutenção nos extintores que se encontram com inexistência de algum componente, mangueira de descarga apresentando danos, deformação ou ressecamento, de acordo com o item 4.1 da NBR 12692/94 da ABNT; 4.31–Realizar manutenção nos extintores que se encontram com corrosão no recipiente ou em partes que possam ser submetida a pressão momentânea ou estejam submetidas a pressão permanente e/ou partes externas contendo mecanismos ou sistema de acionamento mecânico, de acordo com o item 4.1 da NBR 12692/94 da ABNT; 4.32–Realizar manutenção nos extintores que se encontram com inexistência ou elegibilidade das gravações originais de fabricação ou do último ensaio hidrostático, de acordo com o item 4.1 da NBR 12692/94 da ABNT; 4.3–Os extintores devem possuir etiquetas de identificação, contendo: razão social, endereço e validade e/ou garantia, conforme a Portaria INMETRO Nº 054/04; 4.34–Os extintores novos devem possuir no selo do INMETRO, lacre, anel e etiquetas prazo de validade e/ou garantia iguais, conforme a Portaria INMETRO Nº 054/04; 4.35–Os extintores manutenidos devem constar no selo do INMETRO, e nas etiquetas a razão social da mesma empresa, conforme a Portaria INMETRO Nº 054/04; 4.36–Os extintores devem ser manutenidos por empresas credenciada no Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal; 4.37–Os extintores devem possuir anel de segurança (manutenidos), selo do INMETRO, etiqueta de identificação e instrução, lacre e gravações da data de fabricação e/ou do último ensaio hidrostático, conforme a Portaria INMETRO Nº 054/04;

Outros 4.38–Apresentar o projeto de instalação que conste os extintores de incêndio, devidamente aprovado junto a SEPSeção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF.

5.0-SAÍDAS DE EMERGÊNCIA (NBR’s 9077/01,14718/01 e 14880/02 da ABNT)

Instalação 5.0–Instalar saídas de emergência conforme a NRB 9077/01 da ABNT; 5.1–Adequar para a edificação as saídas de emergência necessárias para garantir o abandono seguro de toda a população, conforme a NBR 9077/01 da ABNT; 5.2–Adequar para a edificação as saídas de emergência necessárias para garantir o abandono seguro de toda a população, de acordo com projeto aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 5.3–Adequar para a edificação a largura das saídas de emergência, atendendo a estimativa de população, de acordo com os itens 4.3 e 4.4 e tabela 05 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.4–Adequar para edificação a largura das saídas de emergência, de acordo com o projeto aprovado junto a SEPSeção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 5.5–Adequar para a edificação o número de escadas de emergência, atendendo ao distanciamento máximo a percorrer, de acordo com a tabela 06 da NBR 9077/01 da ABNT;

5.6–Adequar para edificação o número de escadas de emergência, de acordo com o projeto aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 5.7–Adequar para a edificação o número de saídas de emergência, atendendo ao distanciamento máximo a percorrer, de acordo com a tabela 06 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.8–Adequar para edificação o número de saídas de emergência, de acordo com o projeto aprovado junto a SEPSeção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF;

Escadas 5.9–Construir escada para a edificação, de acordo com o item 4.7 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.10–Adequar na edificação, as escadas, de acordo com o projeto aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 5.1–O lanço mínimo de uma escada deverá ser de 03 degraus, de acordo com o item 4.7.3.2 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.12–Dotar a escada com altura a vencer superior a 3,70m, de patamar intermediário, devendo o comprimento do patamar obedecer a fórmula P={(2h+b)n+b}, de acordo com o item 4.7.3.3 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.13–Retirar lixeiras, passagens para rede elétrica e medidores de gás, do interior da caixa de escada ou antecâmara, de acordo com o item 4.7.4.3 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.14–Não é permitido a utilização de lanços curvos na escada, de acordo com o item 4.7.8 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.15–Não é permitido a utilização de escadas em leque(lanços mistos) na escada, de acordo com o item 4.7.9 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.16–Instalar piso antiderrapante nas rampas e escadas de emergência, de acordo com o item 4.7.1, letra “g” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.17–A altura do espelho do degrau da escada de emergência, deve estar entre 16 e 18cm, de acordo com o item 4.7.3.1, letra “a” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.18–O bocel do degrau da escada de emergência máximo admitido deve ser de 1,50cm de acordo com o item 4.7.3.1,letra “e” da NBR 9077 da ABNT; 5.19–A largura mínima do degrau em leque deve ser, no caso de 15cm, de acordo com o item 4.7.9.1, letra “c” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.20–Deve existir patamar em ambos os lados do vão das portas, com largura igual à da porta, de acordo com o item 4.7.3.4 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.21–O comprimento do patamar deve ser no mínimo igual à largura da escada, quando houver mudança de direção, de acordo com o item 4.7.3.3, letra “b” da NBR 9077/01 da ABNT;

Portas 5.2–Adequar na edificação, as portas, de acordo com o projeto aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 5.23–As portas devem ter as dimensões mínimas, de acordo com o item 4.5.4.2 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.24–As portas das rotas de fuga e salas com mais de 50 pessoas, devem abrir no sentido de fuga, de acordo com o item 4.5.4.1 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.25–Instalar barra antipânico nas portas de saída das salas ou locais de reunião de público com mais de 200 pessoas, de acordo com o item 4.5.4.6 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.26–As portas das antecâmaras e escadas, devem possuir dispositivos que as mantenham fechadas, de acordo com o item 4.5.4.4 da NBR 9077/01 da ABNT;

Guarda-corpo 5.27–Instalar guarda-corpo em desníveis superiores a 19cm, de acordo com o item 4.8.1.1 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.28–Adequar na edificação, os guarda-corpos, de acordo com o projeto aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 5.29–Instalar balaústre ou protetor do guarda-corpo, vertical, de acordo com o item 4.3.3.1 da NBR 14718/01 da ABNT; 5.30–A altura mínima do guarda-corpo deve ser de 1,10m, de acordo com o item 4.3.1.2 da NBR 14718/01 da ABNT, podendo ser reduzido para 0,92m nas escadas internas, de acordo com item 4.8.1.2 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.31–A altura do guarda-corpo das escadas externas, em edificações com mais de 12m de altura, deverá ser de no mínimo 1,30m de acordo com o item 4.8.1.3 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.32–O vão máximo do guarda-corpo, deve ser de 11cm, de acordo com o item 4.3.3.1 da NBR 14718/01 da ABNT; 5.3–Os vidros utilizados como guarda-corpo devem ser de segurança não-estilhaçável do tipo laminado ou aramado, de acordo com item 4.8.1.4, letra “c” da NBR 9077/01 da ABNT;

Corrimão 5.34–Instalar corrimão nas escadas, de acordo com o item 4.8.2 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.35–Nas edificações de uso múltiplo e não residencial e em edificações residenciais desprovidas de elevadores, devem ser instalados corrimãos em ambos os lados nas escadas, conforme Lei Distrital Nº 3306/04; 5.36–O corrimão deve ser entre 80 a 92cm de altura, de acordo com o item 4.8.2.1 da NBR 9077/01 da ABNT;

5.37–O corrimão deve ser afastado no mínimo 04cm da parede, e ter diâmetro entre 3,80 e 6,50cm, de acordo com os itens 4.8.2.3 e 4.8.2.4 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.38–O corrimão deve ser instalado nos dois lados da escada, de acordo com o item 4.7.5.1, letra “b” da NBR 9077 da ABNT; 5.39–As escadas com mais de 2,20m de largura devem possuir corrimão intermediário, de acordo com o item 4.8.4.1 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.40–Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrados fácil e confortavelmente, permitindo um continuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão, sem encontrar quaisquer obstruções, arestas ou solução de continuidade; 5.41– Eliminar as arestas vivas (pontas) dos corrimãos, conforme a NBR 9077 da ABNT; 5.42– Instalar os corrimão na altura correta para escolas, jardins de infância e assemelhados de forma a serem facilmente agarrados, de acordo com o item 4.8.2.2 da NBR 9077 da ABNT; Rampas 5.43–Os desníveis superiores a 19cm e inferiores a 48cm, na rota de fuga, devem ser dotados de rampa, de acordo com o item 4.8.1 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.4–Adequar na edificação, as rampas, de acordo com o projeto aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 5.45–A edificação deve possuir rampas de acordo com o item 4.6.1, letra “a” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.46–A edificação deve possuir rampas de acordo com o item 4.6.1, letra ”b” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.47–A edificação deve possuir rampas de acordo com o item 4.6.1, letra ”d” da NBR 9077/01 da ABNT;

Descarga 5.48–Adequar a descarga, de acordo com o item 4.1 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.49–Adequar na edificação,as rampas, de acordo com o projeto aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 5.50–O corredor enclausurado da descarga deve possuir as características construtivas equivalentes à da escada, de acordo com o item 4.1.1.2 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.51–A escada de emergência deve ser interrompida ao nível da descarga para que as pessoas que entrarem na caixa de escada possam sair obrigatoriamente no pavimento de descarga, de acordo com o item 4.7.1, letra “f “da NBR 9077/01 da ABNT; 5.52–A descarga deve estar a menos de 04m de área livre exterior, de acordo com o item 4.1.1.3 da NBR 9077 da ABNT; 5.53–A área em pilotis para servir de descarga não pode ser usada para estacionamento de veículos, de acordo com o item 4.1.1.4 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.54–Corredor a céu aberto, com largura inferior a 04m, utilizado como descarga, deve possuir marquise, de acordo com o item 4.1.1.5 da NBR 9077/01 da ABNT;

Elevador de emergência 5.5–Adequar o elevador de emergência da edificação, de acordo com o item 4.9 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.56–Adequar na edificação,o elevador de emergência, de acordo com o projeto de incèndio aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 5.57–As portas do elevador de emergência devem ser metálicas, abrindo para local seguro de acordo com o item 4.9.2.1, letra “b” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.58–O circuito de alimentação do elevador de emergência deve possuir chave própria, independente da geral, de acordo com o item 4.9.2.1, letra “c” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.59–O painel de comando do elevador de emergência deve obedecer ao prescrito no item 4.9.2.2 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.60–O elevador de emergência deve possuir cabine para transporte de macas, de acordo com o item 4.9.2.3 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.61–A caixa de corrida e casa de máquinas do elevador de emergência deve ser isolada dos demais elevadores, de acordo com o item 4.9.2.4 da NBR 9077/01 da ABNT;

Escadas não destinadas a saídas de emergência 5.62–As escadas não destinadas à saída de emergência dever ser dotadas de piso antiderrapante, de acordo com o item 4.7.5.1, letra “a” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.63–As escadas não destinadas a saída de emergência deve ser dotadas no mínimo de 01 corrimão, para as escadas até 1,20m de largura, de acordo com o item 4.75.1, letra “b” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.64–As escadas não destinadas à saída de emergência devem possuir guarda-corpo nos lados abertos, de acordo com o item 4.7.5, letra “c” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.65–As escadas não destinadas à saída de emergência devem atender o prescrito no item 4.7.3 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.6–As escadas não destinadas a saída de emergência devem possuir degraus entre 19 e 23cm e atender a fórmula de Blondel 63≤(2h+b)≤64, de acordo com o item 4.7.5.2 da NBR 9077/01 da ABNT; Escada Enclausurada Protegida 5.67–A edificação deve possuir escadas protegidas, de acordo com o item 4.7.10 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.68–As portas de acesso às escadas protegidas devem possuir resistência a 30 minutos de fogo com dispositivos que as mantenham fechadas, de acordo com o item 4.7.10.1, letra “b” da NBR 9077/01 da ABNT;

5.69–A edificação deve possuir na parte superior da escada protegida alçapão de no mínimo 01m2, para alívio de fumaça, de acordo com o item 4.7.10.1, letra “d” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.70–A edificação deve possuir na caixa da escada protegida, captação de ar no térreo de 1,20m2 de acordo com o item 4.7.10.5 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.71–A edificação deve possuir na caixa da escada protegida, janelas em todos os pavimentos(no piso da descarga é facultativo), de acordo com o item 4.7.10.1, letra “c” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.72–A edificação deve possuir na caixa da escada, área de ventilação de 0,80m2 largura de 0,80 a 1,10m do piso acabado, de acordo com o item 4.7.10.2, letras “a” e “b” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.73–Os vidros na escada protegida deve ser de segurança, aramados ou temperados, de acordo com o item 4.7.10.2, letra “c” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.74–As janelas das escadas protegidas deve ser do tipo basculante preferencialmente, sendo vedados os tipos “maximar” e de abrir na vertical, de acordo com o item 4.7.10.2, letra “d” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.75–Na impossibilidade de se ventilar a escada, a edificação deve possuir ventilação no corredor para que seja dispensada a janela da escada, de acordo com o item 4.7.10.3 da NBR 9077/01 da ABNT;

Escadas Enclausuradas à Prova de Fumaça 5.76–A edificação deve possuir escadas enclausuradas a prova de fumaça, de acordo com o item 4.7.1 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.7–As portas de acesso da antecâmara com a escada, devem ter resistência a 30 minutos de fogo e estanques a fumaça, de acordo com o item 4.7.1.1, letra “c” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.78–As portas da entrada da antecâmara, devem ter resistência a 120 minutos de fogo, de acordo com o item 4.7.1.1, letra “c” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.79–A antecâmara deve ter o comprimento mínimo de 1,80m de acordo com o item 4.7.12.1, letra “a” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.80–O pé-direito da antecâmara deve ter no mínimo de 2,50m de altura de acordo com o item 4.7.12.1, letra “b” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.81–A abertura do duto de entrada de ar deve ser junto ao piso ou no máximo a 15cm deste e possuir área mínima de 0,84m2, se vertical na proporção máxima 1:4, de acordo com o item 4.7.12.1, letra “e” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.82–A abertura do duto de saída de ar deve ser junto ao teto, ou no máximo a 15cm deste e possuir área mínima de 0,84m2, se vertical na proporção máxima de 1:4, de acordo com o item 4.7.12.1, letra “f” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.83–Os dutos de ventilação devem ter o distanciamento mínimo de 02m medidos eixo a eixo, de acordo com o item 4.7.12, letra “g” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.84–O duto de saída de ar deve elevar-se 01m acima de qualquer elemento construtivo na cobertura de acordo com o item 4.7.13.2, letra “d” da NBR 9077/01 da ABNT;

Escadas à Prova de Fumaça Pressurizada 5.85–As portas corta-fogo deve possuir na sua face externa à escada de segurança, sinalização com os seguintes dizeres: “Saída de Emergência – Escada Pressurizada”, de acordo com o item 5.1.6 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.86–Instalar os dois ventiladores, um para uso permanente e outro para caso de incêndio, na escada pressurizada, de acordo com o item 4.7.15.4 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.87–Instalar fonte de alimentação de energia para 04 horas, para alimentar os ventiladores da escada pressurizada, de acordo com o item 4.7.15.5 da NBR 9077/01 da ABNT; 5.8–Instalar iluminação de emergência na casa de maquinas, gerador automatizado, locais de acionamento manual alternativo e central do sistema de detecção e alarme, de acordo com o item 5.1.8 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.89–Instalar sistema independente para cada escada, de acordo com o item 5.2 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.90–É expressamente proibido escadas pressurizadas e não pressurizadas atendendo mesmo ambiente, de acordo com o item 5.2 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.91–Equipamentos (gerador, ventilador e etc.) devem estar protegidos por PCF-90, de acordo com o item 5.4.3 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.92–Instalar PCF na entrada da antecâmara e PCF estanque a fumaça na entrada da casa de máquinas, de acordo com os itens 5.4.3 e 5.4.4 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.93–A tomada de ar para o sistema de pressurização deve estar no pavimento térreo ou próximo deste, de acordo com o item 6.2.2 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.94–A tomada de ar do sistema de pressurização deve estar protegida por filtros, de acordo com o item 6.2.3 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.95–A tomada de ar na cobertura deve obedecer ao item 6.2.4 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.96–A insuflação de ar, em casos de edificações existentes que comprovadamente não disponham de condições de ter um duto vertical para distribuição de ar ao longo da escada de segurança, deve atender ao previsto no item 6.3.10 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.97–As grelhas de insuflação de ar não devem estar localizadas a intervalos regulares por toda a altura da escada de modo a haver uma distância máxima de dois pavimentos entre grelhas adjacentes, de acordo com o item 6.4 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.98–Deve haver uma fonte de energia alternativa através de grupo motogerador automatizado com autonomia de 04 horas de funcionamento, de acordo com a tabela 04 e item 6.5 da NBR 14880/02 da ABNT;

5.9–O circuito de força dos ventiladores de pressurização deve estar conectado à linha de alimentação elétrica da edificação antes da chave geral, de acordo com o item 6.5.3 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.100–O sistema de pressurização deve ser acionado pelo sistema de detecção automática de incêndio e em edificações residenciais com até 60m o sistema deverá ser acionado por acionadores manuais de alarme, de acordo com o item 6.7.1 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.101–Retirar os detectores de fumaça de dentro da escada pressurizada conforme previsto no item 6.7.2 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.102–Instalar um acionador manual tipo “liga” na sala de controle da central de serviços do edifício, de acordo com o item 6.7.6 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.103–Instalar um acionador manual tipo “liga” no compartimento do ventilador de pressurização, de acordo com o item 6.7.6 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.104–Instalar um acionador manual tipo “liga” na portaria ou guarita de entrada do edifício, de acordo com o item 6.7.6 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.105–A parada do sistema de pressurização, em situação de emergência, somente pode ser realizada de modo manual no painel de controle dos ventiladores, de acordo como item 6.7.7 da NBR 14880/02 da ABNT; 5.106–As escadas enclausuradas pressurizadas à prova de fumaça devem ter acesso através de porta corta-fogo resistente a 120 minutos de fogo, de acordo com o item 4.7.12, letra “c” da NBR 9077/01 da ABNT;

Outros 5.107–A edificação deve possuir área de refúgio de acordo com o item 4.10.2, letra ”b” da NBR 9077/01 da ABNT; 5.108–Apresentar o projeto de instalações que conste as saídas de emergência, devidamente aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF.

6.0-PROTEÇÃO POR HIDRANTES (NT 04/0-CBMDF)

Instalação 6.0–Instalar sistema de proteção por hidrantes de parede, conforme a NT 04/0-CBMDF; 6.1–Instalar sistema de proteção por hidrantes de parede, conforme projeto aprovado junto a SEP-Seção de Estudos de Projetos da DST-Diretoria de Serviços Técnicos do CBMDF; 6.2–Os hidrantes de parede devem ser instalados de forma que a distância entre eles não seja maior que 30m, de acordo com o item 4.23.2 da NT 04/0-CBMDF; 6.3–A altura de instalação do hidrante de parede deve estar entre 1,30 a 1,50m medida da face superior do piso acabado ao eixo horizontal do registro de hidrante, de acordo com o item 4.23.6 da NT 04/0-CBMDF; 6.4–Instalar os hidrantes de parede de forma que haja, no mínimo, um hidrante por pavimento, de acordo com item 4.23.4 da NT 04/0-CBMDF; 6.5–Instalar os hidrantes de parede de modo que qualquer ponto seja alcançado simultaneamente por duas linhas de mangueira de hidrantes distintos, de acordo com o item 4.23.7 da NT 04/0-CBMDF; 6.6–Os hidrantes de parede devem ser instalados em locais estratégicos de modo a evitar que em caso de incêndio fiquem bloqueados pelo fogo, de acordo com o item 4.23.1 da NT 04/0-CBMDF; 6.7–Os hidrantes de parede instalados em garagens, não podem estar localizados de forma que seu acesso fique dificultado por veículo estacionado, de acordo com o item 4.23.3 da NT 04/0-CBMDF;

Mangueiras 6.8–Os abrigos dos hidrantes devem dispor no mínimo de mangueira de incêndio e um esguicho, de acordo com o item 4.24.4 da NT 04/0-CBMDF; 6.9–As mangueiras de incêndio devem estar acondicionadas de maneira que facilite o seu manuseio, de acordo com a NT 04/0-CBMDF; 6.10–O comprimento das linhas de mangueira deve ser de no máximo 30m, dividido em duas mangueiras de 15m, de acordo com os itens 4.26.2 e 4.26.3 da NT 04/0-CBMDF; 6.1–O diâmetro das mangueiras deve ser de 38mm, de acordo com a tabela 04 da NT 04/0-CBMDF; 6.12–Substituir ou manutenir mangueiras de incêndio, que se encontram danificadas, de acordo com o item 5.1 da NBR 12779/92 da ABNT;

Reserva Técnica 6.13–A RTI-Reserva Técnica de Incêndio deve possuir capacidade, em litros de água, de acordo com os itens 4.4,

4.5 e 4.6, usando a fórmula {[((At – 2500) ÷ 100) x k2] + k1}, onde At é a área total construída e k1 e k2 são volumes d’água definidos pelas tabelas 01 e 02 da NT 04/0-CBMDF;

6.14–O reservatório de água destinada à RTI-Reserva Técnica de Incêndio, deve ser resistente a 04 horas de fogo e superior, de acordo com os itens 4.1 e 4.2 da NT 04/0-CBMDF; 6.15–O reservatório quando externo, metálico ou de polietileno deve ter distanciamento mínimo de 03m da edificação, de acordo com o item 4.3 da NT 04/0-CBMDF; 6.16–Apresentar reservatório superior ou apresentar dados que justifiquem a utilização de reservatório inferior, de acordo com o item 4.2 da NT 04/0-CBMDF; 6.17–A saída de consumo do reservatório superior deve sair lateralmente a esta, de forma a manter a RTIReserva Técnica de Incêndio, pela diferença do nível da canalização da saída e o fundo da caixa d’água, de acordo com o item 4.10 da NT 04/0-CBMDF; 6.18–A canalização do dreno de limpeza da caixa d’água deve ser metálica no mínimo até o registro; 6.19–A altura do reservatório elevado ou a capacidade das bombas deverá suprir a vazão e pressão mínima exigida, de acordo com o item 4.7 da NT 04/0-CBMDF;

Bombas de Incêndio 6.20–Instalar no mínimo 02 bombas de incêndio, sendo uma principal e outra reserva, ambas com as mesmas especificações, de acordo com o item 4.1 da NT 04/0-CBMDF; 6.21–Instalar válvula de retenção e derivação “by pass” na rede hidráulica de incêndio a fim de garantir o funcionamento do sistema por gravidade, de acordo com o item 4.12 da NT 04/0-CBMDF; 6.2–O conjunto de bombas de incêndio deve entrar em funcionamento automaticamente quando da utilização do sistema de hidrante de parede, de acordo com o anexo B da NBR 13714/0 da ABNT; 6.23–As bombas de incêndio devem possuir instalação independente da rede elétrica geral, de acordo com o item 4.14 da NT 04/0-CBMDF; 6.24–Deve ser instalado dreno para teste de funcionamento das bombas de incêndio, de acordo com o item 4.17 da NT 04/0-CBMDF; 6.25–Instalar registro antes e depois das bombas e válvulas de retenção na saída das bombas para evitar refluxo de água no sistema, de acordo com o item 5.7.5.5 da NBR 13714/0 da ABNT; 6.26–Instalar dois sistemas de alimentação podendo ser elétrico ou a explosão,sendo o último com combustível suficiente para funcionamento durante 02 horas, de acordo com o item 4.15 da NT 04/0-CBMDF; 6.27–As bombas de incêndio devem ser locadas em abrigo com dimensões mínimas de 1,50 x 1,50 x 1,50m, de acordo com o item 4.18 da NT 04/0-CBMDF; 6.28–O acesso ao abrigo deve possuir dimensões mínimas de 1,40 x 0,50m, no caso de acesso por alçapão, este deve possuir dimensões mínimas de 0,70 x 0,70m, de acordo com os itens 4.18.1 e 4.18.2 da NT 04/0-CBMDF; 6.29–Identificar o barramento de energia do conjunto de bombas de incêndio, de acordo com a NT 04/0- CBMDF; 6.30–O quadro de comando das bombas deve ser instalado de maneira a não possuir ponto neutro, conforme a NT 04/0-CBMDF; 6.31–O conjunto de bombas deve ser instalado de forma que na falha da bomba principal, a bomba reserva entre em funcionamento automaticamente, de acordo com o item 4.13.1 da NT 04/0-CBMDF; 6.32–As bombas de incêndio devem possuir dispositivos que possibilitem o acionamento manual, de acordo com o item 4.13 da NT 04/0-CBMDF; 6.3–As bombas de incêndio devem funcionar manualmente, de acordo com o item 4.13 da NT 04/0-CBMDF; 6.34–As bombas de incêndio que não estiverem situadas abaixo do nível de tomada d’água(afogadas) devem ter um dispositivo de escorva automática, de acordo com o item 4.16 da NT 04/0-CBMDF;

Canalização 6.35–O material utilizado nas canalizações, conexões e registros utilizados no sistema de hidrante devem ser de ferro fundido, galvanizado, aço galvanizado e cobre resistentes às pressões internas e esforços mecânicos, de acordo com o item 4.19 da NT 04/0-CBMDF; 6.36–Alterar o diâmetro da canalização (50mm para A e B-1 e 63mm para demais riscos), de acordo com o item 4.19.1 da NT 04/0-CBMDF; 6.37–A canalização do barrilete deve ser um diâmetro nominal acima do diâmetro da canalização utilizada no sistema, de acordo com o item 4.20 da NT 04/0-CBMDF; 6.38–A canalização de incêndio aparente deve ser pintada na cor vermelha, de acordo com o item 4.21 da NT 04/0-CBMDF; 6.39–Quando da utilização de canalizações externa a edificação do tipo termoplástica estas devem ser enterradas a no mínimo 50cm e resistentes às pressões internas e esforços mecânicos necessários ao funcionamento do sistema, de acordo com o item 4.19.2 da NT 04/0-CBMDF;

Sinalização 6.40–Instalar sinalização do hidrante de parede (quadrada ou retangular, fundo vermelho, símbolo branco ou amarelo, margem branca ou amarela), de acordo com o item 4.4.4 da NBR 13434-2/04 da ABNT; 6.41–Instalar sinalização de piso dos hidrantes de parede locados em garagens, industrias ou depósitos (quadrado vermelho 70 x 70cm com moldura amarela de 15cm), de acordo com o item 5.3.5 da NBR 12693/93 da ABNT; 6.42–Os abrigos dos hidrantes devem ser pintados na cor vermelha, com dimensões suficientes para acomodar o registro, o esguicho e a mangueira, de acordo com os itens 4.24.1 e 4.24.2 da NT 04/0-CBMDF;

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